Portátil, relativamente barato e capaz de reunir uma roda inteira ao redor de poucos acordes, o violão tornou-se um dos instrumentos mais presentes na vida social brasileira. Mas sua história está longe de ser uma trajetória tranquila. Antes de ocupar rádios, discos, conservatórios, universidades e salas de concerto, ele foi associado à boemia, à desordem e à vadiagem — não apenas por causa de seu som, mas principalmente por causa das pessoas, dos espaços e das práticas culturais às quais estava ligado.
BibliografiaANTUNES, Gilson Uehara. Américo Jacomino “Canhoto” e o desenvolvimento da arte solística do violão em São Paulo. 2002. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2002.GLOEDEN, Edelton. O ressurgimento do violão no século XX: Miguel Llobet, Emilio Pujol e Andrés Segovia. 1996. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1996.GONÇALVES, Leandro Márcio. O processo de difusão do violão clássico no Brasil através da “Escola de Tárrega” entre 1916 e 1960. 2015. Dissertação (Mestrado em Música) — Escola de Artes, Universidade de Évora, Évora, 2015. PEREIRA, Marcelo Fernandes; GLOEDEN, Edelton. De maldito a erudito: caminhos do violão solista no Brasil. Composição: Revista de Ciências Sociais da UFMS, Campo Grande, v. 6, n. 10, p. 68–91, jul. 2012. FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002.A publicação é um conjunto documental e fonográfico composto pelo livro, quatro CDs de áudio e cinco CD-ROMs com documentos, imagens, partituras e outros materiais relacionados à gravadora. Isto É Bom. Composição: Xisto Bahia; Intérprete: Bahiano. In: FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002. Bolim Bolacho. Intérprete: Eduardo das Neves. In: FRANCESCHI, Humberto M. A Casa Edison e seu tempo. Rio de Janeiro: Sarapuí, 2002.