Apocalipse 13 descreve duas bestas distintas que têm papéis fundamentais no cenário profético dos últimos tempos. Veja a explicação de cada uma:
Surge do mar (geralmente simboliza povos e nações, segundo Apocalipse 17:15).
Tem dez chifres e sete cabeças, com dez coroas nos chifres e nomes de blasfêmia em suas cabeças.
Parece um leopardo, com pés como os de urso e boca como a de um leão (remetendo às visões de Daniel 7).
Representa um poder político mundial, muitas vezes interpretado como um sistema ou governo que se opõe a Deus e ao Seu povo.
Combina características dos reinos descritos em Daniel, indicando continuidade e concentração do poder.
Recebe autoridade do dragão (Satanás, conforme Apocalipse 12:9).
Persegue os santos e exerce domínio por "42 meses" (geralmente interpretados como 3 anos e meio ou 1.260 dias, um período simbólico).
Blasfema contra Deus, buscando usurpar Sua autoridade.
É adorada por aqueles cujos nomes não estão escritos no Livro da Vida.
Surge da terra (muitas vezes associada a um poder com raízes firmes ou diferente do mar).
Tem dois chifres como de um cordeiro, mas fala como um dragão.
Parece inofensiva à primeira vista, mas suas ações revelam seu caráter maligno.
Representa um poder religioso ou ideológico que apoia o primeiro poder, atuando como uma falsa autoridade espiritual.
Os dois chifres podem simbolizar uma dualidade de poder (por exemplo, civil e religioso).
Realiza grandes sinais e prodígios, enganando os habitantes da Terra.
Ordena que se faça uma imagem da primeira besta e força a adoração dessa imagem.
Impõe a marca da besta (o número 666) na mão direita ou na testa das pessoas, exigindo lealdade e controle econômico.1ª Besta: A que emerge do mar (Apocalipse 13:1-10)2ª Besta: A que emerge da terra (Apocalipse 13:11-18)
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