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By Duarte CalistoSociety & CultureDocumentary
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  • Cafezinho 501 – Libere o elefante!
    Hoje, 24/6, é o último dia para comprar o curso Planejamento Antifrágil em preçoe  prazo de pré-lançamento. Acesse http://planejamentoantifragil.com  Jonathan David Haidt é professor de liderança ética na Sterns School of Business da Universidade de Nova Iorque. Foi ele o criador da “metáfora do ginete e do elefante”, que diz o seguinte: dois sistemas independentes funcionam em nosso cérebro, ao mesmo tempo, influenciando um ao outro. De um lado está a parte racional e reflexiva, de outro a emocional e instintiva. Consciente e subconsciente. A primeira pensa e analisa a realidade, a segunda é movida por emoções, dor e prazer. Quando os dois sistemas seguem em harmonia pelo mesmo caminho, em busca da mesma coisa, sem conflitos, é uma maravilha. Sabe aquele seu amigo que tem um trabalho que ama? Pois é… Mas quando cada sistema tem suas necessidades, a confusão começa. A metáfora de Haidt diz que o sistema racional é o ginete (o condutor do elefante), e o sistema emocional é o elefante. O elefante é monstruoso, forte, impulsivo. O ginete é pequeno e fraco, mas muito esperto. Por sua inteligência, o pequeno ginete consegue controlar o grande elefante, dirigindo-o e comandando. Mas se o elefante decidir tomar alguma iniciativa por conta própria, não há ginete que segure … Na sociedade, o ginete são as minorias militantes que sabem que precisam visar a maioria passiva. Os elefantes. Por exemplo, meia dúzia de bandidos é capaz de paralisar uma cidade com milhões de habitantes, se executarem com perícia seu terror. Essas minorias criam e mantêm um conflito e antagonismo com a maioria poderosa e impotente, enquanto constroem a narrativa de que elas, as minorias, são as que têm o poder de guiar a maioria na luta contra os poderosos que as oprimem. Para isso, as minorias criam categorias e rótulos que dividem a sociedade entre maus e bons. Falam em nome do povo, mesmo que o povo não se sinta representado por elas. E não perdem a oportunidade de manter uma relação de conflito e antagonismo com a parte da maioria que detém o poder. As minorias militantes sempre são contra tudo isso que está aí. E as narrativas as transformam nas únicas forças capazes de derrubar os criminosos que nos oprimem. Você entendeu o jogo, hein? Enquanto isso a maioria observa. E daí? Você é o ginete ou o elefante? Esta reflexão continua neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=BPZ9fVr3DHI   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Cafe Brasil 827 - A complicada arte de ver - revisitado
    “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê.” É a partir dessa frase do poeta e pintor inglês William Blake que vamos tratar de um assunto especialmente importante: a dificuldade que a gente tem de enxergar o que vê. É isso mesmo, enxergar o que vê. Pensa que é fácil? Um texto de Rubem Alves vai nos ajudar a decidir onde guardar o olhar. E depois, uma história arrepiante acontecida ao final da II Guerra Mundial. Este episódio é a revisita a um episódio publicado em 2011, mas que continua indispensável.See omnystudio.com/listener for privacy information.
    29 min
  • Cafezinho 500 – Os mortos-vivos
    Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com   Em setembro de 2017 publiquei o primeiro destes cafezinhos. O tema era “sobre falar bobagens”. Nele eu explicava que o que leva alguém a falar bobagem em público ou é ignorância, ou burrice, ou soberba, ou estratégia ou canalhice. Nem lembro mais o que me levou a escrever aquele texto, provavelmente eu estava indignado com a exposição de bobagens em redes sociais.  Dois anos antes, em 2015, durante a cerimônia de outorga do prêmio de doutor honoris causa na Universidade de Torino, na Itália, o romancista, filósofo e teórico da literatura e da linguagem Umberto Eco deu uma declaração que lhe custou caro: “a internet deu voz a uma legião de imbecis”. A patota internética caiu matando, a maioria dos que o atacaram nem mesmo sabia quem era Umberto Eco. Devia ser um velho ranzinza ultrapassado, não é? Cancela ele! Pois bem. De lá para cá o que se viu foi a ampliação da quantidade de imbecis que ganhou voz na internet. E depois dos furacões políticos e da pandemia, perdeu-se qualquer resquício de pudor que os imbecis por acaso tivessem. Agora temos muito mais imbecis letrados, gente inteligente, estudada, que fala bonito e escreve bem, espalhando imbecilidades de todos os tamanhos e formas. E eles atacam em bandos, vorazes como Walking Deads, tentando de todas as formas transformar você num deles... Esse é o preço da liberdade: conviver com gente com quem não concordamos. Ouvir os maiores absurdos. Assistir gente ignorante, maldosa e até mesmo canalha, pintando e bordando na internet. Pois é... até os canalhas têm direitos. Concorda? Não? Então vou continuar com esta argumentação neste vídeo:   https://www.youtube.com/watch?v=nL59GrWkeDw   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    7 min
  • Cafezinho 499 - Por favor, diga-me não!
    Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Cara, tudo que eu queria era ouvir um “não”. Sabe por quê? Porque diante dele, eu sei que tenho de buscar alguma alternativa. Parto para outra. Mas não. As pessoas perderam a capacidade de dizer “não”. Para dizê-lo precisam estar ancoradas em alguma decisão maior que lhes retire a culpa... E nem estou me referindo ao “não” por avaliação minuciosa da situação, mas ao “não” por educação. Por favor, diga-me não. Tá esquisito? Explico. Alguma coisa aconteceu com a etiqueta do mundo dos negócios, que fez com que o relacionamento entre as pessoas se transformasse em relacionamento entre avatares, entre robôs, desprovidos de sentimentos, de educação e de respeito. Uma demanda não é recebida como algo que precisa ser respondido. Não. Só merece atenção se puder prejudicar quem a recebeu. Ou se representar um ganho estupidamente irresistível. Não sendo assim, a demanda é algo a ser colocado num canto, para caducar. Entro em contato com um potencial cliente, patrocinador, parceiro, colaborador. Mando a demanda. Ele recebe e não responde. Silêncio. Sei que leu, sei que entendeu, mas não responde. Cara, por favor, diga-me não! Não quero, não interessa, não é bom, não vi valor, não é hora. O não é uma palavrinha mágica, sabe por quê? Porque ele libera a gente para cuidar da vida, investir em outras paradas. O não é libertador. Se for um “não” calcado numa avalição cuidadosa da minha proposta, ficarei satisfeito em recebe-lo. Provavelmente junto com ele vem um feedback precioso. Se for um “não” por preguiça, ignorância, preconceito ou simplesmente burrice, ficarei desapontado, mas... seguirei em frente. Quando o “não” não vem, é substituído por um silêncio sepulcral, pela não-resposta, indica que estou recebendo o pior dos sentimentos: a indiferença. Para a pessoa, eu não existo. Fico num vácuo. O não liberta. Dê-me um não, por favor... Você também se incomoda? Então fique comigo que continuo esta reflexão neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=V5P-5B-NX64   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Café Brasil 826 - Os Fatos Ora, os fatos
    Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com   Nossa sociedade foi pacientemente dividida, e hoje temos uma crescente convicção bipartidária de que praticamente qualquer coisa – mentir, trapacear e espionar – é justificado porque a outra tribo é do mal. O mundo anda mesmo louco. Vira e mexe eu encontro pessoas que eu até admirava, inteligentes e articuladas, defendendo coisas indefensáveis. Elas vão contra os fatos, acreditam em narrativas, não levam em consideração argumentos lógicos. Tudo para defender um lado. Qual é o problema dessa gente? Bem, eu acho que tenho uma dica...See omnystudio.com/listener for privacy information.
    27 min
  • Cafezinho 498 – Cuidado comigo. Sou de direita.
    Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com   Um artista que fez uma das capas de um de meus livros antigos gentilmente se recusou a fazer a capa do novo, pois é de esquerda e não quer ser identificado comigo. E hoje pela manhã, um grupo de teatro que fez trabalhos para mim no passado, se recusou a orçar uma nova ação, pois integrantes mais radicais se recusam a se identificar comigo. Tudo porque eu sou "de direita", logo, um agente contaminante. Em meados de 2020, uma pesquisa realizada pelo Cato Institute nos Estados Unidos, mostrou que 62% dos norte-americanos tinham medo de compartilhar suas opiniões políticas. E 32% tinham medo de perder oportunidades de trabalho por causa de opiniões políticas. Dois terços dos norte-americanos diziam que o clima político os impedia de dizer coisas nas quais acreditavam, porque outras pessoas poderiam se sentir ofendidas. 50% dos esquerdistas mais extremos eram a favor de que quem fez doações para a campanha de Donald Trump fosse demitido. 36% dos direitistas mais extremos eram a favor que os doadores para a campanha de Joe Binden fossem demitidos. 44% dos norte-americanos com menos de 30 anos apoiavam demitir alguém por suas posições políticas, mas esse número caía para 22% para os que tinham mais de 55 anos. Você entendeu? A intolerância é muito maior na geração que mais teve liberdade na história da humanidade, a que se diz a mais tolerante, mas não perde uma oportunidade de cassar a voz de quem pensa diferente. Mas esses números são de quase dois anos atrás. Uma pesquisa realizada pelo Ipec pouco tempo atrás, mostrou que, no segmento entre 16 e 34 anos, 6 em cada 10 brasileiros preferem não comentar sobre política pelo medo de serem perseguidos e "cancelados". Quem queria incutir o medo na sociedade, conseguiu. A “polícia secreta” pode estar em sua casa, sentada à mesa com você... Isso preocupa? Então vou continuar nesse assunto na sequência deste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=0tTWzxohGpM   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Cafezinho 497- O caso dos comprimidos envenenados-
    Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com   No próximo dia 29 de setembro, completaremos 40 anos de um crime que chocou o mundo. Naquele dia, em 1982, três mortes foram registradas por envenenamento com cianeto de potássio em um subúrbio de Chicago. Descobriu-se que as três haviam tomado um comprimido de Tylenol. Nos quatro dias posteriores, mais quatro mortes foram registradas, com a mesma causa. Sete mortes em quatro dias. Uma investigação descobriu que os frascos de Tylenol expostos em várias prateleiras de farmácias, lojas de conveniências e mercados de Chicago tinham sido envenenados com cianeto de potássio. Alguém injetou o veneno nos frascos. A Johnson & Johnson, fabricante do produto, imediatamente tomou decisões drásticas: retirou 31 milhões de frascos que estavam em circulação em Chicago, enquanto instruía as pessoas a parar de adquirir o produto ou devolver às lojas. Foi uma ação que custou à empresa milhões de dólares. Essa decisão foi tomada pela diretoria sem qualquer reunião de conselho ou coisa parecida. Mas o mais importante: a empresa abriu suas portas totalmente para a imprensa, mostrando que não tinha qualquer receio de seu processo de fabricação. O culpado pela adulteração dos frascos nunca foi encontrado, a empresa incorporou proteções às embalagens, que foram adotadas como padrão pela indústria de medicamentos dos EUA. E o caso do Tylenol envenenado entrou para a história como uma das grandes ações de Relações Públicas de uma empresa, ao enfrentar uma crise sem precedentes. Vou continuar com essa história na sequência deste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=WEq9k4rUM2w   Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Café Brasil 825 - Precisamos falar sobre o medo
    Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: www.planejamentoantifragil.com   Coragem não é atributo apenas dos heróis. O medo é uma emoção com a qual todos lidamos, e é a forma como lidamos com ele que determina que tipo de vida levaremos. Uns algemados pela ansiedade e pavor, outros capacitados a vencer novos desafios. No entanto, passamos a maior parte do tempo tentando evitar o medo, raramente desenvolvendo a arte de dominá-lo. Isso é uma pena, porque com um pouco de esforço podemos encontrar coragem para ir além da nossa zona de conforto e enfrentar novos mundos. Vamos nessa?See omnystudio.com/listener for privacy information.
    26 min
  • Cafezinho 496 - Bum! Nocaute!
    Planejamento Antifrágil – Estratégias para se beneficiar do caos. Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos. Vem comigo: www.planejamentoantifragil.com   Um dos grandes desafios nos nossos processos de tomada de decisão é quando os cenários mudam. Por qualquer razão. Pode ser por uma crise econômica, por uma mudança nos consumidores, pelo surgimento de uma tecnologia nova, pela aparição de um concorrente. É como quando estamos relaxados boiando na piscina e alguém faz onda. Atrapalha tudo, não é? Tem gente que se perde, e tem gente que não se aperta. Certamente você já reparou como nos jogos de basquete o técnico pede tempo, reúne os jogadores, faz um rabisco numa prancheta e devolve a equipe para a quadra. É mais ou menos como se ele dissesse assim: provoquem o movimento A, se o adversário reagir com o B, vocês fazem a jogada C. Cesta. E os lutadores do UFC, que condicionam seus gatilhos de decisão? Sempre que o adversário fizer um movimento específico, não precisa olhar para o técnico, reaja imediatamente com uma combinação bastante treinada. É quase como um reflexo, que é acionado conforme as condições se apresentam. Sacou? Se o adversário vem agressivo, fazemos assim. Se vem defensivo, fazemos assado. Se tentar um direto com a cabeça abaixada, dê uma joelhada de encontro. Se for para o chão, adotamos outra sequência. Por isso ele treinam um repertório quase infinito de movimentos, abrangendo todas as artes marciais. Estão sempre prontos para a surpresa que o adversário está preparando. E como são lutadores de alto nível, performando no máximo de suas habilidades, só precisam de um segundo para mudar completamente o resultado da luta. Uma piscadela e bum! Nocaute. Então, como é que essa turma se prepara tão bem para esses momentos de incerteza? Vou dar uma especulada na continuidade deste vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=ebFHBjSk2XE Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    9 min
  • Cafezinho 495 - Elon Musk tá em todas.
    Planejamento Antifrágil - Estratégias para se beneficiar do caos.Aprenda com Luciano Pires os segredos, estratégias e o passo a passo para incorporar o imponderável aos seus planos e projetos.Vem comigo: http://planejamentoantifragil.com Cara, estou impressionado como a figura de Elon Musk cresceu de importância e impacto no mundo. A princípio um bilionário tecnológico que, onde mete a mão causa uma revolução, Musk passou a influenciar inclusive a esfera política, com sua manifesta defesa intransigente do direito de expressão. Basta dar uma olhada nas posições de Elon Musk ao longo da história para perceber que ele sempre arrastou a asa para a esquerda. Ou melhor, para o progressismo, que fica mais simpático. Mas seu progressismo tem limites, e ele está deixando claro que não toca no mesmo tom de seus colegas bilionários tecnológicos. Um documentário na Netflix dá bem uma ideia de como funciona a cabeça de Elon Musk. Ele é um visionário que consegue, a partir de sua fortuna, colocar em prática as ideias mais absurdas, e com isso causa revoluções. Ele inventou o sistema de pagamento do PayPal. Ele revolucionou os carros elétricos com sua Tesla, e está virando de cabeça para baixo o uso de eletricidade, com baterias e captadores solares que vão tornar acessível e muito, mas muito barata, a energia solar. E ele botou na cabeça que vai levar o homem para Marte. Para isso, decidiu criar uma empresa, a SpaceX. Foi chamado de maluco, de marqueteiro, de inconsequente, de tudo aquilo que os inovadores são chamados por quem não entende sua visão. Encontrou resistência de todos os lados, mas o bicho é teimoso. E o que nós vimos foi a SpaceX lançar o primeiro foguete de combustível líquido com financiamento privado a alcançar a órbita; a ser a primeira empresa privada a lançar, orbitar e recuperar com sucesso uma espaçonave;  a primeira empresa privada a enviar uma espaçonave para a Estação Espacial Internacional; a primeira decolagem vertical e pouso propulsivo vertical para um foguete orbital; a primeira reutilização de um foguete orbital e a primeira empresa privada a enviar astronautas para a órbita e para a Estação Espacial Internacional. A SpaceX já lançou e reutilizou a série de foguetes Falcon 9 mais de 100 vezes. Cara, essas loucuras não são feitas só com dinheiro. Quer saber como é que faz? Continue a me acompanhar neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=dpODFnrrbUs Gostou? De onde veio este, tem muito, mas muito mais. Torne-se um assinante do Café Brasil e nos ajude a continuar produzindo conteúdo gratuito que auxilia milhares de pessoas a refinar seu processo de julgamento e tomada de decisão. Acesse http://mundocafebrasil.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
    10 min