Hoje meditemos sobre a necessidade dessas virtudes no ambiente familiar. São Paulo já nos exorta: “O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo”(1Cor13,4-7). O amor é paciente, e dentro da nossa família precisamos ter esse olhar de paciência e misericórdia. A paciência é a virtude que nos ensina a suportar aquele mal que ainda não conseguimos eliminar. Que peçamos a Virgem Maria, a graça de conseguirmos suportar uns aos outros e amar os nossos familiares.