Olá, que bom ter você mais uma vez na Zysk: além do lucro.
Nas últimas semanas, falamos sobre tempo, sobre o “suficiente” e sobre como o autoconhecimento protege o seu futuro. Hoje, quero tocar em um assunto que costuma ser o grande teste de qualquer planejamento: as oscilações do mercado.
Muitas vezes, a volatilidade é tratada apenas como uma “estatística”.
Mas, para quem cuida do próprio patrimônio, a oscilação não é um número - é um sentimento.
Na Zysk, acreditamos que o sucesso de um plano não é medido pela agressividade dos retornos, mas pela sua tranquilidade ao deitar a cabeça no travesseiro.
O meu trabalho é individualizado porque o “estômago” para o risco é algo profundamente pessoal.
Investir não deve ser um exercício de resistência emocional ou sofrimento. Se o movimento do mercado gera angústia, o plano precisa de um ajuste de rota.
A liberdade real nasce de uma carteira que respeita quem você é hoje.
Com o tempo e a organização, o que antes parecia um “ruído” assustador passa a ser apenas o movimento natural do oceano.
O segredo está em dimensionar o risco para que ele seja um aliado do seu projeto de vida, e não um fardo para a sua saúde mental.
Existe uma frase antiga que diz: “Nenhum mar calmo fez um bom marinheiro.”
É uma lição valiosa sobre resiliência, mas eu gosto de completá-la com um olhar mais humano: quem enjoa no mar também não deve ser forçado a enfrentar tempestades.
Saber navegar é importante, mas conhecer e respeitar os seus próprios limites é ainda mais vital.
Não faz sentido se aventurar em águas agitadas apenas por uma promessa de “chegar mais rápido” se a jornada for um sofrimento constante.
No planejamento financeiro, a verdadeira maestria não é aguentar o maior tranco possível, mas saber escolher o barco e a rota que façam sentido para você.
O meu papel é garantir que o seu investimento seja um meio para realizar sonhos, e não uma fonte de angústia.
...além da planilha
Muito antes de me tornar profissional e trabalhar com planejamento financeiro, eu era uma investidora comum, acostumada com a segurança da renda fixa. Eu navegava apenas em águas rasas, onde sabia exatamente quantos centavos o meu dinheiro rendia por dia.
Até que decidi “molhar os pés” em águas mais profundas.
O Enjoo no Mar
Quando vi meu suado dinheirinho diminuindo pela primeira vez, a sensação foi péssima. Eu desfiz o investimento, achei que “não era para mim” e voltei correndo para o porto seguro da renda fixa.
Eu não era uma má marinheira; eu apenas não tinha o conhecimento para navegar fora do litoral.
O que mudou de lá para cá?
O estudo.
Conforme comecei a entender cada classe de ativos, os gráficos, o comportamento dos ativos e a montar uma carteira onde eu sabia exatamente quais partes iriam oscilar e quais não, a bússola do conhecimento substituiu o medo.
Na pandemia, encarei as quedas como oportunidades, porque eu já conhecia a estrutura do barco em que eu estava pisando.
Mas aqui está a lição mais importante: o conhecimento pode transformar o seu medo, mas ele não precisa mudar a sua natureza.
Existem pessoas que, mesmo conhecendo o mar a fundo, preferem o conforto de navegar em águas calmas — e não há nada de errado nisso.
O meu convite para você nesta semana: Respire fundo e olhe para os seus investimentos hoje.
Os seus investimentos hoje te trazem paz ou enjoo?
Lembre-se: o melhor plano do mundo não é o mais rentável da planilha, mas aquele que você consegue seguir com o coração tranquilo.
Se você sente que seus investimentos estão em um mar muito agitado, ou se você já estudou mais e está achando o mar muito tranquilo, me chame lá no Instagram, é só buscar por Zysk Consultoria Financeira.
Até a próxima sexta,
Stephanie Kenig
Planeiadora Financeira CEA
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