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Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.
By Poiema CuritibaEntramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.Entramos no átrio com ações de graças e louvor, mas há uma dimensão mais profunda da adoração, que ultrapassa as emoções e nos conduz a adorar em espírito e em verdade. O livro de Cântico revela esse relacionamento entre o Rei (figura de Cristo) e a sulamita (figura da igreja), mostrando que Deus nos chama para além de um culto: Ele nos convida à intimidade, à doce experiência da Sua presença. Jesus conhece nossas dores, carrega nossos fardos e nos ama com misericórdia e compaixão. Contudo, há momentos em que parece distante; não por abandono, mas para provar e amadurecer nosso amor, despertando em nós o desejo de buscá-Lo com sinceridade.Esse relacionamento passa por um processo de crescimento: de um amor inicial e imaturo para uma entrega profunda, centrada não mais em nós, mas n’Ele. O deserto, muitas vezes, é o lugar dessa maturidade, onde aprendemos a depender e a nos apoiar no Amado. Deus nos criou para essa comunhão, e a verdadeira intimidade com Cristo contagia outros, despertando neles o desejo de conhecer o Jesus vivo e presente. Assim, somos conduzidos a viver uma experiência cada vez mais profunda de amor, fidelidade e entrega.