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Convidados: @clara_luciane, Instagram; @cristianegabrielac, Instagram; @대시laym, Dislyte servidor 2.
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A conversa do episódio anterior nos permitiu compreender o que é a cultura do ódio e a importância de falar sobre esse fenômeno. Neste tema seguimos adiante para responder... Como lidar com produtores de conteúdo que disseminam ódio contra indivíduos, grupos ou obras culturais? Devemos ignorar…? Cancelar…? Ressignificar…? O disseminador de ódio, seja ele produtor ou consumidor de conteúdo, deve ter “liberdade de expressão” para proferir suas “opiniões”? Como fica a saúde mental daqueles que são alvos desses ataques de ódio? E qual a importância de lutarmos por maior diversidade e representatividade em obras como X-Men 97? A gloriosa Tempestade e outros elementos envolvendo os amados mutantes da Marvel vão nos ajudar na jornada por essas respostas. E você… Junte-se a nós também!
Convidados: @ettoremedeiros, Instagram; @clara_luciane, Instagram; @caetanoray_psi, Instagram; Eduardo, @beast.boy.mutano, Instagram.
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Nos últimos anos, a evolução da internet e o desenvolvimento das plataformas digitais vêm permitindo a proliferação de diferentes discursos. Entre eles, indivíduos com opiniões radicais sobre artistas, personagens e produções culturais encontram um meio para se validarem ao se unirem com semelhantes. Neste cenário, o mais recente caso no universo geek envolve a animação X-Men 97, obra que foi atacada por extremistas antes mesmo de estrear. Neste episódio, partimos deste exemplo para compreender o que é a cultura do ódio. E mais: o que esse fenômeno tem a dizer sobre a nossa saúde mental e sobre a sociedade em que vivemos? O que promove tentativas de boicotes a obras aparentemente interessadas em diversidade? Venha conosco para encontrar as respostas… E decodificar o Gene X por trás da cultura do ódio!
Convidados: @ettoremedeiros, Instagram. @MaelZombie, Twitter.
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O falecimento de Akira Toriyama, conhecido por ser o criador de Dragon Ball, movimentou as redes sociais nos últimos dias. O impacto de seu falecimento repentino me fez pensar sobre os aspectos que cercam o processo de luto, seja esse luto por alguém próximo ou por um ídolo que se admira de longe. Neste episódio, proponho uma reflexão sobre esse assunto através de um paralelo traçado entre o filme “Baghead - A Bruxa dos Mortos” e a personagem Tsunade, do anime e mangá Naruto. Tudo para que possamos refletir… Qual a importância de falar abertamente sobre luto? Como podemos ajudar alguém que está enfrentando esse duro processo? Quais os impactos de uma morte repentina e nada esperada em nosso psicológico e emocional? Será que você, ao não lidar nada bem com uma perda, tal como no filme “A Bruxa dos Mortos”, não está tornando-se prisioneiro da sua própria dor?
Convidada: @psidanyester, Instagram.
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“Baghead: A Bruxa dos Mortos” (2023) é um recente filme de horror que nos apresenta a ligação mútua de aprisionamento entre a jovem Iris (Freya Allan) e uma bruxa ancestral. Embora a obra não seja nenhum grande ato atemporal do cinema… O filme é capaz de provocar o espectador com um conceito fundamental para qualquer ser humano: a liberdade. Foi considerando isso que, recentemente, refleti sobre experiências pessoais relacionadas aos meus dias de Carnaval, questões mentais, problemas de socialização e até mesmo o recente caso de racismo e violência vivido pelo motoboy Everton Henrique da Silva em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Como devemos lidar com o “aprisionamento dos nossos sentimentos" quando eles são “socialmente reprováveis”? Como preservar a saúde mental em um mundo que fere e segrega tantos de nós? E mais: você já parou para pensar a respeito das “amarras sociais” que detém a sua liberdade? Seja diante de transtornos mentais, relacionamentos tóxicos ou violências racistas… A grande maioria de nós, seres humanos, somos tão prisioneiros de algo quanto a bruxa do filme mencionado. A questão é: o que podemos fazer a partir daí?
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A primeira temporada de “Percy Jackson e os Olimpianos", uma série de 8 episódios disponível na Disney+, se concluiu na quarta-feira (30), no final de janeiro. O universo dessa franquia conta suas narrativas conectando o mítico ao místico: e é a partir daí que começa a trajetória do último episódio do arco “Mitos, Melodias e Maravilhas”. Você sabia que existe uma religião (ou filosofia) baseada nos Jedi de Star Wars? Ou que crenças atuais possuem semelhanças com os mitos nos tempos antigos? O quanto de real e o quanto de mitológico existe por trás de figuras como Jesus Cristo e o caído Lúcifer? O que as representações desses dois “personagens” dizem a respeito das construções sociais das religiões? Todos esses questionamentos têm um ponto em comum: Pop Magic, a vertente da magia conhecida por trabalhar com elementos da cultura pop. Através desse conceito falaremos aqui sobre ficcionalidade, espiritualidade, religião e sociedade. Não perca tempo e venha encerrar conosco a jornada rumo ao Mito da Pop Magic.
Um novo ano começou e o primeiro episódio de 2024 se dedica a uma árdua tarefa: falar sobre felicidade através de eventos da atualidade. Partindo de um sutil exemplo com o personagem Giovanni da novela “Elas por Elas” e comentando o caso da personalidade da mídia Carlos Manuel (“ex-Cathy Lares"), esta reflexão atravessa mitos e histórias sobre o Jardim do Éden e o Paraíso em busca de eventuais respostas… Ser feliz é um direito universal ou um privilégio? Como encontrar o lugar da nossa felicidade em um mundo de tanto sofrimento? E como lidar com aqueles que pensam em abandonar a própria vida e desistir de encontrá-la? Filmes, músicas, novelas, figuras públicas e outros elementos da cultura pop são alguns dos tripulantes desta jornada. Não perca tempo e venha se aventurar conosco rumo ao Mito da Felicidade.
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