
Sign up to save your podcasts
Or


E se o que a gente chama de nostalgia não for saudade, mas critério?
Neste episódio, a conversa parte de um incômodo silencioso: por que, em um mundo cheio de tecnologia, inovação e promessas futuristas, tanta gente está voltando ao simples, ao manual, ao conhecido?
Crochê, caderno de papel, profissões artesanais, produtos que não mudam, varejos que resistem, escolhas que parecem “antigas”, mas fazem cada vez mais sentido.
Não é fuga do futuro.
É negociação com ele.
Aqui, a gente diferencia claramente nostalgia de antifuturo.
Uma olha para trás por afeto.
A outra olha para trás por funcionalidade.
O episódio propõe uma leitura mais madura do consumo, do trabalho e da cultura: talvez não seja regressão. Talvez seja lucidez.
Afinal, será que a gente finalmente parou de confundir novidade com progresso?
Dê o play e venha pensar junto.
By Célia LinsingenE se o que a gente chama de nostalgia não for saudade, mas critério?
Neste episódio, a conversa parte de um incômodo silencioso: por que, em um mundo cheio de tecnologia, inovação e promessas futuristas, tanta gente está voltando ao simples, ao manual, ao conhecido?
Crochê, caderno de papel, profissões artesanais, produtos que não mudam, varejos que resistem, escolhas que parecem “antigas”, mas fazem cada vez mais sentido.
Não é fuga do futuro.
É negociação com ele.
Aqui, a gente diferencia claramente nostalgia de antifuturo.
Uma olha para trás por afeto.
A outra olha para trás por funcionalidade.
O episódio propõe uma leitura mais madura do consumo, do trabalho e da cultura: talvez não seja regressão. Talvez seja lucidez.
Afinal, será que a gente finalmente parou de confundir novidade com progresso?
Dê o play e venha pensar junto.

304 Listeners