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Neste episódio, gravado em 11 de novembro, data de falecimento da autora, conversamos com estudiosos e estudiosas da obra desta que é uma intérprete do Brasil. Agradecemos imensamente a colaboração de Régia, Rosane, Victoria e Rafael.
Régia Agostinho da Silva. É professora do departamento de história da Universidade Federal do Maranhão, Doutora em História pela USP. E-mail: [email protected]
Rosane Jaehn Troina – é mestranda em Letras – história da literatura, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FURG) e Participa do grupo Vozes de Mulheres. E-mail [email protected]
Victoria França – é mestranda em filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro., é orientanda da profª Susana de Castro.
Rafael Balseiro Zin, é doutorando em Ciências sociais pela PUC/SP.
Ilze Zirbel nos relata sua própria experiência e suas impressões ao visitar a obra “The Dinner Party” de Judy Chicago em maio de 2014, neste emocionante podcast.
Ingrid Meurer nos oferece a trajetória e o pensamento de Judy Chicago e nos dá mais detalhes sobre a obra artística no texto “Judy Chicago e The Dinner Party”. Apresentamos aqui sua versão em áudio.
Você já leu “Igualdade entre homens e mulheres” e “A queixa das damas” de Marie de Gournay? Neste podcast, Camila Kulkamp faz a leitura dos dois ensaios da filósofa escritos em 1622 e 1626, respectivamente.
Adendo ao áudio: o texto “A queixa das damas” foi traduzido por Cinelli Tardiolli Mesquita e Martha Tremblay Vilão.
Ouça as reflexões que Ilze Zirbel e Vinícius Arion produziram a partir deste livro utópico, um manifesto filosófico e político em prol do valor moral e intelectual das mulheres.
Você já leu a Cidade das Damas? Quer conhecer um pouco sobre a obra? Que tal começar ouvindo a leitura da primeira parte da obra, na voz de Ilze Zirbel.
Para começar nossa viagem pelo mundo musical da Hildegarda de Bingen, propomos que você faça a audição do drama litúrgico Ordo Virtutum, na interpretação do Ars Choralis Coeln, com a solista Maria Jonas. Depois convidamos as/os visitantes a ouvirem este podcast feito por Camila Durães e Maurício Cossio sobre a música de Hildegarda de Bingen.
Confira o nosso podcast sobre a Lingua Ignota (em latim significa “idioma desconhecido”) criada pela filósofa Hildegarda de Bingen, com a participação de Ilze Zirbel, Matheus Colares e Vinícius Arion. A produção do podcast foi feita por Maurício Cossio.
“A Língua Ignota da Hildegarda pode representar o prazer de uma mulher diante de um imaginário de criação e renovação, assim como representa também o seu interesse vívido por belos sons e música, e mostra o seu envolvimento em um esforço intelectual e criativo exclusivamente humano.” Ilze Zirbel
“Uma das primeiras coisas que pensei quando eu comecei a ler sobre a Língua Ignota da Hildegarda foi a questão: se seria a Língua Ignota criada pela Hildegarda uma linguagem privada ou não? Pensando nessa questão, fui nas Investigações Filosóficas ver o que Wittgenstein diz sobre a questão da linguagem privada.” Vinícius Arion
“A invenção da Língua Ignota por Hildegarda traz implicações filosóficas interessantes. A questão de saber se a Língua Ignota da Hildegarda é uma linguagem ‘integralmente desenvolvida’ é uma questão problematizada e debatida por alguns autores.” Matheus Colares
Neste episódio, a doutoranda em Filosofia pela UFSC, Ingrid Meurer nos apresenta à filósofa, monja beneditina e escritora, Hildegarda de Bingen.
Neste episódio, convidamos a Profa. Dra. Semíramis Corsi Silva, do Departamento de História e Programa de Pós-graduação em História da UFSM e o Prof. Dr. Daniel de Figueiredo, Pós-doutorando pelo Departamento de História da FFLCH/USP para conversar sobre a vida e a obra de nossa filósofa do mês de abril Hipátia de Alexandria.
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