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Uma aldeia com pouco mais de 80 habitantes vai juntar centenas para despertar um símbolo que tem andado adormecido. O Sporting União Clube da Passarela construiu-se com um passado que meteu vinho, futebol, ciclismo, atletismo, lendas e histórias. O André e a Ana apostaram em resgatar a memória, determinados a que o emblema tenha igualmente um presente e futuro. Afinal, de que é feito um clube?
Meteu-se o Agosto e se tudo o que é podcast vira DJ Set o que tem o Tó Madeira que é diferente dos outros? Este tema de natureza lúdico-experimental com ares de disco sound serve de avanço e intro para a compilação exclusiva no Mixcloud a que se deu o título “Domingos Desportivos - Música de Baile para Tardes de Bola”. Troquem esse Caribe Mix do auto-rádio por um conjunto de cantigas de inspiração de bancada para escutar no lazer de veraneio, seja na praia, piscina ou no baile da aldeia onde invariavelmente vão acabar a dançar com um cachorro. E nas primeiras jornadas da época onde perguntam: “mas isto não costumava começar mais tarde”?
Mixcloud: https://www.mixcloud.com/edgarmacedo56/domingos-desportivos-m%C3%BAsica-de-baile-para-tardes-de-bola-vol1/
Nota: Os sons presentes neste tema foram obtidos de diversas fontes espalhadas pela internet, nomeadamente, mas não só, o YouTube. A plataforma Mixcloud, onde está alojado o mix completo, tem a fama de pagar direitos aos artistas de forma direta e mais justa, através de acordos de licenciamento. Faz-se o que se pode com aquilo que se tem.
A migração portuguesa foi determinante no desenvolvimento do futebol nos Estados Unidos e deixou um legado que dura até hoje. Desde os operários que fizeram o Grémio Lusitano e o Ponta Delgada Soccer Club, equipa que chegou a ser o “onze” da seleção, passando pelo artilheiro Billy Gonsalves, considerado um dos melhores de sempre. O sucesso da LASA, a liga amadora que chegou a juntar mais de 30 emblemas com raízes nacionais, e a experiência da bancada popular no pontapé na bola juvenil antes da era das “soccer mom”. Com os testemunhos de João Gonçalves e Kayla Faria.
Um clube criado de base pela comunidade, que rejeita a MLS e enche bancadas com pirotecnia, coreografias e mensagens anti-racistas e em defesa da igualdade. O soccer popular existe, está em Detroit e o adepto Michael Kitchen fala-nos desse outro lado do futebol nos Estados Unidos. Damos ainda um salto a Vermont, também conhecido por Bernibeu.
A partir do largo onde tudo começou, revisita-se a bola que fez furor em outros tempos mas que não existe mais em Portimão. O Grupo Desportivo da Torralta que era “a Academia antes de existirem Academias” e o associativismo que José Garrancho estudou e reuniu em livro. Um episódio que anda à volta pelos arquivos e que faz as malas para uma certa “estética de turismo” a que alguém apelidou de “capitalismo popular”.
O Direito ao Desporto e à Cultura Física está consagrado na Constituição mas os números indicam que estamos a trair Abril. No país da União Europeia com piores índices de atividade física, há crianças que não têm sequer uma hora de Desporto por semana. Qual tem sido o papel do Estado e como estamos a tratar os mais pequenos no Direito a Brincar, são convites à reflexão com Felipe Passos e Frederico Lopes.
Ep.42 (Pt.2) Da Rua Nova ao Parque das Nações: a geografia do Olivais e Moscavide. O bingo, os bailes, e o campo que encolheu quando tudo à volta ficou maior. A falsa ideia de “vazio urbano” e a memória que fica quando o material desaparece. Pedaços da vida do Desportivo, que são também pedaços da vida da cidade. Com o presidente Gonçalo Candeias e os contributos do dirigente Manuel Silva e o adepto Pedro Antunes. (Segunda parte).
Foi forçado a adaptar-se e a acompanhar as transformações da zona oriental de Lisboa. Mudou o nome, o estádio, a freguesia. Viveu períodos de glória, mas também esteve em risco de fechar. Emblema mais que centenário, é hoje o único da cidade com 3 Taças da AFL consecutivas. O Desportivo dos Olivais e Moscavide, pelo presidente Gonçalo Candeias, e os contributos do dirigente Manuel Silva e o adepto Pedro Antunes. (Primeira parte)
Um Campeonato do Mundo organizado por três países, sendo que um deles já ameaçou os outros dois. Adeptos proibidos, bilhetes caros, um intervalo de meia-hora, o Prémio Paz para o xerife desta coboiada. Precisamos de falar sobre o Mundial 2026. Fez-se a reflexão com Bruna Barenco, a Historiadora do Futebol, e entre sportswashing e capitalismo de celebração, ainda se deu um salto ao Mundial de 82.
Daqui posto de comando do Movimento de Libertação do Tó Madeira.
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