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No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar sobre a presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, que iniciou nesta segunda-feira (1º) uma viagem pela Ásia marcada pelo sigilo sobre seu itinerário, em um momento de tensão com a China a respeito da questão de Taiwan. Discutimos sobre as possíveis consequências da viagem da democrata e o que isso pode significar para o resto do globo.
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Edição: Sávio Limão
Pesquisa: Flávia Guterman
Produção: Flocks
No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar da reunião da OTAN que ocorre essa semana em Madri. Assuntos como a Guerra da Ucrânia e a segurança da aliança estarão em pauta, mas o personagem central da Cúpula será a China. Os membros da OTAN vem intensificando o processo de contenção do país asiático, o que não está deixando os chineses nem um pouco satisfeitos. O convite ao Japão e à Coreia do Sul para participarem da reunião como ouvintes atingiu a China em cheio, que já se manifestou contra a OTAN e os seus aliados. Escute o podcast e fique por dentro do encontro da aliança do Atlântico Norte.
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Edição: Guilherme Souza
Pesquisa: Flávia Guterman
Produção: Flocks
No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos conversar sobre a vitória de Gustavo Petro na Colômbia. O presidente eleito no país sul-americano traz a esquerda ao poder pela primeira vez na história colombiana. Essa vitória é simbólica, mas também traz incertezas, visto o ineditismo de um governo de esquerda em um dos países mais importantes da América Latina. Surgem questões de como será o relacionamento da Colômbia com a vizinha Venezuela e com os EUA; especula-se também como ficará a economia do país, levando em consideração a posição anti-mercado de Petro. Confira agora a análise com as previsões para a Colômbia nos próximos anos.
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Edição: Guilherme Souza
Pesquisa: Flávia Guterman
Produção: Flocks
No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar dos desdobramentos da Cúpula das Américas, que ocorreu em Los Angeles, na semana passada. O encontro foi uma tentativa de reaproximação dos EUA com a América Latina. No tabuleiro geopolítico latino-americano, EUA e China disputam pela influência na região. A atuação da China neste lado do globo fez do país asiático o principal parceiro comercial de muitos países latino-americanos, enquanto os EUA passaram os últimos anos sem dar a devida atenção à região. Agora, os EUA buscam meios para mudar esse cenário e se aproximar dos países, inclusive do Brasil.
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Pesquisa: Flávia Guterman
Produção: Flocks
No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar dos mais recentes desdobramentos da Guerra na Ucrânia. O conflito ainda segue sem previsão de um acordo entre russos e ucranianos. A Ucrânia surpreende ao conseguir se defender, fazendo com que a Rússia tenha que mudar seus objetivos. Atualmente, a tomada total da Ucrânia não é mais um objetivo russo; Putin busca manter o controle nas áreas separatistas pró-Rússia e também tenta derrubar o governo de Zelensky para, eventualmente, colocar um governo pró-Rússia no poder ucraniano. Entretanto, a Ucrânia não se mostra fraca; muito pelo contrário: o país parece disposto a lutar até o fim.
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No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar da batalha de poder no Pacífico. Os EUA e seus aliados, liderados pela Austrália, disputam influência com a China, que vêm expandindo a sua atuação na região. Os chineses tentam angariar o apoio das ilhas do Pacífico por meio de acordos e injeções de robustas linhas de crédito, enquanto os norte-americanos, australianos e outros aliados tentam barrar a expansão da China na área. Joe Biden está lançando um projeto econômico de investimentos para esta parte do mundo como uma contrapartida à estratégia chinesa de criar dependências por meio de financiamentos. Diante desse cenário, as pequenas ilhas do Pacífico se mostram como peças extremamente estratégicas no tabuleiro de poder da região.
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Produção: Flocks
No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar da reunião do G-7, que ocorreu na Alemanha. Os países-membros discutiram várias questões de política externa, mas o principal foco da conversa foi o problema do petróleo, que surgiu após a eclosão da Guerra da Ucrânia. As sanções contra a Rússia geraram uma crise no abastecimento energético mundial e o mercado sente as consequências. Diante desse cenário, os países mais desenvolvidos do mundo tentam encontrar soluções para esse déficit.
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No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar sobre o encontro do QUAD, que ocorreu nesta semana no Japão. Em sua visita à Ásia, Joe Biden, presidente dos EUA, se reuniu com os líderes de Austrália, Índia e Japão com o objetivo máximo de criar estratégias de contenção da China na região do Indo-Pacífico. O QUAD é uma aliança naval-militar entre os 4 países, mas que abrange também outras áreas, como a econômica. A ideia de Biden é criar um plano econômico regional que funcionará como uma barreira à China, que cada vez mais se expande no Indo-Pacífico. A China gera uma dependência crescente nas ilhas do Pacífico por meio de ajuda financeira e, por isso, Biden busca criar uma alternativa a essas linhas de crédito.
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No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar da Cúpula das Américas, evento que ocorre do dia 6 a 10 de junho em Los Angeles. Liderado pelos Estados Unidos, o objetivo da Cúpula é gerar uma reaproximação dos EUA com os outros países do continente americano. Entretanto, parece que os norte-americanos vão enfrentar obstáculos para consolidar o seu objetivo. Entenda porque essa reunião é tão importante para os EUA disseminarem a sua influência nos países latino-americanos e por quais motivos a Cúpula das Américas pode vir a ser um fiasco.
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No episódio de hoje do Geopolítica: A Próxima Jogada, vamos falar dos pedidos de adesão à OTAN submetidos por Finlândia e Suécia. Após meses de especulações, os países deram entrada no processo, que não deve ser tão simples. Primeiro, por causa das ameaças da Rússia contra os dois países nórdicos. A Finlândia faz fronteira com a Rússia e ter um vizinho territorial membro da OTAN não seria muito agradável aos russos. Segundo, por causa da Turquia, aliada da Rússia, que já se manifestou contra a adesão dos finlandeses e suecos à OTAN e já faz exigências para seguir com as negociações. Escute ao podcast completo aqui no canal e fique por dentro do papel central da Turquia no processo de adesão dos dois países nórdicos à aliança do Atlântico Norte.
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Produção: Flocks
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