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Olá, bem vindos.
Esta semana, na sábado, falo-vos sobre opinião.
A minha, a tua, a nossa, a que publicamos e partilhamos e o que circula por aí, transformado num achismo colectivo. Mas aqui, na newsletter, falo-te de falhanço.
Do rotundo falhanço que por vezes também acontece na nossa vida e que, diz quem sabe, é pura aprendizagem. Aprender é duro. Dói, como quando a ganga das calças roça o joelho esfolado, no momento em que nos sentamos. E nem sempre aprendemos.Ao longo da vida vamos esfolando joelhos e cotovelos. Chama-se falhar e é encarado com muita vergonha. Vou contar-vos um segredo: o livro, este que conhecem, teve um título falhado, porque o documento que circulava entre mim e a editora chamava-se “diário de uma influencer falhada”, porque também lá está, o meu maior falhanço, foi o meu maior sucesso. E falei sobre isso ontem mesmo, aqui.
Esta semana, com elegância e fair play, grandes marcas brincaram com um falhanço, provando duas coisas: só não erra quem não faz e o falhanço pode (mesmo) ser uma outra forma de sucesso, ou de o alcançar. Prova ainda outra coisa: começamos a encarar o falhanço como parte da viagem. Estou a falar daquela mensagem teste para a Mariana, enviada pelo continente ;)
A minha passada semana foi cheia de falhanços e do seu reconhecimento. E não partilhei nada porque, por um lado não gosto de escrever a quente, por outro estive en negação. Finalmente, em processo de aceitação e compreensão desses falhanços. Terão sido falhanços, lições ou o que tinha de ser? Foram o que tinha de ser, num dos casos por culpa e preguiça minha, que me levou a gravar o mesmo take de voz umas 10 vezes até acertar. Se poderia ter feito bem à primeira? Poderia, mas isso implicava ter escrito o guião do episódio do podcast que estava a preparar e decidi avançar por intuição, o que resultou numa enorme confusão. Porque razão vos estou a contar isto? Porque por vezes sabemos que vai falhar, mas insistimos para depois chorar.
Falhou porque não nos preparámos (ou não estamos, ainda preparados) ou porque, simplesmente, não tinha de ser. Aceitá-lo é o mais difícil porque ficamos sempre sem saber a razão pela qual “não tinha de ser”.
Aceitar. Aceitar. Aceitar. Ughr.
Precisamos colocar a situação em perspectiva, perceber o que aconteceu (não porque aconteceu) e concentrarmo-nos naquilo que podemos controlar. E crescer. É bonito de dizer, difícil de viver, porque inevitavelmente surge a culpa, mas acabamos por nos tornar uma pessoa melhor depois de qualquer falhanço, sabem porquê? Falhar não significa que sejamos um falhanço e há uma diferença enorme entre estas palavras, sobretudo pelo facto do falhanço não nos definir ou apagar o sucesso já temos em outras áreas da nossa vida. Namaste para vocês ☯
No #podcastinstagramável o tema não é exactamente o falhanço. É sobre o grande falhanço social que nos faz viver infelizes a trabalhar. Martim Mariano conta-nos a sua experiência, que relaciona a sua vida pessoal com o seu desenvolvimento profissional, e Diogo Reffoios Cunha reflecte sobre um estilo de vida com propósito e paixão. Para ouvir, aqui e agora, para mudar de vida, ou mudar a forma como vivemos a nossa vida: iTunes | Spotify | Google
Outro tema: amanhã, 10h em Oeiras. Marcamos encontro no TEDxOeirasED?
Vou falar sobre os nossos maiores erros na Internet. Curiosos?
Venham ter comigo, vou gostar de ver caras conhecidas na audiência!
P. 💋💋
By Paula CordeiroOlá, bem vindos.
Esta semana, na sábado, falo-vos sobre opinião.
A minha, a tua, a nossa, a que publicamos e partilhamos e o que circula por aí, transformado num achismo colectivo. Mas aqui, na newsletter, falo-te de falhanço.
Do rotundo falhanço que por vezes também acontece na nossa vida e que, diz quem sabe, é pura aprendizagem. Aprender é duro. Dói, como quando a ganga das calças roça o joelho esfolado, no momento em que nos sentamos. E nem sempre aprendemos.Ao longo da vida vamos esfolando joelhos e cotovelos. Chama-se falhar e é encarado com muita vergonha. Vou contar-vos um segredo: o livro, este que conhecem, teve um título falhado, porque o documento que circulava entre mim e a editora chamava-se “diário de uma influencer falhada”, porque também lá está, o meu maior falhanço, foi o meu maior sucesso. E falei sobre isso ontem mesmo, aqui.
Esta semana, com elegância e fair play, grandes marcas brincaram com um falhanço, provando duas coisas: só não erra quem não faz e o falhanço pode (mesmo) ser uma outra forma de sucesso, ou de o alcançar. Prova ainda outra coisa: começamos a encarar o falhanço como parte da viagem. Estou a falar daquela mensagem teste para a Mariana, enviada pelo continente ;)
A minha passada semana foi cheia de falhanços e do seu reconhecimento. E não partilhei nada porque, por um lado não gosto de escrever a quente, por outro estive en negação. Finalmente, em processo de aceitação e compreensão desses falhanços. Terão sido falhanços, lições ou o que tinha de ser? Foram o que tinha de ser, num dos casos por culpa e preguiça minha, que me levou a gravar o mesmo take de voz umas 10 vezes até acertar. Se poderia ter feito bem à primeira? Poderia, mas isso implicava ter escrito o guião do episódio do podcast que estava a preparar e decidi avançar por intuição, o que resultou numa enorme confusão. Porque razão vos estou a contar isto? Porque por vezes sabemos que vai falhar, mas insistimos para depois chorar.
Falhou porque não nos preparámos (ou não estamos, ainda preparados) ou porque, simplesmente, não tinha de ser. Aceitá-lo é o mais difícil porque ficamos sempre sem saber a razão pela qual “não tinha de ser”.
Aceitar. Aceitar. Aceitar. Ughr.
Precisamos colocar a situação em perspectiva, perceber o que aconteceu (não porque aconteceu) e concentrarmo-nos naquilo que podemos controlar. E crescer. É bonito de dizer, difícil de viver, porque inevitavelmente surge a culpa, mas acabamos por nos tornar uma pessoa melhor depois de qualquer falhanço, sabem porquê? Falhar não significa que sejamos um falhanço e há uma diferença enorme entre estas palavras, sobretudo pelo facto do falhanço não nos definir ou apagar o sucesso já temos em outras áreas da nossa vida. Namaste para vocês ☯
No #podcastinstagramável o tema não é exactamente o falhanço. É sobre o grande falhanço social que nos faz viver infelizes a trabalhar. Martim Mariano conta-nos a sua experiência, que relaciona a sua vida pessoal com o seu desenvolvimento profissional, e Diogo Reffoios Cunha reflecte sobre um estilo de vida com propósito e paixão. Para ouvir, aqui e agora, para mudar de vida, ou mudar a forma como vivemos a nossa vida: iTunes | Spotify | Google
Outro tema: amanhã, 10h em Oeiras. Marcamos encontro no TEDxOeirasED?
Vou falar sobre os nossos maiores erros na Internet. Curiosos?
Venham ter comigo, vou gostar de ver caras conhecidas na audiência!
P. 💋💋