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Farmacêutica anuncia fim de estudo que busca a cura do diabetes tipo 1 | TOM BUENO
Quando a estratégia não funciona para controlar o diabetes | CAFÉ, INFORMAÇÃO E DIABETES
Sejam bem-vindos ao primeiro episódio do DiabetesCast. A primeira temporada chega com episódios inéditos no canal oficial do Spotify e do YouTube, trazendo conversas profundas, humanas e informativas sobre o dia a dia de quem vive com diabetes. Hoje conversamos com a nutricionista especialista em diabetes, Tarcila Campos, e debatemos tudo o que é preciso ter na alimentação de quem convive com a doença.
Bom dia! É hora de de Café com muitas informação sobre o diabetes. Vamos comigo?
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Cientistas da Weill Cornell Medicine e da Hofstra University desenvolveram uma técnica inovadora para aprimorar a vascularização das ilhotas pancreáticas antes do transplante, representando um avanço promissor para o tratamento do diabetes tipo 1.
Publicada na revista Science Advances, a pesquisa busca superar um dos principais desafios do transplante de ilhotas: a rápida degeneração das células produtoras de insulina devido à falta de um suprimento sanguíneo adequado.
Atualmente, as ilhotas pancreáticas representam apenas 2% da massa do pâncreas, mas recebem cerca de 20% do fluxo sanguíneo do órgão.
No transplante, essa vascularização é perdida, prejudicando a sobrevivência das células e sua capacidade de secretar insulina.
Para resolver esse problema, os pesquisadores cultivaram ilhotas humanas juntamente com células endoteliais reprogramadas (R-VECs), criando uma rede de vasos sanguíneos dentro e ao redor das ilhotas antes do transplante.
Nos experimentos, camundongos com diabetes que receberam essas ilhotas vascularizadas apresentaram normalização dos níveis de glicose no sangue, demonstrando que o enxerto estava funcionando.
Quando as ilhotas transplantadas foram removidas, os níveis de glicose voltaram a subir, confirmando que o controle glicêmico era resultado direto das células transplantadas.
Essa nova abordagem pode revolucionar o transplante de ilhotas pancreáticas, tornando-o mais eficiente e acessível.
O transplante subcutâneo, além de evitar os desafios do fígado, permite um monitoramento mais fácil do enxerto e, se necessário, sua remoção.
Se a eficácia da técnica for confirmada em humanos, ela poderá representar um avanço significativo no tratamento do diabetes tipo 1, reduzindo a necessidade de injeções diárias de insulina e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.
Café, informação e diabetes: papel das redes sociais para quem convive com diabetes, projetos de lei para quem convive com diabetes, plano de saúde e SUS. Convidada @eloebete
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