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O suicídio diante da Autoimagem.
O toque no núckeo do nosso ser.
Autoanálise em Maria G.
“Uma senhora de sessenta e dois anos, Maria G. teria sido acusada por um vigia de supermercado de roubar um potinho de creme de leite e teria sido revistada diante dos outros clientes. Maria voltou para casa. Ela não falou de sua desventura com ninguém. No dia 10 de abril, ela foi ver o túmulo de seus pais. Na volta, passou perto do canal no qual acabam de repescar e identificar seu corpo. Ela havia deixado um bilhete para seu filho: “Roland, eu não cometi o roubo do potinho de creme do qual me acusam os pilantras do supermercado. Juro sobre a cabeça de meus netos. Diante da morte, não minto. Tua mãe”
(Sophie Calle, Douleur exquise, Paris: Acte Sud, 2003, p. 275)
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Maria G. roubou, se mata, e diz que a culpa é dos "pilantras do supermercado".
By Adelmo Marcos RossiO suicídio diante da Autoimagem.
O toque no núckeo do nosso ser.
Autoanálise em Maria G.
“Uma senhora de sessenta e dois anos, Maria G. teria sido acusada por um vigia de supermercado de roubar um potinho de creme de leite e teria sido revistada diante dos outros clientes. Maria voltou para casa. Ela não falou de sua desventura com ninguém. No dia 10 de abril, ela foi ver o túmulo de seus pais. Na volta, passou perto do canal no qual acabam de repescar e identificar seu corpo. Ela havia deixado um bilhete para seu filho: “Roland, eu não cometi o roubo do potinho de creme do qual me acusam os pilantras do supermercado. Juro sobre a cabeça de meus netos. Diante da morte, não minto. Tua mãe”
(Sophie Calle, Douleur exquise, Paris: Acte Sud, 2003, p. 275)
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Maria G. roubou, se mata, e diz que a culpa é dos "pilantras do supermercado".

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