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A coleção dos Salmos de Subida, ou Cântico dos Degraus, que são os salmos 120-134, é muito interessante e cheia de peculiaridades, quando estudados em conjunto.
“Em verdade, em verdade lhes digo que, se vocês não comerem a carne do Filho do Homem e não beberem o seu sangue, não terão vida em vocês mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu permaneço nele.” (João 6:53-56). Jesus deixou claro que o caminho para Deus é somente o caminho de Deus. E esse caminho é Jesus. Não é o que fazemos, não é o que somos. Tudo está centrado em Jesus e na Sua obra por nós, uma obra de amor e graça.
O Salmo 134 fecha a coleção dos Salmos de Subida, ou Cântico dos Degraus.
O Salmo 132 trabalha a das teologias mais bonitas da Bíblia, pra mim: a teologia do sábado. A ideia de descanso ligada ao sábado é extremamente profunda em diversos níveis.
O salmista se compara a um recém-nascido que acabou de ser amamentado pra dizer que seu coração está calmo. Quando Deus satisfaz nossa fome, nossa alma se aquieta. Por favor, Senhor, nos alimente!
O salmista fala do seu desejo por Deus sem conseguir verbalizar…
Salmo 128 lembra um pouco a história de Abraão: ser abençoado para ser benção!
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