Uma Semente

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Uma Semente episodes

  • EP362 - Uma brecha aberta

    "E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei." ( Ez 22:30)


    Ezequiel estava no cativeiro e por conta disso ele ficou impedido de exercer seu ofício como sacerdote. Agora Deus o coloca como profeta diante do povo porque um homem de Deus se move pelo propósito e não pela função do seu título. Na primeira invasão da Babilônia em Jerusalém o rei levou milhares de jovens para o cativeiro e Ezequiel estava entre eles. Havia cerca de 24000 sacerdotes e 38000 levitas, e Deus não encontrou entre eles nenhum sequer que pudesse estar na brecha pelo povo. Carregavam a função do título, mas não entendiam a paixão do propósito. Aquela geração não esperava por pessoas que trabalhavam na igreja. Eles clamavam por libertadores. Enquanto nos apegamos e nos limitamos aos nossos títulos, satanás varre e avança sobre todas as áreas da sociedade com destruição. Fomos chamados como reis e sacerdotes sim, mas essas funções existem para representar uma geração. Que você seja encontrado pelo Espírito pela pureza do teu propósito, e a função do teu chamado não se desvie da paixão da cruz. Seja um intercessor e faça mudar o destino da sua geração.

    3 min
  • EP361 - A essencia do éfode

    " E disse Davi a Abiatar, o sacerdote, filho de Aimeleque: Traze-me, peço-te, aqui o éfode. E Abiatar trouxe o éfode a Davi. Então consultou Davi ao Senhor, dizendo: Perseguirei eu a esta tropa? " ( ISm 30:7-8a)


    Sempre que o rei precisava consultar ao Senhor, o sacerdote trazia o éfode ou o colete sacerdotal. O Urim e o Tumim estavam ligados ao éfode, e por ele a voz de Deus era manifesta. Pelo colete sacerdotal uma nova direção era dada, o caminho era apontado e o conselho era liberado. O éfode era como uma túnica e este era preso ao corpo por um cinto, cobrindo as costas e o peitoral. Era o cinto da verdade e a verdade sempre anda apegada, amarrada a voz do Trono. O corpo é a igreja, a verdade é a Palavra e o éfode precisa ser eu. Um instrumento que nasceu no coração de Deus e foi dado ao corpo com a capacidade de carregar a voz do Espírito. Davi pede a Abiatar para trazer o éfode, assim como a minha geração pede por alguém que lhes dê destino. Eu preciso ser uma voz que aponta O Caminho. Então, que sua voz seja a bússola para direcionar os pés daqueles que clamam por respostas, e lâmpada para apontar um caminho aos que clamam por socorro.

    3 min
  • EP360 - O sopro que transforma

    “E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu. E porei em vós o meu Espírito, e vivereis…” (Ez 37:13-14a)


    A manifestação do Espírito Santo é vista desde a fundação do mundo. Ele se movia sobre as águas e seu poder organizador trazia ordem sobre tudo que estava deformado. E desde a eternidade, o movimento desse vento impetuoso age transformando ambientes e alterando destinos. Toda estrutura física sob a ação do Espirito muda sua “rota”. No vale de ossos secos era Ele. O Espirito soprando vida, alterando a rota do caos e agindo sobre o que estava quebrado. Aquele vale de ossos secos éramos nós. Era a minha essência estéril somada a estruturas emocionais completamente desconectadas com a dos sonhos de Deus. Estávamos quebrados e sem condições alguma de manifestarmos vida. Mas Jesus viu a morte em mim e o sopro do seu coração movimentou, reconectou minhas partes quebradas ao seu propósito. Eu fui restaurada e hoje não carrego mais um ambiente de morte, mas carrego a vida do cenáculo; um lugar que experimentou o sopro do Espirito não para reviver, mas para manifestar labaredas de um avivamento. Seja no vale ou no cenáculo, o vento do Espirito será a essência que transformará estruturas sequíssimas em um ambiente de glória.

    3 min
  • EP358 - O acesso e a resposta

    “Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.” ( Is 6:8)


    O ambiente do Santo dos Santos é uma esfera de preparação. Você enxerga o trono e cada vez mais seu coração é atraído por ele. No Trono eu vejo o Espirito do Vivo Deus, o Cordeiro que tira o pecado do mundo e o amor sacrificial de Deus Pai. Manifestações de perdão, de graça, mas de morte ao mesmo tempo. Cada vez que meu espirito se aproxima daquele que está assentado , é mais evidente a doação e a entrega por um propósito. Quanto mais perto, mais perturbadora é a voz do Trono:” Quem há de ir por Mim?” Eu desejo a graça, o favor, o cetro estendido em meu favor, as bênçãos para minha casa, mas o Rei me olha e nos seus olhos eu vejo a chama da paixão por uma geração não alcançada. Eu desejo só a sala do trono, o ambiente da presença, a satisfação da glória, mas quanto mais me aprofundo pelo novo e vivo caminho mais renúncia e mais agonia eu encontro. O Espirito geme por sua criação e sua dor me afetou. Então meu coração percebeu que no ambiente do trono poucos discernem esse gemido. A agonia do Pai por alguém que virá sob a unção de Estêvão, a entrega de Ester e a renúncia de Paulo. Esses homens e mulheres ouviram a angústia secreta do Espirito do Vivo Deus. Agora é a minha vez e depois de anos achando que entendia o processo, descobri que é preciso sacrificar por esse gemido. Minha geração me espera. Alguém precisa continuar morrendo para satisfazer essa voz que clama dia e noite “ Quem há de ir por Mim”? Eu digo sim. Não em afirmações pedagógicas ou por jargões gospeis, mas por um efeito reativo e real de manifestação. Vasos de alabastros já foram entregues, agora será o fôlego de vida. Como Evan Roberts orava, hoje um processo de clamor de intercessão é ativado : “Quebra-me Senhor”. Avivamento é morte para que outros vivam, então que se levantem as vozes do que clama no deserto; aqueles que estarão dispostos a acessarem o trono por uma geração e não por si próprios.

    4 min
  • EP357 - Minhas mãos e um propósito

    “Então lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável, como também as palavras do rei, que ele me tinha dito; então disseram: Levantemo-nos, e edifiquemos. E esforçaram as suas mãos para o bem.” ( Neemias 2:18)


    Levantar um altar não é uma tarefa fácil. Construir algo em Deus vai exigir do teu espírito desejo, sinceridade de propósito e força. Permanecer construindo e ainda ter que lutar contra as forças que resistem ao propósito é uma decisão que poucos conseguem administrar. Na maioria das vezes, desistir se torna a melhor opção. Mas entre a tentação da paralisia e a recompensa do propósito, decidir continuar seria como escolher a melhor parte. Neemias sabia que não seria fácil construir algo novo. A espada deveria estar pronta, o cansaço vencido e todo esgotamento do processo não poderiam ser mais impedimento. Não se tratava de ser físico, mas sim em discernir que o céu esperava algo de Neemias e ele não poderia decepcionar as expectativas do Trono em relação ao propósito. Concluir o que o céu estava apontando era uma questão espiritual. Um altar estava em construção e todo altar está ligado a um trono e todo trono ligado a um Reino. Se eu construo um altar, eu atraio o Rei, atraio uma cultura, atraio resposta, favor para meus celeiros, benção para minha nação. Todo altar vai conectar a minha realidade ao movimento de um Reino. Pelas mãos de Neemias um projeto do céu seria concluído. Que você seja um construtor de altares e um restaurador de propósitos. Vença os desafios, surpreenda o céu e que suas mãos estejam prontas para construir projetos e sonhos que nasceram do coração do Rei.


    3 min
  • EP356 - A força de um lixo

    "Mas os israelitas foram infiéis com relação às coisas consagradas. Acã, filho de Carmi, filho de Zinri, filho de Zerá, da tribo de Judá, apossou-se de algumas delas. E a ira do Senhor acendeu-se contra Israel."( Josué 7:1)


    A obediência deve ser uma consciência, um fundamento inegociável do nosso espírito. Quando discernimos e confiamos no caráter de Deus, sua bondade se torna nosso apoio independente se entendemos ou não as estações de um processo. Acã não entendeu o processo, duvidou da bondade de Deus e agiu por si só. A questão é que assim como a obediência atrai bençãos e vida em nosso favor, a desobediência move maldição e morte. Acã tocou na primícia que era de Deus. Jericó era a primeira cidade a ser conquistada por Israel e seria o primeiro "fruto" a ser celebrado. Pertencia a Deus e Acã tomou pra si o que era consagrado recebendo a morte como pagamento. Além disso, Acã se tornou o responsável pela derrota de Israel na batalha contra a cidade de Ai. A cidade de Ai era pequena, seria o próximo território a ser conquistado e seu nome tem um significado muito forte: "lixo”. Qualquer "lixo" é suficiente para nos derrotar e nos envergonhar quando optamos pela desobediência. Você não nasceu para ser vencido por "lixos", mas foi gerado para viver o favor de Deus em sua plenitude, de glória em glória. Uma vida de conquistas será condicional as suas escolhas, por isso confie na bondade do Pai e obedeça seus princípios. Essas chaves garantirão a conquista das suas promessas e trarão permanência ao fôlego do teu espírito.

    3 min
  • EP355 - Fruto e essência

    "O machado já está posto à raiz das árvores, e toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada ao fogo." ( Lucas 3:9)


    Frutificar não é algo fácil. Fruto é diferente de resultados. Só frutifica quem tem raiz, quem tem propósitos, quem permanece vencendo cada estação. A frutificação não é um processo instantâneo, mas é o resultado de algo que vem sendo gerado no espírito. É de dentro pra fora. Quando decidimos frutificar em áreas de sequidão é preciso disciplina. É preciso nos concentrarmos nos objetivos e não nas dificuldades. O fruto é uma manifestação da essência. É um processo que envolve qualidade e quantidade. É incoerente uma frutificação saudável ser gerada por uma planta doente marcada por pragas. Se houver fruto, ele nunca será aproveitado. Viver o processo da frutificação para liberar sementes doentes aborta o propósito. Uma videira que libera uvas raquíticas e amargas não cumpre o propósito da sua essência. Por isso Jesus disse que o machado estaria posto à raiz. Tanto para esterilidade como para uma frutificação contaminada, o agricultor prefere cortar a planta junto a raiz do que permitir frutificar com uma essência doente. Como disse Jhon Trapp: " É melhor ser podado para crescer do que ser cortado para queimar." Sua essência vai determinar o seu destino. Para desfrutar da Zoe ( vida) de Deus lance suas raízes junto as águas e receba saúde para os teus ossos e vida para o teu espírito. Os frutos gerados manifestarão a origem de suas fontes e a essência do teu propósito será confirmada pelo que você produzir. Que seus frutos tragam saúde para sua geração e suas sementes sejam a continuidade daquilo que o céu depositou em você.


    3 min
  • EP353 - A firmeza do cajado

    "Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos, de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete anos." ( Gen. 47:28)


    Não importa quantas experiências vivemos em Deus. Importa é se permanecemos e estamos dispostos a viver o primeiro amor todos os dias. Se estamos prontos para manifestar a paixão pelo propósito e a entrega pelo Reino sem retroceder um só instante. Jacó tinha a idade de cento e quarenta e sete anos, mas ele não largou seu cajado. O cajado ainda estava firme em suas mãos. Mesmo em idade avançada ele permanecia abençoando, permanecia profetizando, permanecia conectado a direção do Espírito. A essência que José carregava manifestava-se nos ambientes aonde ele passava. Ele era chamado de sonhador e na prisão, tanto o copeiro quanto o padeiro começaram a sonhar como ele. Mas depois de assumir seu lugar no reino, José para de interpretar sonhos. José se acomodou, mas Jacó, mesmo idoso, ainda mantinha firme seu propósito em apontar destinos. Seu cajado ainda estava firme e ele declara sobre seus filhos os fundamentos das bençãos e das promessas. Ainda havia autoridade, ainda havia direção, ainda havia essência. Que você se apaixone por Jesus todos os dias, e até quando for idoso, que teu cajado permaneça firme, e suas mãos não desistam de profetizar à próxima geração. Não existe velhice no Reino, pois um chamado nunca caduca e um propósito nunca envelhece.


    3 min

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