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  • ANASTÁTICA, de Manuel Rodrigues [apresentação]
    Apresentação da antologia Anastática dedicada a Alberto Pimenta, de Manuel RodriguesPORTA — 33 31.03.2019MANUEL RODRIGUES nasceu em Lisboa em 1959, licenciou-se em em Filosofia em 1984, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, onde depois completou uma Pós-Graduação (1993) e um Mestrado em Filosofia Contemporânea (1996) com «Sophia momentanea - Criação e Liberdade na filosofia de Vladimir Jankélévitch», sob a orientação de Manuel José do Carmo Ferreira e de Joaquim Cerqueira Gonçalves. Depois de ter lecionado Filosofia, Psicologia e Sociologia no Ensino Secundário entre 1986 e 1992, foi regente de várias disciplinas na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, em Torres Vedras e em Lisboa. Entre outras actividades, é ainda regente de Estética, com o curso anual Imagem e Semelhança/et in Arcadia Ego, no Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual) desde 1993
    42 min
  • MANUEL AIRES MATEUS | PAULO DAVID — Arquivo [1.ª parte]
    Leitura por Manuel Aires Mateus sobre a exposição de Paulo David: Da continuidade das formas e do modo como pousam — ArquivoCuradoria de Nuno FariaPORTA33 — 16.02.2019Manuel Aires Mateus Nasceu em Lisboa em 1963 e formou-se na Faculdade de Arquitectura /U.T.L. em 1986. Começou a colaborar com o Arqº Gonçalo Byrne em 1983 e começou a desenvolver projectos com o seu irmão Francisco em 1988. O atelier Aires Mateus é fundado nessa altura pelos dois irmãos, embora ocupando ainda um espaço dentro do atelier do Arq. Gonçalo Byrne. A crescente escala de projectos fez com que se estabelecessem num espaço maior e autónomo para responder às solicitações de trabalho. Desde essa altura a dimensão e quantidade de trabalho tem sido prolífica resultando em diversos prémios de arquitectura nacionais e internacionais. A visibilidade do seu trabalho originou convites para realizar conferências e leccionar em várias instituições internacionais como a Graduate School of Design em Harvard, a Accademia de Arquitectura de Mendrisío entre outras em Portugal. Neste momento, a estrutura abrange dois escritórios, ambos em Lisboa, e estabelece diversas parcerias com ateliers locais para o desenvolvimento de projetos internacionais.
    1 hr 13 min
  • MANUEL AIRES MATEUS | PAULO DAVID — Arquivo [2.ª parte]
    Leitura por Manuel Aires Mateus sobre a exposição de Paulo David Da continuidade das formas e do modo como pousam — ArquivoCuradoria de Nuno FariaPORTA33 — 16.02.2019Manuel Aires Mateus Nasceu em Lisboa em 1963 e formou-se na Faculdade de Arquitectura /U.T.L. em 1986. Começou a colaborar com o Arqº Gonçalo Byrne em 1983 e começou a desenvolver projectos com o seu irmão Francisco em 1988. O atelier Aires Mateus é fundado nessa altura pelos dois irmãos, embora ocupando ainda um espaço dentro do atelier do Arq. Gonçalo Byrne. A crescente escala de projectos fez com que se estabelecessem num espaço maior e autónomo para responder às solicitações de trabalho. Desde essa altura a dimensão e quantidade de trabalho tem sido prolífica resultando em diversos prémios de arquitectura nacionais e internacionais. A visibilidade do seu trabalho originou convites para realizar conferências e leccionar em várias instituições internacionais como a Graduate School of Design em Harvard, a Accademia de Arquitectura de Mendrisío entre outras em Portugal. Neste momento, a estrutura abrange dois escritórios, ambos em Lisboa, e estabelece diversas parcerias com ateliers locais para o desenvolvimento de projetos internacionais.
    37 min
  • ANA VAZ MILHEIRO | PAULO DAVID - Arquivo
    Visita guiada por Ana Vaz Milheiro à exposição de Paulo david Da continuidade das formas e do modo como pousam - ArquivoCuradoria de Nuno FariaPORTA33 — 26.01.2019Ana Vaz MilheiroAna Vaz Milheiro é Professora Auxiliar, com agregação, na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa e investigadora do DINÂMIA'CET-IUL. Doutorou-se em Arquitectura pela Universidade de São Paulo, Brasil, em 2004. Autora de diversos livros sobre teoria e crítica, tais como Construção do Brasil – Relações com a Cultura Arquitectónica Portuguesa (2005), A Minha Casa é um Avião (2007), ou Nos Trópicos sem Le Corbusier, arquitectura luso-africana no Estado Novo (2012), premiado pela AICA/Fundação Carmona e Costa na categoria de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitectura, e, mais recentemente, Arquitecturas Coloniais Africanas no fim do “Império Português” (2017). Crítica de Arquitectura no Jornal Público desde 1995, foi também directora adjunta do JA - Jornal Arquitectos (2000-2004 e 2009-2012). Desde 2009 que coordena diversos projectos de investigação financiados pela FCT. Os resultados desses projectos têm sido mostrados em exposições, destacando-se “África: Visões do Gabinete de Urbanização Colonial (1944-1974)”, no Centro Cultural de Belém (Lisboa, 2013) e mais recentemente, em 2018, “Colonizing Africa: Reports on Colonial Public Works in Angola and Mozambique (1875-1975)”, no Arquivo Histórico Ultramarino, também em Lisboa.
    1 hr 44 min
  • PONTO ATELIER | PAULO DAVID — Arquivo [1.ª parte]
    Visita guiada por Ana P. Ferreira ,Pedro M. Ribeiro e J. Gustavo Freitas à exposição Da continuidade das formas e do modo como pousam - Arquivo de Paulo DavidCuradoria de Nuno FariaPorta33 — 19.01.2019PONTOatelierÉ um atelier de arquitetura sediado no Funchal, fundado pelos arquitetos Ana P Ferreira (Funchal 87), Pedro M Ribeiro (Évora 87) e José G Freitas (Santana 89). Licenciados pela Universidade de Évora, foram assistentes e professores convidados na cadeira de Projecto entre 2010 e 2015.Em 2016 vencem o concurso para Duas casas nas Ilhas Selvagens na Madeira, e nesse mesmo ano integram a equipa do Gabinete da Cidade do Funchal.Em 2017 ganham o concurso por convite do projecto “Gabbia” na Scilia, Itália.Nesse ano são tutores convidados nos workshops de Veneza W.A.V.E e Moytirra em Ponta Delgada, Açores.No último ano ganharam uma menção honrosa no concurso Centro de acolhimento para crianças e foram convidados a apresentarem o atelier na universidade TU-Munich.
    1 hr
  • PONTO ATELIER | PAULO DAVID — Arquivo [2.ª parte]
    Visita guiada por Ana P. Ferreira ,Pedro M. Ribeiro e J. Gustavo Freitas à exposição Da continuidade das formas e do modo como pousam - Arquivo de Paulo DavidCuradoria de Nuno FariaPorta33 — 19.01.2019PONTOatelierÉ um atelier de arquitetura sediado no Funchal, fundado pelos arquitetos Ana P Ferreira (Funchal 87), Pedro M Ribeiro (Évora 87) e José G Freitas (Santana 89). Licenciados pela Universidade de Évora, foram assistentes e professores convidados na cadeira de Projecto entre 2010 e 2015.Em 2016 vencem o concurso para Duas casas nas Ilhas Selvagens na Madeira, e nesse mesmo ano integram a equipa do Gabinete da Cidade do Funchal.Em 2017 ganham o concurso por convite do projecto “Gabbia” na Scilia, Itália.Nesse ano são tutores convidados nos workshops de Veneza W.A.V.E e Moytirra em Ponta Delgada, Açores.No último ano ganharam uma menção honrosa no concurso Centro de acolhimento para crianças e foram convidados a apresentarem o atelier na universidade TU-Munich.
    48 min
  • FILIPE TABOADA | PAULO DAVID — Arquivo [2.ª parte]
    Visita guiada por Filipe Taboada e Paulo David à exposição Da continuidade das formas e do modo como pousam - Arquivo de Paulo DavidCuradoria de Nuno FariaPorta33 — 29.12.2018Filipe Taboada (Porto, 1979).Licenciou-se em arquitetura pela Universidade Lusíada do Porto em 2004 e completou o estágio para a Ordem dos Arquitectos em 2005 no atelier do arquiteto Francisco Aires Mateus em Lisboa. Em 2006 junta-se ao atelier Steven Holl Architects em Nova Iorque, tendo trabalhado em vários projetos de diversas escalas e programas, tais como o Herning Museum of Contemporary Art na Dinamarca, Cite De L’Ocean Et Du Surf em França, Vanke Center - Horizontal Skyscraper na China, Queens Library nos EUA, Malle Perfume Store nos EUA, e Museum of Fine Arts Houston nos EUA. É associado do atelier desde 2013.
    48 min
  • FILIPE TABOADA | PAULO DAVID — Arquivo [1.ª parte]
    Visita guiada por Filipe Taboada e Paulo David à exposição Da continuidade das formas e do modo como pousam - Arquivo de Paulo DavidCuradoria de Nuno FariaPorta33 — 29.12.2018Filipe Taboada (Porto, 1979).Licenciou-se em arquitetura pela Universidade Lusíada do Porto em 2004 e completou o estágio para a Ordem dos Arquitectos em 2005 no atelier do arquiteto Francisco Aires Mateus em Lisboa. Em 2006 junta-se ao atelier Steven Holl Architects em Nova Iorque, tendo trabalhado em vários projetos de diversas escalas e programas, tais como o Herning Museum of Contemporary Art na Dinamarca, Cite De L’Ocean Et Du Surf em França, Vanke Center - Horizontal Skyscraper na China, Queens Library nos EUA, Malle Perfume Store nos EUA, e Museum of Fine Arts Houston nos EUA. É associado do atelier desde 2013.
    37 min
  • PEDRO A. H. PAIXÃO — Mais importante que desenhar é afiar o lápis
    MAIS IMPORTANTE QUE DESENHAR É AFIAR O LÁPISSeminário de DesenhoConcepção: Nuno FariaPorta33 - Setembro 2018 - Abril 2019Pedro A. H. PaixãoNasceu em Angola, mas partiu para Portugal aos 4 anos. Vive em Milão há quase duas décadas, mas não dispensa as visitas à cidade onde cresceu, Lisboa. Venceu, este ano, a primeira edição do Prémio Navigator Arte em Papel, da Navigator Company, promovido em parceria com o Expresso. Veio à Porta 33 refletir sobre o desenho enquanto "lugar do possível". Dos infinitos possíveis. E é precisamente em nome desse espaço aberto de possibilidades que o artista defende a arte em si mesma, "a arte de viver", como experiência do mundo sensível, votando-se a uma espécie de abandono da concetualidade.
    1 hr 21 min
  • MARGARIDA MENDES — Mais importante que desenhar é afiar o lápis
    MAIS IMPORTANTE QUE DESENHAR É AFIAR O LÁPISSeminário de DesenhoConcepção: Nuno FariaPorta33 - Setembro 2018 - Abril 2019Intervenção de Margarida Mendes Do desenho como metalinguagem ao desenho como explicação do mundo e das vidas que o habitam. Do desenho como poder à escala planetária.Margarida Mendes é curadora, educadora e ativista. Em 2009 fundou o espaço de projetos The Barber Shop, em Lisboa, coordenando um programa de seminários e residências dedicado à investigação artística e filosófica. A sua pesquisa - com enfoque no cruzamento da cibernética, filosofia, ecologia e filme experimental - explora as transformações dinâmicas do ambiente e o seu impacto nas estruturas sociais e no campo da produção cultural. Em 2016 integrou a equipa curatorial da 11.ª Gwangju Biennale, na Coreia do Sul, e codirigiu a temporada piloto de Escuelita, uma escola informal no Centro de Arte Dos de Mayo (CA2M), Madrid. Em 2018 foi cocuradora da exposição ‘Digestion School’, integrante na 4.ª Bienal de Design de Istambul, ‘A School of Schools’. No âmbito do ciclo de reflexões em torno do desenho, promovido pela Porta 33, Margarida Mendes proferiu uma palestra cuja narrativa central se desenvolveu à volta de conceitos ecológicos que serviram de ponto de partida para grandes temáticas que se cruzam com a linguagem do desenho. Termos como escala, fronteira ou abstração foram os escolhidos por Margarida Mendes para apontar a este movimento de aproximação, à escala planetária, entre a representação gráfica [e o que se esconde para lá desta] e a própria vida.A investigadora começou por abordar o conceito de escala, mostrando uma “imagem famosa” recolhida pela sonda Lunar Orbiter, lançada a 10 de agosto de 1966, nos Estados Unidos. “Esta é uma das primeiras imagens da Terra enquadrada a partir da lua. Isto situa-nos enquanto humanos que pensam pela primeira vez a uma escala planetária.”, afirmou, sublinhando tratar-se de “uma imagem revolucionária, que nos ajuda a pensar sobre escala, sobre a violência climática e a distribuição de recursos.”Da ideia de escala, partiu, depois, para a ideia de fronteira/limite, e contou que, durante a sua viagem até à Madeira, conseguiu ver, pela primeira vez, a Fossa Abissal. “A ideia de fronteira é tão interessante (…) Nós andamos a pensar sobre esta fronteira que é o mar profundo e, de facto, ela está cada vez mais próxima.”, notou.O oceano profundo é, aliás, o grande objeto de pesquisa de Margarida Mendes. “Numa época em que falamos, cada vez mais, da economia azul, esta última fronteira de recursos a explorar será desbravada como uma corrida ao ouro.”, disse, fazendo questão de vincar que os artistas, atuando, “em particular, sobre os universos do sensível”, assumem um papel fundamental na defesa da causa ecológica: “acredito no poder do porta-voz do sensível para chegarmos a um nível de entendimento (…) Todos nós temos lápis para afiar, como diz o Nuno Faria. Todos nós decidimos como é que a nossa passagem se relaciona com o mundo.”
    52 min