
Sign up to save your podcasts
Or


Nos livros de história, a Primeira Guerra Mundial começou por acidente: um arquiduque, um tiro em Sarajevo, e o mundo inteiro caindo em dominó. Neste episódio, Naijo e Cajoo apresentam a versão que os livros didáticos esqueceram de incluir: a de uma guerra desenhada 23 anos antes, numa sala fechada em Londres, por homens que nunca precisaram ganhar uma eleição. Do testamento de Cecil Rhodes à confissão de Alfred Milner, da canhoneira que assustou a Inglaterra aos bancos de Wall Street, passando pelo navio "inofensivo" que carregava munição — seguimos o dinheiro, a imprensa e o Foreign Office. Tudo com as fontes na mesa, para você decidir quem está falando a verdade: os livros ou a conspiração. Um episódio sobre sociedades secretas, propaganda e lucro de guerra — e sobre a pergunta incômoda de quantas crises de hoje seguem a mesma cartilha.
*Vídeo de referência:* https://youtu.be/_8xxVplUHL8
O Brasil foi às urnas e, a julgar pelo placar, fez uma boa curva para a direita. Neste episódio, Naijo e Cajoo apresentam os resultados do primeiro turno, analisam o novo mapa do Congresso com Senado e Câmara de maioria direitista. Será que a vitória de Flávio Bolsonaro já está garantida ou será que Lula e sua turma tem uma carta na manga?
Em cinco dias, o Brasil vota. No dia seguinte, as bets fecham. E em algum lugar entre as urnas e os servidores bloqueados, o país decide que tipo de jogo vai continuar jogando. Neste episódio, Naijo e Cajoo analisam a eleição presidencial de 2026 em três camadas: a ascensão de Flávio Bolsonaro como favorito num eventual segundo turno e a pergunta que ninguém quer responder — o que acontece se Lula perder? E ainda: o governo assina uma MP proibindo as bets nove dias antes do primeiro turno, com vigência no dia seguinte à eleição.
O STF foi criado para ser o guardião da Constituição — a autoridade superior que impede o Estado de invadir a liberdade dos cidadãos. Mas quem guarda os guardiões? Neste episódio, Naijo e Cajoo falam sobre a crise institucional que explodiu no plenário do Supremo em setembro de 2026: ministros votando em processos que os envolvem, um banco com conexões suspeitas, contratos milionários com escritório da esposa de ministro, e uma briga ao vivo entre Gilmar Mendes e André Mendonça que parece saída de um episódio de reality show. Com a ajuda de Richard Maybury e sua pergunta clássica — *Whatever Happened to Justice?* — a gente tenta entender o que aconteceu com a justiça no Brasil. Spoiler: ela nunca existiu do jeito que te ensinaram.
8 de setembro: um pesquisador sai da Anthropic e posta que os que constroem a IA realmente acreditam que ela pode matar todos os humanos até o fim da década. 123 milhões de views em 24 horas. 12 de setembro: Dario Amodei publica o ensaio pedindo para frear a fronteira. Sam Altman concorda. Elon Musk concorda. Demis Hassabis concorda. Trump chama de "conspiração doentia". A China chama de "manual da Guerra Fria". O Lead de Alinhamento da Anthropic diz que acha que tem mais de 10% de chance de extinção humana na próxima década. O czar de IA da Casa Branca diz: parem de fingir que precisam de permissão. E o dinheiro que financia o pânico, a empresa que lucra com o pânico e a família que controla as duas coisas estão todos na mesma mesa de jantar. Naijo e Cajoo analisam se isso é o maior alarme genuíno da história da tecnologia... ou se tem alguma conspiração rolando.
Neste episódio, Naijo recebe pela primeira vez o Cajoo como co-host — e juntos eles mergulham num artigo do próprio Naijo sobre a grande pergunta filosófica da política moderna: existe um sistema melhor do que a democracia? A resposta pode estar numa blockchain.
Neste episódio, Naijo analisa o estado da arte das eleições presidenciais de 2026: as pesquisas que mostram Flávio Bolsonaro encostando em Lula no segundo turno, a sabatina "histórica" no Jornal Nacional. E, de sobremesa, as mensagens secretas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Neste episódio, Naijo faz a autópsia de uma reunião suspeita: o CEO da NVIDIA e os maiores executivos de Wall Street numa sala fechada. Cheiro de conspiração fortíssimo — afinal, quando os maiores compradores de um ativo se reúnem com o vendedor, o assunto raramente é o clima.
O paralelo com 2008 está na boca de todo mundo. Mas será que o exemplo mais preciso não é bem mais antigo — e bem mais absurdo? GPU como reserva de valor. Demanda infinita garantida. Um ativo que nunca pode cair — porque se cair, trilhões evaporam da noite pro dia.
Só tem um problema: a história já viu isso antes. E também viu o que acontece quando alguém cria uma tulipa melhor.
Neste episódio, Naijo fala como a FIFA tenta fechar o cerco para que marcas não consigam usar o clima de Copa do Mundo se não pagarem a entidade — e de como essa estratégia está saindo pela culatra.
Durante a Copa do Mundo de 2026, o Levi's Stadium virou "San Francisco Bay Area Stadium". O Gillette Stadium teve o logo coberto por uma nuvem de espuma de barbear. Condimentos no centro de imprensa apareceram com o rótulo tapado por fita isolante preta. Um jogador da seleção alemã teve que esconder o fone de ouvido com fita. E no Equador, o Burger King recebeu notificação legal da FIFA por um comercial que nem citava o nome do torneio — só invertia sílabas.
Nada disso é teoria da conspiração. É a régua real de como a FIFA protege os mais de 2,8 bilhões de dólares que cobra dos patrocinadores oficiais: exclusividade absoluta, palavras proibidas, mascotes registrados, e uma vigilância de marca tão rígida que virou motivo de piada — inclusive das próprias marcas censuradas.
From the publisher's feed