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Carlos Caramez: O jornalismo e a produção de rock no Brasil. Uma conversa sobre o jornalismo musical, as produções de rock em Porto Alegre e no Brasil. Garotos da rua, Novos Baianos, a resistência cultural numa conversa com o produtor e jornalista Carlos Caramez.
Em ritmo de chalaça com Rafael Malenotti. A história do Acústicos e Valvulados, os contatos com Erasmo e Roberto Carlos, a participação no Sala de Redação, a emoção de ver o Cascavelettes escondido num case, o Bafo de bira e muito mais!
Fotos de shows do rock gaúcho, capas de disco, exposições. Os livros e o trabalho da fotógrafa Fernanda Chemale
Fernanda Chemale é fotógrafa e artista visual. Trabalha questões relacionadas à fotografia e memória desenvolvendo projetos artísticos e documentais. Encontra no cotidiano vestígios do homem apropriando-se de seus objetos, espaços e ações casuais. Na construção de suas imagens suprime a fronteira entre realidade e ficção sugerindo possibilidades narrativas. Neste ambiente o espectador é desafiado a decifrar imagens. Propõe uma fotografia oculta, paradoxal e subversiva.
Tem 3 livros publicados. Faz exposições regularmente no Brasil e exterior. Suas obras estão em coleções como Pirelli/MASP de Fotografias, MUHNE, MAC-RS, Coleção Joaquim Paiva. Colaborou em projetos da FUNDAJ. Recentemente esteve no Solar Foto Festival e no Festival de Fotografia de Tiradentes. Dentre as séries que desenvolveu destacam-se: Terráqueos, Rock Luz Velocidade, Mendigos, Abstracto, Face, Tempo de Rock e Luz, ElefanteCidadeSerpente, Espaço de Conflito, A Rua Suspensa, Retratos Clássicos do Rock Gaúcho, Desordem.
Repercussões, comentários e perguntas sobre o livro da Pop Rock - primeiro episódio. Participação de Eduardo Mendonça.
Uma conversa sobre literatura, política, racismo e o Brasil. A infância em Porto Alegre, os romances e a poesia na obra do professor e escritor Paulo Scott.
Paulo Scott, radicado em São Paulo desde 2019, é formado pela Faculdade de Direito da PUC do Rio Grande do Sul e Mestre em Direito Público pela UFRGS, cursando, atualmente, o Doutorado em Psicologia na UFF. Seu livro de estreia, Histórias curtas para domesticar as paixões dos anjos e atenuar os sofrimentos dos monstros, foi lançado em 2001 sob o pseudônimo de Elrodris. Em 2004, Paulo Scott foi um dos três finalistas do Prêmio Açorianos de Literatura com o livro de contos Ainda orangotangos, adaptado posteriormente para o cinema pelo gaúcho Gustavo Spolidoro, longa-metragem vencedor do 13º Festival de Cinema de Milão. Em 2005, publicou o romance Voláteis. No mesmo ano, co-roteirizou o filme O início do fim, curta-metragem de Gustavo Spolidoro. Em 2011 Scott lançou o romance Habitante irreal, livro vencedor do Prêmio Machado de Assis da Fundação Biblioteca Nacional. Seu romance Ithaca Road fez parte do projeto Amores Expressos, realizado pela RT Features e pela Companhia das Letras. Em 2014 lançou o livro de poesias Mesmo sem dinheiro comprei um esqueite novo. Em 2015, lançou o livro O ano em que vivi de literatura. Em 2019 lançou o romance Marrom e Amarelo, livro vencedor do Prêmio Açorianos 2020, do Prêmio Jabuti de Livro Brasileiro Publicado no Exterior 2023, e finalista do International Booker Prize 2022.
Discos que estão fazendo 50 anos em 2022, num bate-papo com Mauro Borba, Arthur de Faria e Marcelo Ferla.
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