
Sign up to save your podcasts
Or


Trabalha menos. É o mote desta semana. Larga tudo e vai fazer alguma coisa de que gostes. Algo que gostes mesmo muito, sem pensar no inatingível do momento. Há sempre alguma coisa que podemos fazer, mais que não seja, largar o que estamos a fazer para fazer o que mais gostamos. E de que gostamos?
Já esquecemos, assoberbados por compromissos e obrigações, responsabilizações e culpabilizações que passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia, como se vida fosse uma interminável lista de coisas para fazer.
Experimenta parar e não fazer. O mundo continua a rodar, talvez o teu possa abrandar para, depois, continuar. Saberás o que fazer e não será o dinheiro no bolso a conduzir essa decisão. Sabemos sempre, mesmo quando achamos que não, mesmo quando achamos que precisamos de muito mais do que aquilo que temos, para viver. É tudo caro, tudo depende de contas bancárias e tudo nos diz que, se não temos, podemos ou fazemos, somos menos. Menos é mais, mesmo que o mais signifique distância em relação a tudo o que sempre conhecemos e demos por certo. Pode não ser.
Experimenta um mês. Vive com menos, gasta menos, faz menos, produz mais. Embarca numa aventura que te livra de um consumo excessivo. Compra apenas a comida de que precisas, elimina o excesso e concentra-te nos pequenos prazeres. Esses, quentão custam dinheiro. Limita o consumo ao estritamente necessário, como se a tua vida dependesse disso, anda mais a pé, menos de carro ou transportes, e questiona-te, no final da experiência, o quanto poupaste. Estende durante outro mês e avalia o supérfluo para o eliminares. No final do terceiro mês, pergunta-te se, aquele trabalho que te consome precisa mesmo continuar a consumir ou se, afinal, podes viver com menos, muito menos do que aquilo que o dinheiro pode pagar. Nada substitui a nossa saúde mental e ainda ontem uma amiga recebeu um diagnóstico de burnout que prova que, mais do que aquilo que ganhamos, no final de cada mês deve estar o que conquistamos. A paz.
Bom fim-de-semana. Cuidem-se ❤️
By Paula CordeiroTrabalha menos. É o mote desta semana. Larga tudo e vai fazer alguma coisa de que gostes. Algo que gostes mesmo muito, sem pensar no inatingível do momento. Há sempre alguma coisa que podemos fazer, mais que não seja, largar o que estamos a fazer para fazer o que mais gostamos. E de que gostamos?
Já esquecemos, assoberbados por compromissos e obrigações, responsabilizações e culpabilizações que passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia, como se vida fosse uma interminável lista de coisas para fazer.
Experimenta parar e não fazer. O mundo continua a rodar, talvez o teu possa abrandar para, depois, continuar. Saberás o que fazer e não será o dinheiro no bolso a conduzir essa decisão. Sabemos sempre, mesmo quando achamos que não, mesmo quando achamos que precisamos de muito mais do que aquilo que temos, para viver. É tudo caro, tudo depende de contas bancárias e tudo nos diz que, se não temos, podemos ou fazemos, somos menos. Menos é mais, mesmo que o mais signifique distância em relação a tudo o que sempre conhecemos e demos por certo. Pode não ser.
Experimenta um mês. Vive com menos, gasta menos, faz menos, produz mais. Embarca numa aventura que te livra de um consumo excessivo. Compra apenas a comida de que precisas, elimina o excesso e concentra-te nos pequenos prazeres. Esses, quentão custam dinheiro. Limita o consumo ao estritamente necessário, como se a tua vida dependesse disso, anda mais a pé, menos de carro ou transportes, e questiona-te, no final da experiência, o quanto poupaste. Estende durante outro mês e avalia o supérfluo para o eliminares. No final do terceiro mês, pergunta-te se, aquele trabalho que te consome precisa mesmo continuar a consumir ou se, afinal, podes viver com menos, muito menos do que aquilo que o dinheiro pode pagar. Nada substitui a nossa saúde mental e ainda ontem uma amiga recebeu um diagnóstico de burnout que prova que, mais do que aquilo que ganhamos, no final de cada mês deve estar o que conquistamos. A paz.
Bom fim-de-semana. Cuidem-se ❤️