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Todos nós carregamos partes que preferimos não ver — raiva, medo, dor, ressentimento, fragilidade. Tentamos escondê-las, mas o que é reprimido não desaparece, apenas muda de forma. Quando não olhamos para dentro, projetamos essas sombras nos outros: o que nos irrita neles revela algo que negamos em nós.
Reconhecer isso é um ato de coragem e crescimento. Acolher nossas sombras não é fraqueza, é maturidade emocional significa compreender o que cada sentimento tenta nos mostrar. Ao nos responsabilizarmos por nós mesmos, o outro deixa de ser inimigo e passa a ser apenas humano, como nós.
Somente quando paramos de fugir de quem somos encontramos leveza e autenticidade. Ninguém transforma o que não reconhece — e é ao aceitar nossas partes mais profundas que começamos, de fato, a nos libertar.
By Grupo ArautoTodos nós carregamos partes que preferimos não ver — raiva, medo, dor, ressentimento, fragilidade. Tentamos escondê-las, mas o que é reprimido não desaparece, apenas muda de forma. Quando não olhamos para dentro, projetamos essas sombras nos outros: o que nos irrita neles revela algo que negamos em nós.
Reconhecer isso é um ato de coragem e crescimento. Acolher nossas sombras não é fraqueza, é maturidade emocional significa compreender o que cada sentimento tenta nos mostrar. Ao nos responsabilizarmos por nós mesmos, o outro deixa de ser inimigo e passa a ser apenas humano, como nós.
Somente quando paramos de fugir de quem somos encontramos leveza e autenticidade. Ninguém transforma o que não reconhece — e é ao aceitar nossas partes mais profundas que começamos, de fato, a nos libertar.