Trienal de Lisboa

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By Trienal de LisboaSociety & Culture
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Trienal de Lisboa episodes

  • Manobras de Aproximação Debate Turncoat #2
    A caminho da exposição Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora, o segundo debate vira-casacas colocou frente a frente as arquitetas Paula Santos e Soraia Fernandes. Invertendo pontos de partida para experimentar outros pontos de vista, cada uma apresentou o projeto desenhado por alguém da geração oposta, procurando responder à pergunta: o que é uma boa casa?
    1 hr 32 min
  • Manobras de Aproximação Debate Turncoat #3
    No último de três debates em formato 'turncoat' (vira-casacas) que preparam a exposição Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora, Manuel Aires Mateus e Rui Filipe Pinto, estiveram à conversa para debater como se projeta hoje, a há 20 anos. Cada debate conta com dois participantes de gerações diferentes da arquitetura portuguesa, uma nascida na década de 60 e outra nos anos 80 e 90, que vêm apresentar uma casa desenhada por alguém da geração oposta, para responder à pergunta: o que é uma boa casa?
    1 hr 45 min
  • Manobras de Aproximação Debate Turncoat #1
    Inês Lobo e Nuno Reis Pereira abrem os debates em formato 'turncoat' (vira-casacas) que antecedem a exposição Manobras de Aproximação: Casas Otimistas para o Agora. Cada debate conta com dois participantes de gerações diferentes da arquitetura portuguesa, uma nascida na década de 60 e outra nos anos 80 e 90, que vêm apresentar uma casa desenhada por alguém da geração oposta, para responder `à pergunta: o que é uma boa casa?
    1 hr 28 min
  • A Rua de Entrecampos é um mundo
    Quero convidar-vos a fazer uma viagem no espaço, mas também no tempo. Pode-vos parecer que escolhi uma rua de Lisboa sem grande história, passada ou presente, mas se quiserem acompanhar-me irei contar-vos porque é que a Rua de Entrecampos, e o que existe à sua volta, são para mim tão importantes.
    Ela foi o centro do meu mundo durante muitos anos, naquela idade em que não sabemos bem o que é uma cidade, o que existe para lá daqueles prédios e daquelas pessoas que vemos todos os dias. Não há ainda uma geografia nas nossas cabeças e a imaginação leva-nos a pensar que coisas extraordinárias nos aguardam quando formos mais velhos e a cidade se nos oferecer inteira.
    Mas para já vamos viajar até à Lisboa dos anos 70 e ao número 30 da Rua de Entrecampos, a casa dos meus avós, Maria Helena e Mário. A casa onde eu cresci. As sardinheiras do meu avô já não espreitam nas varandas do 4º andar, mas este passeio, que terá muito de memória, não é sobre mim, nem sobre eles. É sobre uma cidade que já só existe na cabeça de quem a conheceu. Uma cidade que eu vejo e vocês provavelmente não verão sem esta minha ajuda. Vamos lá, então. Encontramo-nos à porta do nº 30?
    18 min
  • A Rua de Entrecampos é um Mundo, por Alexandra Prado Coelho
    Quero convidar-vos a fazer uma viagem no espaço, mas também no tempo. Pode-vos parecer que escolhi uma rua de Lisboa sem grande história, passada ou presente, mas se quiserem acompanhar-me irei contar-vos porque é que a Rua de Entrecampos, e o que existe à sua volta, são para mim tão importantes.
    Ela foi o centro do meu mundo durante muitos anos, naquela idade em que não sabemos bem o que é uma cidade, o que existe para lá daqueles prédios e daquelas pessoas que vemos todos os dias. Não há ainda uma geografia nas nossas cabeças e a imaginação leva-nos a pensar que coisas extraordinárias nos aguardam quando formos mais velhos e a cidade se nos oferecer inteira.
    Mas para já vamos viajar até à Lisboa dos anos 70 e ao número 30 da Rua de Entrecampos, a casa dos meus avós, Maria Helena e Mário. A casa onde eu cresci. As sardinheiras do meu avô já não espreitam nas varandas do 4º andar, mas este passeio, que terá muito de memória, não é sobre mim, nem sobre eles. É sobre uma cidade que já só existe na cabeça de quem a conheceu. Uma cidade que eu vejo e vocês provavelmente não verão sem esta minha ajuda. Vamos lá, então. Encontramo-nos à porta do nº 30?
    18 min
  • Coisas e pessoas de muitos sítios do mundo por Filomena Silvano
    Sinopse:
    Entre as praças da Figueira, Martim Moniz e do Chile encontramos coisas e pessoas de muitos sítios do mundo. Percorrer estes espaços é relacionarmo-nos com a variedade humana, cultural e étnica tão próxima de nós. Para que isso aconteça, basta decidir procurá-las.
    Músicas:
    – Act I: Engagement Before Separation, Enping Cantonese Opera Troupe in Cantonese Opera: The Delayed Return of My Husband Vol. 1, China Record Corporation, 2006
    – Zai Mei Bian, Leehom Wang, in Heroes of Earth, Homeboy Music Inc./Taiwan Branch, 2005
    – Rang Sari Gulabi Chunariya, Shobha Gurtu, Saregama Hindustani Classical
    – 你快樂所以我快樂 (You Are Happy So I Am Happy), Faye Wong, in 王菲 (Faye Wong), A Production House/EMI, 1997
    – Dama Dam Mast Qalandar, Nooran Sisters, at Dhaka International FolkFest 2016
    – Andorinhas, Ana Moura, in Casa Guilhermina, 2022
    – Rangisari, Kanishk Seth & Kavita Seth, in Jugjugg Jeeyo, T-Series, 2022
    Ficha técnica:
    Filomena Silvano (autoria e locução); Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução e créditos finais); Dizplay Soundlab (sound design)
    Agradecimentos:
    João Rui Guerra da Mata, José Mapril, Theresa Cabau, Tsang Yeuk Wa.
    37 min
  • O Movimento Parado do Jardim das Amoreiras por Anabela Mota Ribeiro
    O Jardim das Amoreiras é um espaço de encantamento. Podemos seguir as raízes das árvores, mergulhar nas copas frondosas, encontrar Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, mergulhar no imaginário da nossa infância com o pedo-psicanalista João dos Santos, sentir a imponência do aqueduto, fechar os olhos e sonhar, praticar os verbos ver e brotar.
    Numa praça cabem muitos mundos. E neste passeio que vos proponho, e que é mais que sonoro, convoco Eugénio de Andrade, Fernando Pessoa, Ruy Belo, António Pinho Vargas, Stevie Wonder, um harmónio interpretado por Vieira, que hesitou entre a pintura e a música, tantos movimentos e associações, ruínas, espaços vazios e de desamparo, a estação da aridez, a estação do florescimento. Parados, podemos chegar a muitos lugares. Até ao mais dentro de nós.
    Ficha técnica:
    - Anabela Mota Ribeiro (autoria e locução)
    - Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução)
    - Dizplay Soundlab (produção e sound design)
    Áudios utilizados:
    - Entrevista a Maria Helena Vieira da Silva em “Ma Femme Chamada Bicho”, de José Álvaro de Morais, 1977
    - Entrevista a João dos Santos em “A Escolinha de Arte de Cecília Menano – com Cecília Menano, João dos Santos e Maria Emília Brederode Santos”, 1975
    Músicas utilizadas:
    - Jardim do Passeio Alegre in Solo II, António Pinho Vargas – David Ferreira Iniciativas Editoriais, 2008
    - Arabesque no1, Claude Debussy, 1888
    - Rêverie, L68, Claude Debussy, 1890
    - Prelude and Fugue in B in The Well Tempered Clavier Book 2 - Nos.13-24, Johann Sebastian Bach, 1742
    - Trem das Cores, Caetano Veloso – Universal Music, Warner Chappel Music, 1982
    - Prelude and Fugue in A in The Well Tempered Clavier Book 1 - Nos.1-24, Johann Sebastian Bach, 1722
    - String Quartet in F minor, HIII No.35, Op.20 No.5. 1. Moderato, Franz Joseph Haydn, 1847
    - Kidonov (música adicional introdução e fecho)
    40 min
  • Do Cais do Sodré ao Rossio por Daniel Blaufuks
    Descubra um álbum de viagens muito pessoal do Cais do Sodré ao Rossio, neste passeio sonoro onde o artista Daniel Blaufuks nos acompanha por uma Lisboa feita arquivo de recordações cristalizadas com nitidez fotográfica. Aqui, cada rua é um armazém de memórias e cada memória contém outro armazém de memórias. As histórias que ilustram o caminho revelam segredos dos lugares por onde vai passar, pois uma cidade é feita de segredos. Mas não se engane – por muitas portas que se abram, muitos outros mistérios ficarão a pairar na memória da cidade. O roteiro passa pela rua do Arsenal, Terreiro do Paço e rua do Ouro, mas pode fazê-lo de forma não-linear, espreitando também os lugares periféricos que surgem à solta nesta narrativa livre. Deixe-se levar por esta conversa, onde as pausas nas palavras propõem paisagens sonoras para deixar as memórias a ressoar dentro de si.
    Ficha técnica:
    - Daniel Blaufuks (autoria e locução)
    - Beatriz Caetano Bento (produção e voz off introdução e créditos finais)
    - Dizplay Soundlab (produção e sound design)
    Músicas Utilizadas:
    - Bom Dia Lisboa, Rádio Macau – Parlophone Portugal, 1984
    - Kidonov (música adicional introdução e fecho)
    45 min
  • Knowing Water
    Throughout modern history, rivers have been used as transportation networks and border spaces, allowing cities to sprawl and urban prosperity to thrive. At the same time, the material, energetic qualities of rivers, their circulatory power, enigmatic behaviours and endless life forms tend to be overlooked. What story does the River Tagus tell us about the twin cities of Lisbon and Almada when its tangible, effervescent characteristics are permitted to rise to the surface? A work for headphones, “Knowing water" takes the listener on a sonic journey to the riverbed. Exploring the subterranean space in which both Lisbon and Almada are contained, it asks questions about the future of our cities and how water — in all its multivalence — might become more knowable to urban planning. The piece is available in three versions: Portuguese, English, and an immersive sound-only version. Listeners are encouraged to experience the work as they cross the Tagus by boat.
    This project was funded by the European Research Council (ERC) under the European Union's Horizon 2020 research and innovation programme, as part of the project Sonorous Cities: Towards a Sonic Urbanism (SONCITIES) (grant contract no. 865032)
    Open House Lisboa 2021 is co-produced by the Lisbon Architecture Triennial and EGEAC, in partnership with the Municipality of Almada.
    Credits:
    Conceived and spoken by Matilde Meireles (sound and Portuguese version narration) and Christabel Stirling (text and English version narration). The sound pieces include field recordings by both authors.
    Introduction and final credits voice-over by Beatriz Caetano Bento.
    Audio production by Dizplay SoundLab (introduction and final credits) and Merijn Royaards studios (main text recording).
    Translation by José Roseira.
    12 min
  • Conhecer a Água
    Ao longo da história moderna, os rios foram usados como redes de transporte e espaços de fronteira, permitindo que as cidades se expandissem e a prosperidade urbana prosperasse. Ao mesmo tempo, as qualidades materiais e energéticas dos rios, o seu poder circulatório, comportamentos enigmáticos e formas de vida infinitas tendem a ser esquecidos. Que história nos conta o rio Tejo sobre as cidades gémeas de Lisboa e Almada quando se permite que as suas características tangíveis e efervescentes venham à tona? Como obra para auscultadores, “Saber a água" leva o ouvinte numa viagem sonora ao leito do rio. Explorando o espaço subterrâneo onde estão Lisboa e Almada, questiona o futuro das nossas cidades e como a água - em toda a sua multivalência - pode tornar-se mais reconhecível no planeamento urbano. A peça está disponível em três versões: português, inglês e uma versão imersiva apenas sonora. Os ouvintes são incentivados a sentir a obra enquanto atravessam o Tejo de caciheiro.
    Ficha técnica:
    De e por Matilde Meireles (Som e locução da versão em Português) e Christabel Stirling (Texto e locução da versão em Inglês). As peças sonoras incluem gravações de campo das duas autoras.
    Voz off (Introdução e genérico final)- Beatriz Caetano Bento
    Produção Áudio - Dizplay SoundLab (introdução e genérico final) e estúdios Merijn Royaards (gravação texto principal)
    Tradução - José Roseira
    Este projecto obteve financiamento do Conselho Europeu de Investigação (ERC) no âmbito do programa de investigação e inovação Horizonte 2020 da União Europeia, parte do projecto Sonorous Cities: Towards a Sonic Urbanism (SONCITIES) (contrato de subvenção n.º 865032).
    O Open House Lisboa 2021 é uma co-produção Trienal de Arquitectura de Lisboa e EGEAC, em parceria com a Câmara Municipal de Almada.
    12 min

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