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By Duarte CalistoSociety & CultureDocumentary
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  • Cafe Brasil 821 - O amor que nunca morre
    A Pandemia causou prejuízos em todas as esferas de nossa vida. Mas talvez o mais impactante, o pior prejuízo, depois da morte de um ente querido, seja o estrago psicológico causado em muita gente, que se tornou insensível à dor alheia em nome de disputas políticas. No episódio de hoje abordaremos o caso de Arlene Graf, que perdeu o filho depois de tomar a vacina contra o Coronavírus. Esse tema teve cobertura desastrosa por parte da imprensa, e entra na história como um exemplo de vergonha, falta de sensibilidade e prova mais obscena da pequenez da imprensa. E de muitos de nós.See omnystudio.com/listener for privacy information.
    30 min
  • Café Com Leite – 07 – Sonho que se sonha junto
    Participe da vaquinha do Café Com Leite aqui: https://bit.ly/querocafecomleite  Todos temos sonhos, não é? E o mais complicado é transformar sonhos em realidade. Para isso precisamos fazer algumas coisas, ou então só ficamos nos sonhos. Hoje vamos conversar um pouco sobre planejamento para tudo, para a vida, para os estudos, para os negócios.See omnystudio.com/listener for privacy information.
    21 min
  • Cafezinho 488– Quanta porcaria.
    Assine o Café Brasil em http://mundocafebrasil.com.  O morador de rua Givaldo Alves ficou famoso após ser agredido por um personal trainer em Brasília. Givaldo estava praticando sexo com a esposa do personal. Foi parar nas mídias, deu entrevistas pornográficas no detalhamento da relação com a moça e, em vez de ser cancelado, virou personagem vip em camarote no carnaval, recebeu convites para se candidatar a um cargo nas eleições, garoto propaganda de pilantragens...Uma porcaria. A cantora Anitta, cuja obra eleva a objetificação da mulher e a hipocrisia da sociedade ao cubo, virou heroína nacional depois de liderar o ranking de canções mais ouvidas no Spotify. Outra porcaria. Dezenas de lives de entrevistas no Youtube aparecem diariamente, com entrevistadores medíocres conversando com subcelebridades sobre trivialidades e ocupando 2, 3 horas da vida dos zumbis que as assistem. Dezenas de porcarias. Eu, como cliente, tenho sido sistematicamente maltratado por empresas em todos os segmentos. Cias aéreas, seguradoras, bancos, empresas de telefonia, não importa o segmento nem o tamanho. As empresas estão desorganizadas, sem planejamento, preocupadas em parecer ser eficientes e desligadas de ter a eficiência que pregam ter. Empresas porcaria. O engajamento das pessoas em ações positivas, seja para conhecimento ou disseminação de conhecimento está em níveis ridículos. Não se comentam mais posts com assuntos relevantes para a evolução moral e ética da sociedade. Ganha atenção o quê? A porcaria. Parece que estamos sob um surto psicótico planetário, que destruiu completamente nossa capacidade de dar valor àquilo que tem valor. Valor passou a ser atributo dado pelo mercado, e só pelo mercado, às porcarias que ele quer vender pra você. A busca pela felicidade, pela harmonia, pela verdade, está em segundo plano. O que importa é fama, likes e grana. Muita grana. Tudo isso que acabo de comentar, não é novidade. A porcaria sempre aconteceu na história da humanidade. Mas a internet e as redes sociais aumentaram enormemente o bombardeio diário de porcarias. Comemos porcarias, ouvimos porcarias, assistimos porcarias, somos cobrados por porcarias, damos valor a porcarias. Há uma frase conhecida que diz: “Somos aquilo que comemos”. Quem come porcaria então, é o quê?   Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=EEDEugZvjDs   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    10 min
  • Cafezinho 487 – A ditadura de precisão
    Assine o Cafe Brasil Premium em http://mundocafebrasil.com Fiz um post sobre as diabruras dos ministros do STF e um leitor, o Daniel Marques, comentou assim: “Vemos no judiciário um mero verniz de legalidade. Eles não vão subverter a ordem completamente, fazendo prisões arbitrárias em grande escala, por enquanto, tal como numa ditadura claramente assumida, mas apenas por enquanto. Vão fazer isso com alguns desafetos, os que se exaltaram e se rebelaram. E por algum motivo, parece que nós deveríamos nos sentir tranquilos com isso, e confiantes de que não vivemos numa ditadura. É uma ditadura, mas diferente da sua versão anterior, que ostentava seu autoritarismo. É uma ditadura de precisão, da era dos algoritmos, que escolhe estrategicamente suas vítimas, agindo cirurgicamente. Como ‘bombas inteligentes’ numa guerra. É um processo onde, para quem não é pego por ela, tudo parece estar normal. As pessoas vão ao trabalho, voltam, praticam seu lazer. Mas para quem dá o azar de ser atingido por ela, parece ter caído numa realidade paralela, onde a racionalidade foi suspensa e os valores se inverteram. Você é que tem de provar que é inocente, em meio a uma sociedade blasé.” “Ditadura de precisão”. Perfeita a definição do Daniel Marques. Foi-se o tempo da truculência, do tiro, porrada e bomba. Foi-se o tempo do bandido vestido de preto, com o mocinho vestido de branco. Agora o mal está dissimulado, você vive ao lado dele, acorda com ele, dorme com ele, tem aulas com ele, responde pra ele, sem perceber que é ele. No Café Brasil 6- Gramsci e os cadernos do cárcere, expliquei que o pensador italiano, preso, percebeu que tiro, porrada e bombas não transformariam o mundo. A transformação só viria pela conquista hegemônica dos corações e mentes das pessoas e da cooptação das mentes mais talentosas e brilhantes do adversário. Assim a vitória perene estaria garantida. Essa percepção mudou tudo. E explica a ditadura de precisão. Encobertos pelas placas de “salve o planeta”, “eu amo você” e “justiça para todas”, snipers de toga preta disparam com precisão milimétrica sobre seus alvos. A turba não escuta o tiro. Não vê explosões. Não ouve gritos. Apenas fica sabendo que um dos seus foi abatido. E passa a morrer de medo dos snipers que sabe que estão por ali. Sacou o jogo? A ditadura de precisão não quer matar ninguém. Só quer que você tenha medo. Muito medo.   Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ThYbwrbhNJQ   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Cafe Brasil 820 - My generations
    O conflito de gerações está presente desde o princípio da humanidade. A geração atual se acha melhor que a anterior, e certamente será considerada pior pela a próxima. Mas, afinal, quais são nossos compromissos com as novas gerações? O que será que devemos fazer ou quais responsabilidades temos perante elas? Como ajudar as novas gerações?See omnystudio.com/listener for privacy information.
    26 min
  • Café com Leite 6 - Meu País, Minha Nação
    Este é o último episódio da priemria temporada do Podcast Café Com Leite. Fizemos um financiamento coletivo para conseguir fazer os outros 24 episódios que completarão o ano de 2022. Colabore: bit.ly/querocafecomleite   O Brasil é um grande país, que precisa de um povo unido para resolver seus problemas. Mas eu acho que você já deve ter tido, especialmente nas redes sociais, não é? Parece que existe uma conspiração para desunir o país. Para dividir o povo em grupos e fazer com que um seja inimigo do outro. Que loucura, né? Pois é.See omnystudio.com/listener for privacy information.
    16 min
  • Cafezinho 486 – Ostracismo Social neles!
    Em 2013, o senador Paraguaio Victor Bogado foi acusado de contratar Gabriela Quintana como babá, recebendo salário mensal equivalente a R$ 8.200. Metade do valor saía da folha de pagamentos do Legislativo e metade do caixa da Itaipu Binacional, cujo controle é partilhado entre as empresas estatais de energia Eletrobras e Andes. Gabriela passou a ser conhecida como a “babá de ouro” do senador paraguaio. Quando o Ministério Público decidiu processar o Senador, 23 de seus 45 colegas votaram contra a retirada da imunidade parlamentar, o que causou indignação nacional. E a reação popular foi ótima: o ostracismo social. Diversas empresas publicaram anúncios pedindo a renúncia dos 23 que confundiam imunidade com impunidade, e cartazes com seus nomes foram afixados na entrada de postos de gasolina, shopping centers e cinemas, informando que não eram bem-vindos. Senadores foram impedidos de entrar em restaurantes e expulsos de uma pizzaria aos gritos de “fora ladrão”. Até os táxis aderiram! Em Santa Catarina, onde os políticos paraguaios costumam passar as férias de verão, alguns hotéis expuseram cartazes com os dizeres: “Os 23 não são bem-vindos.” A pressão foi tanta que os senadores voltaram atrás e autorizaram o processo contra o criador da “babá de ouro”.   Viu que genial? “Ostracismo social”, sem precisar botar fogo em ônibus, sair na porrada com a polícia, invadir prédios públicos…. apenas a reação legítima da sociedade contra quem não demonstra dignidade no exercício de seu mandato, chamando-os pelos nomes que eles têm. Contei essa história numa de minhas palestras e a reação que ouvi de várias pessoas foi a esperada: “No Brasil isso não dá certo. Ninguém vai se importar.” Ninguém vai se importar…   Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=kVF4dRGeL4s   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Cafezinho 485 – Quem vai vender o Brasil?
    Participe de nosso finaciamento coletivo para o podcaast Café Com Leite: http://querocafecomleite  Cerca de trinta anos atrás tive o privilégio de conviver com Orlando Villas Boas enquanto trabalhei num livro sobre ele e seu irmão Cláudio. Orlando era uma figura fascinante. Um dia, no calor das discussões sobre a demarcação das terras indígenas na fronteira entre o Brasil e a Venezuela, o velho sertanista contou que havia muitos anos o fluxo de estrangeiros na região era intenso. Dezenas de "pastores", com a desculpa de realizar trabalhos humanitários, estavam mapeando nossas riquezas. Ele disse mais ou menos assim: "Luciano, sabe o que vai acontecer? Esses 'pastores' vão levar jovens índios para o exterior. Vão educá-los e formá-los para que sejam os novos líderes em suas tribos. E quando retornarem ao Brasil esses líderes começarão a requisitar novas terras e a se organizar. Conseguirão demarcar reservas gigantescas e logo formarão uma 'nação' que pedirá sua independência. E a ONU reconhecerá essa independência. E então eles terão toda facilidade para negociar as riquezas com os 'pastores' que os educaram." Ouvi aquelas profecias quase trinta anos atrás, mas fiquei tranquilo. Afinal, era Orlando Villas Boas. Alguém haveria de ouvi-lo. Ele tinha trânsito no governo, respeitabilidade e credibilidade. Jamais passou por minha cabeça que Orlando, como tantos outros, era considerado por quem detinha poder como "apenas um técnico". Não tinha força política para provocar mudanças reais. Não estava incluído nos círculos estratégicos do poder. Quem o ouvia, respeitava e admirava, não tinha poder. Orlando era apenas um conselheiro… Técnicos como Orlando Villas Boas, quando servem aos objetivos de grupos de poder, são exibidos como ícones, como os sábios que tranquilizam e mostram o acerto das políticas e estratégias adotadas. Mas quando não servem, são tratados com falsa reverência, homenageados, aparentemente respeitados e isolados. A sabedoria de suas palavras vai-se com Pôlo, o deus indígena do vento. E ficam as Tiriricas, as deusas indígenas da raiva, do ódio e da vingança. E aí é isso que você está assistindo. Esse texto foi publicado originalmente em 2012. Lembrei-me dele hoje, ao ouvir o Dr. Ives Gandra Martins falando das estrepulias do STF. Ives Gandra é outro Orlando. Palavras à Pôlo...   Esta reflexão continua no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=aEb1vDn28rE   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    10 min
  • Cafe Brasil 819 - Num sei por que tô tao feliz
    Que tal participar do financiamento coletivo para o podcast Café Com Leite? O público infantojuvenil é que vai sair ganhado! https://bit.ly/querocafecomleite  E aí? Como é que você tá, hein? Apanhando da vida? Ela não está tratando você bem? Afinal, devemos ser pessimistas ou otimistas sobre a vida? Você acha que as coisas estão mudando para melhor ou pior? O que que é mais inteligente, ter uma atitude positiva ou negativa sobre as coisas que nos cercam? Tem gente que diz que o pessimista é um otimista bem informado... Será?See omnystudio.com/listener for privacy information.
    30 min
  • Café com Leite 5 - Os Ratos E O Queijo
    CHEGOU O http://podcastcafecomleite.com.br Participe do financiamento coletivo para que possamos produzir os 24 episódios do Café Com Leite de 2022: https://bit.ly/querocafecomleite  Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam juntos em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade… Mas um dia as coisas começaram a mudar. See omnystudio.com/listener for privacy information.
    14 min