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Antes de comprar o e-book (https://amzn.to/3FgI647) ou o físico de Panóptico (https://loja.uiclap.com/titulo/ua9434/), que tal ouvir os contos presentes nesta antologia?
Panóptico, organizado por Joicy Silva, apresenta 18 versões distópicas da sociedade.
Lucas “Havoc” Suzigan escreve um prefácio reflexivo e impactante. A viagem se inicia com “Epitáfios do Amanhã” de Gaio W.B., onde somos apresentados ao desespero de estar na posição de vítima da opressão imposta por um governo autoritário e as consequências em caso de divergência de pensamentos ou rebeldia, tal qual consta na citação que abre a obra “Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota prensando um rosto humano para sempre.” (George Orwell – 1984).
Os maiores tropos dentro da temática da vigilância e opressão pelo Estado dão sua cara: o ambiente moderno e virtual, o cenário distópico de terra arrasada, a busca do ser humano por liberdade, escassez de recursos, perseguição de minorias e de quem tem pensamentos contrários aos dos governantes. O nível da antologia se mantém acima da média, com vários destaques.
— Allan Azevedo Cada movimento seu está sendo rastreado, cada palavra sua, gravada. Você é só um rosto entre milhares, entre grandes multidões de pessoas que sofreram lavagem cerebral, bem-comportadas e leais. A produtividade nunca foi tão alta e o trabalho tão degradante. A mídia dita o que pensar, falar, ler — se é que ainda se lê -, e o exército está sempre triunfante e glorioso. Um movimento errado, um passo em falso, um deslize, e você poderá desaparecer. Há pessoas que tentam lutar, mas não há promessas de finais felizes.
Narração: Bruna Rezendes
Este audiobook não teve edição. Se quiser nosso editor voluntário, mande um e-mail para: [email protected]
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Qual a diferença entre terceira pessoa limitada e onisciente? Como escrever bem cada uma delas? Quais as variações que existem dentro da narração onisciente, e para que serve cada tipo? Descubra neste episódio da série Escrita Criativa.
Música de abertura e encerramento: Signal To Noise de Scott Buckley (CC-BY).
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Como escrever bem em primeira pessoa? Quais as armadilhas a evitar? Quais as diferenças entre primeira pessoa imediata, retrospectiva e epistolar? Tudo isso neste episódio da série Escrita Criativa.
Participantes:
Este episódio não teve edição. Se quiser ser nosso editor voluntário, mande um e-mail para: [email protected]
Música de abertura e encerramento: Signal To Noise de Scott Buckley (CC-BY).
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"FOLK: As sociedades que cultuavam deuses da floresta" foi financiado com sucesso.
Links úteis:
linktr.ee/editoracyberus
Como escrever um personagem complexo? Neste episódio são discutidas algumas características que ajudam a aprofundar personagens, como ter múltiplas funções narrativas, uma vida fora da trama, competências e defeitos, entre outras.
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Um personagem reativo é aquele que apenas reage à trama, sendo carregado pela história. Um personagem proativo, por outro lado, é aquele que move a trama em vez de ser movido por ela, tornando-se protagonista da história.
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Como gerar empatia por um personagem? Neste episódio são discutidos elementos importantes do desenvolvimento de personagens, como motivação, atos de bondade, falhas, entre outros.
Participantes:
Edição: Jean Roberto. Música de abertura e encerramento: Signal To Noise de Scott Buckley (CC-BY).
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Autores de “Amazofuturo: histórias amazofuturistas” conversam um pouco sobre seus contos.
Para que haja uma versão impressa do livro “Amazofuturo: histórias amazofuturistas” a Editora Cyberus, em parceria com os autores, estão realizando um financiamento coletivo, também conhecido como vaquinha virtual, com valores a partir de R$30, com recompensa em prêmios para quem ajudar.
O financiamento coletivo pode receber apoios até o dia 22 de setembro de 2021. Para saber mais é só acessar o link e apoiar: https://www.catarse.me/amazofuturo
Plot twist é uma alteração radical no desenvolvimento de uma narrativa. Neste episódio, P. G. Demingos, L. C. Braga e Rafilsky Ferreira discutem boas e más práticas na realização de plot twists, de maneira a subverter as expectativas dos leitores sem aliená-los ou quebrar sua suspensão de descrença.
Edição: Jean Roberto. Música de abertura e encerramento: Signal To Noise de Scott Buckley (CC-BY).
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Autores de “FOLK: As sociedades que cultuavam deuses da floresta” conversam um pouco sobre seus contos.
Para que haja uma versão impressa do livro “FOLK” a Editora Cyberus, em parceria com os autores, estão realizando um financiamento coletivo, também conhecido como vaquinha virtual, com recompensa em prêmios para quem ajudar.
O financiamento coletivo pode receber apoios até o dia 22 de setembro de 2021. Para saber mais é só acessar o link e apoiar: https://www.catarse.me/folkhorror
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