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Fredone Fone aprendeu a pintar ajudando o pai, construindo e reformando casas, por mais de dez anos. Em meados dos anos 1990, através do skate, do graffiti, do hip-hop descobriu novos modos de usar a cidade.
Seu trabalho é constituído por pintura, instalação, colagem, áudio, vídeo, fotografia e outros. Fredone fala sobre o sonho da casa própria em contextos de periferia, sobre a autoconstrução e o hip-hop como táticas subversivas de existência, de ocupação e de sobrevivência da população negra periférica, que é maioria no trabalho da construção civil.
Recentemente, recebeu o prêmio Pollock-Krasner Foundation Grant, New York, USA, 2020/2021
Fredone Fone desenvolverá o projeto Visão central-periférica, iniciado neste ano de 2020. Neste trabalho, pesquiso materiais vazados - entre cobogós, lajotas, blocos - utilizados na construção civil. Busco por estes materiais em lojas de materiais de construção, localizados em bairros de "periferia", a fim de estudar presença deles na construção e na configuração da paisagem destes bairros. Em referência ao foco central e o periférico da visão, aos pontos de vista que definem o que ou quem é centro ou periferia, uso estes elementos vazados como uma espécie de binóculo e sou fotografado em diferentes partes da cidade.
A conversa será guiada pelos curadores Ananda Carvalho, professora do Departamento de Artes Visuais, da Universidade Federal do Espírito Santo, crítica de arte e curadora, e também o curador Marcelo Campos, Professor do Departamento de Teoria e História da Arte e dos Programas de Pós-Graduação em Artes e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ e curador chefe do Museu de Arte do Rio. Como convidado especial, Sagaz.
By Residência 8Fredone Fone aprendeu a pintar ajudando o pai, construindo e reformando casas, por mais de dez anos. Em meados dos anos 1990, através do skate, do graffiti, do hip-hop descobriu novos modos de usar a cidade.
Seu trabalho é constituído por pintura, instalação, colagem, áudio, vídeo, fotografia e outros. Fredone fala sobre o sonho da casa própria em contextos de periferia, sobre a autoconstrução e o hip-hop como táticas subversivas de existência, de ocupação e de sobrevivência da população negra periférica, que é maioria no trabalho da construção civil.
Recentemente, recebeu o prêmio Pollock-Krasner Foundation Grant, New York, USA, 2020/2021
Fredone Fone desenvolverá o projeto Visão central-periférica, iniciado neste ano de 2020. Neste trabalho, pesquiso materiais vazados - entre cobogós, lajotas, blocos - utilizados na construção civil. Busco por estes materiais em lojas de materiais de construção, localizados em bairros de "periferia", a fim de estudar presença deles na construção e na configuração da paisagem destes bairros. Em referência ao foco central e o periférico da visão, aos pontos de vista que definem o que ou quem é centro ou periferia, uso estes elementos vazados como uma espécie de binóculo e sou fotografado em diferentes partes da cidade.
A conversa será guiada pelos curadores Ananda Carvalho, professora do Departamento de Artes Visuais, da Universidade Federal do Espírito Santo, crítica de arte e curadora, e também o curador Marcelo Campos, Professor do Departamento de Teoria e História da Arte e dos Programas de Pós-Graduação em Artes e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ e curador chefe do Museu de Arte do Rio. Como convidado especial, Sagaz.