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O fim, algo tão misterioso e dramático que faz cada célula de nosso corpo sentir a adrenalina que este momento no tempo nos proporciona. É estranho de diversas maneiras diferentes chegar ao fim, talvez nunca nos acostumemos aos sentimentos que o fim de algo possa nos trazer, porque não fomos criados para coisas finitas e sim para o eterno. No entanto, a humanidade foi mergulhada em pecado e como em um jogo, quando menos percebemos, é game over, o fim, hora de acabar. João recebeu as orientações que deveriam nortear a todos nós para o fim dos tempos, o APOCALIPSE, a revelação de Jesus Cristo para os últimos dias. E como um símbolo de esperança, podemos encontrar o fôlego de vida nas Sagradas Letras ao sabermos que o fim, na verdade, é o recomeço de tudo, quando atingimos o Zênite e percebemos que o infinito se expande!
A Palavra apresenta diversas comparações sobre o ser humano e a vida espiritual. Em uma das mais profundas, somos comparados a vasos que precisam ser quebrados e refeitos pelo oleiro que é Cristo. Apesar de ser uma alusão perfeita, existe um outro fator que é muito importante nesta comparação: qual a utilidade de um vaso? A resposta é clara e simples, ele serve para armazenar alguma coisa, desde líquidos até plantas e flores. O pequeno livro de JUDAS traz uma epístola de um servo do Senhor preocupado com seus irmãos em Cristo e com aquilo que estava preenchendo suas vidas espirituais, em meio a líderes que despejavam falsos ensinos, o livro nos faz pensar, se somos vasos, com o que temos sido preenchidos? Que a resposta possa ser o combustível que nos aproxima cada vez mais do Zênite.
O Grande Conflito se desenrola diariamente diante de nós, e não se trata de uma batalha única e simples, mas de uma guerra complexa e de embates diários contra as forças inimigas que buscam de todas as formas nos afastar da presença do Senhor. O apóstolo JOÃO compreendeu isso como uma realidade em sua vida e buscou alertar seus irmãos sobre esta dura situação, escrevendo não apenas uma, mas 3 cartas que pudessem servir de alento e orientação para os companheiros de batalha. Unidos em mais um episódio, líderes dos clubes Missioneiro e Colméia partem agora para o segundo round, porém não um contra o outro, e sim em uma nova rodada de estudo profundo e bem humorado da Palavra, como verdadeiros Desbravadores.
Os evangelhos são repletos de momentos fantásticos e surpreendentes, dentre eles, os encontros com Jesus possuem uma singularidade especial. PEDRO viveu vários momentos marcantes ao lado do Mestre, mas é seu encontro com Cristo, afundando enquanto caminhava sobre as águas em meio a uma tempestade, que o distingue dos demais. Ao escrever suas duas epístolas, a experiência do discípulo faz com que o texto aponte claramente para Aquele que foi o farol da salvação em meio a tempestade para ele, e pode ser o nosso também, para que possamos atingir o ponto mais alto.
Durante a segunda guerra mundial, um homem chamado C.S Lewis foi convidado pela BBC para realizar uma série de palestras pelo rádio explicando a fé cristã. Posteriormente, Lewis organizou tudo e transformou o material em um de seus mais famosos livros chamado "Cristianismo puro e simples", onde o intuito da obra era o mesmo das palestras dadas pelo rádio durante a guerra: mostrar da forma mais clara possível em que consiste a fé em Cristo. Quando lemos a epístola de TIAGO, notamos vários conceitos que são elementares para aqueles que professam a fé em Jesus como o cerne de suas vidas, e percebemos que é apenas através da fé mais pura e simples que conseguiremos atingir o Zênite da nossa espiritualidade.
Vivemos em uma era completamente globalizada, onde o acesso a informação é massivo e uma realidade na vida de milhões de pessoas. Diante de tal modernidade, escrever uma carta tornou-se algo praticamente obsoleto. Quando se escreve uma carta, o tempo dedicado a sua preparação e estruturação é precioso, uma vez que não há correções imediatas que possam ser realizadas depois de enviadas. A carta aos HEBREUS pode ou não ter sido escrita por Paulo, porém, o fato é, que esta é uma das cartas com assuntos espirituais mais profundos de todo o Novo Testamento e, quando analisamos seu conteúdo, fica claro o quanto o autor se empenhou em transmitir a verdade do Reino dos Céus e mostrar que o tempo da salvação já é chegado. Junte-se aos líderes do Clube Missioneiro mais uma vez em busca do Zênite e faça do hoje um momento de encontro com o Senhor através da Palavra.
Paulo foi um importante missionário, pregador e apóstolo, tendo sido o responsável por escrever 13 dos 27 livros do Novo Testamento. Seus escritos carregam conselhos e direcionamentos importantes para as igrejas e pessoas específicas. No entanto, entre tantas epístolas e missões, existe um de seus escritos que parece um parêntese no meio de tudo, onde Paulo envia uma carta direcionada a FILEMOM com o objetivo de promover um momento crucial na vida do amigo: sua reconciliação com seu escravo Onésimo. O tom dramático do livro é ampliado quando descobrimos que o próprio servo é o portador da carta, levando consigo mais do que conselhos, mas a oportunidade de reaproximação e de ascensão ao ponto mais alto enquanto irmãos da fé.
Ninguém é uma ilha, nos lembra o velho ditado, quanto mais um cristão. Ser uma ilha no mundo globalizado que vivemos é praticamente impossível, afinal, estamos constantemente conectados em praticamente todo lugar por onde vamos. A ordem de Jesus é exatamente o oposto disso, na verdade. Ele nos diz que devemos ser sal, nos misturarmos as pessoas e conduzi-las ao Zênite, o ponto mais alto ao lado dEle. Curiosamente, um lugar que simboliza isolamento abrigou uma importante cidade no mundo antigo, a ilha de Creta, destino de uma carta de Paulo ao seu amigo TITO, contendo um outro paradoxo interessante, orientações para pessoas que deveriam fazer o oposto de uma ilha e assim agregar pessoas: Líderes. Venha conosco nesta leitura fabulosa explorar conselhos de liderança ao lado de líderes em formação, e seu "pretencioso" conselheiro.
A excelência é a meta de todo desbravador. Ser excelente é desempenhar na prática a essência dos ideais dos Desbravadores e fazer disso mais do que um estilo de vida, mas uma regra de conduta que o identifique como um servo de Deus e amigo de todos. A cor amarela predominante no lenço representa exatamente esta característica, que é carinhosamente ostentada na principal peça do uniforme como uma forma de lembrar quem somos e qual é o Norte que seguimos. Porém, quando lemos as cartas de Paulo aos TESSALONICENSES, compreendemos que a excelência é um conjunto de muitas práticas que precisam ser aprimoradas e desenvolvidas diariamente, e que é somente pela graça de Deus que nos tornamos capazes de reproduzir em nosso ser um pouco da excelência de Jesus, Aquele que está acima do Zênite e que É a verdadeira excelência em si mesmo.
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