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Psicóloga dá dicas para pais lidarem melhor com filhos ativos nas redes sociais.
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Nutricionista explica sobre a importância de trazer a contagem de carboidratos para a vida do paciente diabético
Neste período de pandemia, cumprir as medidas de isolamento social em casa, tem sido uma tarefa desafiadora. Sem dúvidas, a quarentena tem provocado um grau muito grande de instabilidade emocional, mas especificamente nos jovens, que estão numa fase em que as transformações da vida acontecem, seja no corpo ou na forma de pensar.
Estudos realizados pela agência especializada em mídia social, We Are Social. Em 2018, no Brasil, 66% da população são usuários ativos nas redes sociais, 61% deles acessam do dispositivo móvel, a pesquisa ainda apontou que os brasileiros gastam, nove horas por dia na internet, e passam em média, quatro horas nas redes sociais.
Certamente esses números aumentaram devido à pandemia. Ter que ficar em casa acabou potencializando ainda mais o uso da internet e das redes sociais para conseguir manter relacionamentos afetivos e até desfrutar do lazer e da cultura através dos computadores e smartphones.
Casos de suicídio e depressão por causa das redes sociais, tem se tornado mais frequente. Por isso, a internet tem se tornado um ambiente tóxico. Será que as pessoas estão preparadas psicologicamente para receber o que as redes sociais oferecem? Quais as consequências que esse problema pode trazer? Como agir para ajudar as pessoas que sofrem com os ataques nas redes sociais?
A Psicóloga Diana Carolina esclarece pra gente.
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