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Quando tudo parece rejeição e derrota, Deus continua construindo salvação nas sombras da nossa história.
Nesta sexta-feira da Segunda Semana da Quaresma, a liturgia nos conduz por um caminho que une a cisterna de José, no livro do Gênesis, à parábola dos vinhateiros homicidas no Evangelho. A história da traição dos irmãos, que vendem José por vinte moedas, revela a força destrutiva da inveja e da indiferença. O Salmo nos convida a recordar a fidelidade de Deus, que transforma a venda em envio e o sofrimento em missão. No Evangelho, Jesus apresenta a dramática imagem do Filho amado rejeitado, antecipando o mistério da cruz: a pedra descartada torna-se fundamento.
A Palavra nos confronta com nossas próprias rejeições, nossas invejas escondidas e nossos desejos de possuir a vinha como se fosse nossa. Ao mesmo tempo, reacende a esperança: Deus escreve reto por linhas tortas. A humilhação pode ser o início da exaltação. A cruz não é o fim, mas o lugar onde o amor vence. Nesta Quaresma, somos convidados a entregar a Cristo nossas pedras rejeitadas, confiando que Ele pode transformar fracassos em fundamento de vida nova.
Gostou desta reflexão? Junte-se à nossa comunidade: curta e inscreva-se para caminharmos juntos.
Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.
By Liturgia Et VitaQuando tudo parece rejeição e derrota, Deus continua construindo salvação nas sombras da nossa história.
Nesta sexta-feira da Segunda Semana da Quaresma, a liturgia nos conduz por um caminho que une a cisterna de José, no livro do Gênesis, à parábola dos vinhateiros homicidas no Evangelho. A história da traição dos irmãos, que vendem José por vinte moedas, revela a força destrutiva da inveja e da indiferença. O Salmo nos convida a recordar a fidelidade de Deus, que transforma a venda em envio e o sofrimento em missão. No Evangelho, Jesus apresenta a dramática imagem do Filho amado rejeitado, antecipando o mistério da cruz: a pedra descartada torna-se fundamento.
A Palavra nos confronta com nossas próprias rejeições, nossas invejas escondidas e nossos desejos de possuir a vinha como se fosse nossa. Ao mesmo tempo, reacende a esperança: Deus escreve reto por linhas tortas. A humilhação pode ser o início da exaltação. A cruz não é o fim, mas o lugar onde o amor vence. Nesta Quaresma, somos convidados a entregar a Cristo nossas pedras rejeitadas, confiando que Ele pode transformar fracassos em fundamento de vida nova.
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Paz e bem!
Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.