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O nascimento do Príncipe da Paz
O povo que caminhava nas trevas viu uma grande luz; habitavam numa terra de sombras e uma luz brilhou para eles. Acrescentaste a alegria, ó Senhor , aumentaste o júbilo. Rejubilam diante de ti como se alegram no tempo das ceifas, como rejubilam ao repartirem os despojos. Tal como outrora com o jugo dos madianitas , também agora quebras o jugo da opressão que pesa sobre o teu povo, a vara que lhes rasga os ombros e o bastão do capataz de trabalhos forçados. A bota inimiga que pisa o solo com arrogância e a capa enrolada , tingida de sangue, serão queimadas e pasto do fogo. É que um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. Deus colocou a soberania sobre os seus ombros. Os seus títulos são: Conselheiro maravilhoso, Deus forte, Pai para sempre, Príncipe da paz. Ele vai alargar o seu domínio e governar em paz total, sobre o trono de David e sobre o seu reino. Vai estabelecê-lo e consolidá-lo com a justiça e o direito, desde agora e para sempre. É isto mesmo o que vai realizar o Senhor do Universo, com todo o zelo. O Senhor lançou a sua sentença contra os descendentes de Jacob, ela caiu sobre o reino de Israel.
Ler Isaías 9 faz-nos sentir a dureza da vida do povo de Israel: opressão, medo, incerteza. E, no entanto, quando tudo parecia sombra e desânimo, Deus prometeu dar uma luz ao Seu povo, um novo começo. Haveria de ser uma escolha improvável, nascida num local não menos improvável. Isaías descreve essa esperança com títulos que nenhum rei da terra podia carregar: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Não são apenas nomes bonitos, mas títulos que apontam para alguém que ultrapassa a própria história. Embora Israel esperasse um libertador militar, Deus escolheu um bebé, uma vida frágil, para estabelecer o Seu reino; não à força da espada, mas pela presença viva do Emanuel, o “Deus connosco”. Uns bons 700 anos se passaram e Mateus faz-nos o relato da chegada dessa esperança: cumprindo o que Isaías havia dito, a luz chegou ao Mundo na pessoa de Jesus. E no presépio vemos este contraste impressionante: o Deus Forte torna-Se criança; o Pai da Eternidade entra no tempo; o Príncipe da Paz chega a um mundo conturbado e repleto de tribulações. Seria fácil pensar, olhando para a realidade de hoje, que afinal ainda andamos em trevas, que Cristo não terá sido suficiente. Afinal de contas as guerras não deixaram de existir; a tensão gerada pelo ódio uns pelos outros e, especialmente, ao que é diferente de nós, está mais evidente do que nunca…
Neste tempo pede
By Meeting PointO nascimento do Príncipe da Paz
O povo que caminhava nas trevas viu uma grande luz; habitavam numa terra de sombras e uma luz brilhou para eles. Acrescentaste a alegria, ó Senhor , aumentaste o júbilo. Rejubilam diante de ti como se alegram no tempo das ceifas, como rejubilam ao repartirem os despojos. Tal como outrora com o jugo dos madianitas , também agora quebras o jugo da opressão que pesa sobre o teu povo, a vara que lhes rasga os ombros e o bastão do capataz de trabalhos forçados. A bota inimiga que pisa o solo com arrogância e a capa enrolada , tingida de sangue, serão queimadas e pasto do fogo. É que um menino nos nasceu, um filho nos foi dado. Deus colocou a soberania sobre os seus ombros. Os seus títulos são: Conselheiro maravilhoso, Deus forte, Pai para sempre, Príncipe da paz. Ele vai alargar o seu domínio e governar em paz total, sobre o trono de David e sobre o seu reino. Vai estabelecê-lo e consolidá-lo com a justiça e o direito, desde agora e para sempre. É isto mesmo o que vai realizar o Senhor do Universo, com todo o zelo. O Senhor lançou a sua sentença contra os descendentes de Jacob, ela caiu sobre o reino de Israel.
Ler Isaías 9 faz-nos sentir a dureza da vida do povo de Israel: opressão, medo, incerteza. E, no entanto, quando tudo parecia sombra e desânimo, Deus prometeu dar uma luz ao Seu povo, um novo começo. Haveria de ser uma escolha improvável, nascida num local não menos improvável. Isaías descreve essa esperança com títulos que nenhum rei da terra podia carregar: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Não são apenas nomes bonitos, mas títulos que apontam para alguém que ultrapassa a própria história. Embora Israel esperasse um libertador militar, Deus escolheu um bebé, uma vida frágil, para estabelecer o Seu reino; não à força da espada, mas pela presença viva do Emanuel, o “Deus connosco”. Uns bons 700 anos se passaram e Mateus faz-nos o relato da chegada dessa esperança: cumprindo o que Isaías havia dito, a luz chegou ao Mundo na pessoa de Jesus. E no presépio vemos este contraste impressionante: o Deus Forte torna-Se criança; o Pai da Eternidade entra no tempo; o Príncipe da Paz chega a um mundo conturbado e repleto de tribulações. Seria fácil pensar, olhando para a realidade de hoje, que afinal ainda andamos em trevas, que Cristo não terá sido suficiente. Afinal de contas as guerras não deixaram de existir; a tensão gerada pelo ódio uns pelos outros e, especialmente, ao que é diferente de nós, está mais evidente do que nunca…
Neste tempo pede

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