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Sabe quando você para, em silêncio, com o olhar perdido ou centrado em absolutamente nada… e fica assim, apenas escutando a própria mente…?
Essa sou eu… dona de uma mente que não é muito boa de emitir voz externa, mas que não cala a boca em nenhum segundo do dia.
De fato, nunca fui de conversar muito. Não falo das conversas corriqueiras e brincadeiras cotidianas… mas sim do ato de conversar, o diálogo em si, a ação de falar e se abrir. Eu, realmente, nunca fui muito boa nisso, acredite.
“Tire as suas emoções do abstrato e as passe para o concreto." Quantas vezes você já ouviu esse conselho? Eu ouvi inúmeras vezes. Acho que foi por isso que o Jornalismo se tornou opção quando a vida me oportunizou o curso superior. Escrever é dar a voz à minha alma, sempre foi assim, desde pequena. Uma forma de me perder entre as palavras e, ao mesmo tempo, me encontrar em meio às frases.
Não sei você, mas é assim que consigo concretizar os sentimentos e alinhar meus pensamentos. Por isso percebi que a casa estava bagunçada demais (hoje completa um mês que estou de licença por ansiedade e estresse), porque parei de falar por meio da escrita. Agora, mais uma vez e de mansinho, tento retornar ao meu refúgio. Um dia de cada vez, pois foi pela pressa das responsabilidades cotidianas que me emaranhei nas emoções.
E nesse emaranhado em que me encontro, busco voltar a escutar os conselhos que saem da minha escrita e que talvez valham para você: Reduza a velocidade, observe a vida pela janela - por aqui, a chuva cai fria, mansa e constante - respire bem fundo e siga no seu tempo!
Eu estou seguindo…
By MaJú MendesSabe quando você para, em silêncio, com o olhar perdido ou centrado em absolutamente nada… e fica assim, apenas escutando a própria mente…?
Essa sou eu… dona de uma mente que não é muito boa de emitir voz externa, mas que não cala a boca em nenhum segundo do dia.
De fato, nunca fui de conversar muito. Não falo das conversas corriqueiras e brincadeiras cotidianas… mas sim do ato de conversar, o diálogo em si, a ação de falar e se abrir. Eu, realmente, nunca fui muito boa nisso, acredite.
“Tire as suas emoções do abstrato e as passe para o concreto." Quantas vezes você já ouviu esse conselho? Eu ouvi inúmeras vezes. Acho que foi por isso que o Jornalismo se tornou opção quando a vida me oportunizou o curso superior. Escrever é dar a voz à minha alma, sempre foi assim, desde pequena. Uma forma de me perder entre as palavras e, ao mesmo tempo, me encontrar em meio às frases.
Não sei você, mas é assim que consigo concretizar os sentimentos e alinhar meus pensamentos. Por isso percebi que a casa estava bagunçada demais (hoje completa um mês que estou de licença por ansiedade e estresse), porque parei de falar por meio da escrita. Agora, mais uma vez e de mansinho, tento retornar ao meu refúgio. Um dia de cada vez, pois foi pela pressa das responsabilidades cotidianas que me emaranhei nas emoções.
E nesse emaranhado em que me encontro, busco voltar a escutar os conselhos que saem da minha escrita e que talvez valham para você: Reduza a velocidade, observe a vida pela janela - por aqui, a chuva cai fria, mansa e constante - respire bem fundo e siga no seu tempo!
Eu estou seguindo…