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No Palm Royale, o clube mais exclusivo dos Estados Unidos em 1969, não basta querer entrar: tem que ser apadrinhado por três sócios e pagar US$ 150 mil. Mas nada disso importa para Maxine (Kristen Wiig), que literalmente pula o muro e é capaz de vender um rim para pertencer à nata da sociedade. Ela mente, rouba, provoca acidentes, dá nó em pingo d'água, mas é tão obstinada que a gente torce por ela. 'Palm Royale' ainda tem o Ricky Martin sem camisa e atuando bem.
Depois de alguns tropeços no passado, a Marvel deu uma dentro: 'X-Men '97', recém-chegada ao Disney+, volta àqueles mutantes dos icônicos anos 90'. Sem o professor Xavier, é o Ciclope quem assume a liderança do grupo, que tem um herói brasileiro interpretado no original em inglês pelo ator e dublador Gui Agostini.
Finalmente achei uma série melhor que o livro original: 'O Problema dos 3 Corpos', série de ficção científica estreando na Netflix, é um espetáculo audiovisual à altura do seu orçamento e bem acima da minha expectativa. Série de oito episódios é a aposta do ano da Netflix, e supostamente tem o maior orçamento da história da plataforma. Dos mesmos criadores de 'Game of Thrones', é baseada no livro do premiado autor chinês Cixin Liu.
O cineasta britânico Guy Ritchie traz para a Netflix, agora em formato de série, o universo do seu filme de 2020, 'Magnatas do Crime'. O filho de um duque herda o título, uma propriedade decrépita, as dívidas e... uma sociedade num império de maconha. Para deixarem de ser criminosos, ele e sua família têm de agir como... criminosos. Mas com muita classe.
Esqueça Diego Maradona. Melhor que a história de um dos maiores jogadores de futebol da história são as peripécias de seu agente, Guillermo Coppola. Os altos e baixos da vida e da carreira desse empresário estão em "O Agente de Futebol", comédia que estreia no Star+.
'As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha', que estreia na Max, tem título autoexplicativo. A série, inspirada em livro de experiente jornalista política, acompanha quatro repórteres no ônibus da imprensa que acompanha candidatos nas primárias presidenciais nos Estados Unidos. Ácida e divertida.
Kate Winslet tem tudo pra levar mais um Emmy por 'O Regime', minissérie que é o carro chefe da transição de HBO Max pra Max no streaming. Ela é a chanceler autocrata de uma república fictícia e insignificante no leste europeu, uma nação pobre e decadente cuja sobrevivência econômica depende de ceder aos Estados Unidos o direito de explorar as minas do país. Completamente paranoica e hipocondríaca, ela tem suas manias validadas por um militar cuja única função é examinar a umidade do ar nos ambientes por onde a chanceler passa. Atuação de milhões numa impagável sátira à extrema direita.
Drama coreano na Netflix, 'Meu Nome é Loh Kiwan' é uma sucessão de tragédias. As tribulações de um refugiado num país onde não conhece ninguém nem fala o idioma ganham o tempero do amor impossível, naquele estilo coreano de contar histórias: leva meio filme para o casal pegar na mão.
Batizada de 'Game of Thrones' de samurais, 'Xogum: A Gloriosa Saga do Japão' é a produção feita com maior atenção aos detalhes que você vai ver. Das armaduras ao jeito que uma personagem segura um copo, tudo é baseado em pesquisa e orientado por mestres conhecedores da sociedade no Japão feudal. Absolutamente grandiosa e imperdível.
HBO Max agora é Max, com novos preços, promessa de dobrar o número de títulos disponíveis e anúncios na assinatura mais barata.
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