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Demorou, mas o CLÃ se reuniu com full squad novamente. O avião nem havia baixado em Verdansk e um parceiro já caiu do paraquedas, ou abateram ele na coronhada. O motivo certo não se sabe, mas mesmo desfalcados do elemento surpresa, o TYMV voltou a ter seu sabor original e tradicional - a constituição de um verdadeiro EZÓDIA moderno ou um MEGAZORD futeboleiro: apostador, engenheiro, comunicador, programador e fuderino. Cinco peças que montam um peção duro, roliço e grandioso. Nós somos o Toco Y Me Voy, mas se fôssemos uma pessoa só poderíamos ser chamados de Armando Pinto. Ou Ana Konda. Ou Davi Agra. Ou Ema Coniera. Ou Kevin Mamar. Ou Melbi Lau. Ou Paula Ambido. Ou Tasha Padona. Ou Tommy Leite. Ou mesmo poderíamos ser o 私は遊んで行きます e muito bem nos chamariam de Kawara Nofuro, Kotóba Nokano, Takara Natakuara ou Tokoku Navara.
UAHSUHSUHSUHSUS bah meu, a gente é muito bom. Depois dessa só dá o play no Spotify ou no Youtoba e deleite-se!!!!!!!!!!!!!
No dia em que começa a casa mais vigiada do brasil, o podcast mais inteligente do Brasil grava sua edição de número 38. Tivemos colorados comemorando sua primeira vitória em clássico na historia do TYMV, convidado especial suprindo a ausência da parte azul do programa e dicas de como ganhar dinheiro no segundo maior programa de entretenimento do pais: o Big Brother Brasil. o primeiro tu já sabe qual é e ele tá no ar de novo, spotify e youtube, so vai MEU EJACULADÃO
Os Cavaleiros da Távola Redonda, segundo a lenda, foram os homens premiados com a mais alta ordem da Cavalaria, na corte do Rei Artur, no Ciclo Arturiano. A Távola Redonda, ao redor da qual eles se reuniam, foi criada com este formato para que não tivesse cabeceira, representando a igualdade de todos os seus membros. O Toco y Me Voy prega essa mesma igualdade, embora a gente odeie socialismo (bem, alguns de nós ao menos), nós amamos saber que somos todos iguais: gremistas, colorados, corintianos, amos e mamelucos. A gente bota a mão na espada e o dedo na cara, a boca no microfone, na botija e cai de boca em outras coisas eventualmente. Portanto, a ancoragem muda de mão, os assentos da mesa mudam de participantes e tudo isso faz parte de um processo homogêneo no qual a gente concorda mesmo quando discorda, ou seja: coisa de gênio. Tu vê né cara: a gente debate quase 2h num ato bissemanal (e para alguns bissexual, é verdade, a gente apoia toda forma de amor irmão) e no final CONCORDA até quando DISCORDA.
Coisa de gênio. Um programa heterogêneo no estilo mesa redonda e bebendo cervejas que descem redondo. Trocadilhos e trocadalhos, formas e formatos. Pega a sua espada e vem.
Ouça no Youtube e veja no Spotify.
Abra a sua mente, que o Toco é o programa da gente.
E em 2021 tem muita coisa pra rolar.
Ah, ia me esquecendo: falamos do Gre-Nal 429, do Jean Pyerre, do Inter no Brasileirão e muito mais. Mas genial, como sempre.
Avante, cavaleiros!!!!!
Demorou mas aparecemos. Depois de uma semana de atraso, USGURI do Toco y Me Voy estão de volta sem a presença daquele que nos prende, aquele que nos segura, aquele que nos puxa pra baixo, aquele que não nos permite chegar no nosso destino: O NOSSO ÂNCORA. Ou seja, os três integrantes que sustentam este programa estão de volta em quase 1 hora de programa de muita alegria e cagação de tese sobre o futebol brasileiro e sul-americano de modo geral. ENJOY GUYS. Vamo que vamo UUUUUUULLLLL
Como os farrapos da Revolução de 35, seguimos na luta contra o Império. A nossa revolta não é contra o imposto do charque, mas sim contra quem não sabe nada de futebol e precisa ouvir este programa idealista. E assim como os bravos guerreiros gaúchos da Revolução Farroupilha, temos inimigos severos: o vírus, o cambão, a praia que como sereia canta e nos tira integrantes.
De qualquer maneira, o Toco tarda mas não falha. Jamais falha. Mesmo desfalcado de membros, esfacelado das batalhas, tendo que se aliar com um tal de Zoom para manter sua luta no ar e nos ouvidos dos fãs. Como diz o hino mais lindo do mundo: sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra. O resto, inclusive, ultimamente tão querendo cancelar, mas não vão conseguir. Tu vê cara, o Toco é como o ideal gaúcho e farroupilha - além da nossa data suprema ser em Setembro: querem nos cancelar, querem nos derrotar, querem nos derrubar, querem ATÉ NOS CENSURAR.
Mas não adianta, a gente segue vivo. Tipo um lanceiro no front da batalha de adaga na mão, peleando contra tudo e contra todos.
Se um dia o Toco parar será ao preço de sangue. Mas enquanto houver cerveja, amizade, um microfone e uma forma de colocar isso na internet para o mundo ver, o Me Voy Cast seguirá vivo. Até o último membro.
O ano virou e o primeiro programa do ano é essa obra prima: falamos do que tá rolando no futebol brasileiro na primeira semana do ano, das festas de fim de ano e como aqui PAUTA SEMPRE LIVRE demos umas dicas de filme. Então venha, no Youtube e no Spotify, coloca aí: TOCO Y ME VOY PEGA NO MEU Y BALANÇA PODCAST FUI!!!!!!!!!!!!!!!
Tô bebado meu, escuta que na virada do ano a gente até que foi bem. Um programa feito em live. MUAHAHAHAHAHAHA OOOOO UAMUAMUAAAAAAA VEM MAMANDO EUUUUUUUUU OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO AIAIIAAIAIAIAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII GRÊMIO NA SEMI
Não é novidade para ninguém que nos escuta que existem 3 pilares sustentando esse programa. O resto aparece quando quer. O programa de ontem foi feito justamente pelos três. Um grupo ilustre e ornamental chamado de Rahstiniboni.
Meu, não tem mistério: programa especial de Natal no sítio. Noite de sexta-feira, calor, tempo bom, nicotina e cerveja gelada. Marcelo ausente, mas ausência suprida pela estrela móvel Rafael Correa. Omar de volta. O trio de ferro jamais falta (Rahstiniboni). Tem como ser ruim? Cara, ruim é o dia de quem não ouvir esse programa. Sério. Tá imperdível. Só que assim meu, esse só no Spotify. Sem imagens, mas voltaremos. Ouça-nos. No Youtube ou no Spotify, apenas OUÇA-NOS e me agradece depois.
DINGOU BEL, DINGOU DINGOU BEL, SEU PRESENTE É PIROCA E ELE CAIU DO CEU MEUZINHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
E aí, gurizada! Como vocês estão minhas borboletinhas? Na marca do trigésimo programa, construímos um gigantesco episódio diretamente das areias brancas do litoral gaúcho. Desfrute desta peça rara e exótica da radiofonia sul-brasileira. Discorremos sobre o vexame do Grêmio na Terra da Baleia (que acabou entrando nas entranhas da baleia), falamos também sobre os 14 anos do título mundial do Inter e bebemos como Gabiru e Perdigão bebem. A cereja deste bolo bem bolado foi sadio debate sobre os cedros que intermeiam os vértices da idolatria de um jogador de futebol.
E no mais, amiguinhos, já taparam alguém de leite hoje?
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