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Neste episódio, eu te apresento o conceito de middlescence: a fase dos 55 aos 75 em que propósito, poder e prazer se encontram e em que muita gente vive um “segundo começo”. A ideia é simples, mas muda tudo: essa etapa não é uma “ponte” para o fim da vida. Ela vira um novo centro de decisões, de identidade e de consumo, porque a vida ficou mais longa e o mercado ainda não atualizou o jeito de enxergar a meia-idade.
Com dados da Edelman Longevity Lab e da OMS, eu explico por que o crescimento da população 60+ e a expansão da longevidade criam uma janela maior de relacionamento com marcas, produtos e experiências. E mostro como middlescence redefine a lógica de segmentação: não é só idade cronológica, é uma fase com mais autonomia, repertório e intenção de escolha. Isso muda o que as pessoas valorizam (clareza, consistência, qualidade, confiança), muda como elas decidem (menos impulso, mais confirmação) e muda o tipo de marca que ganha espaço (a que respeita o ritmo da vida real, sem estereótipos).
A gente também conversa sobre o principal descompasso apontado pela Edelman: o mercado ainda subestima esse público na comunicação, mesmo quando ele tem grande peso econômico e influencia categorias inteiras. Ou seja: middlescence não é nicho. É uma lente nova para entender o consumo contemporâneo.
Fontes:
Edelman Longevity Lab – The 100-Year Life: https://www.edelman.com/expertise/longevity-lab/100-year-life
OMS – Ageing and health: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/ageing-and-health
By Célia LinsingenNeste episódio, eu te apresento o conceito de middlescence: a fase dos 55 aos 75 em que propósito, poder e prazer se encontram e em que muita gente vive um “segundo começo”. A ideia é simples, mas muda tudo: essa etapa não é uma “ponte” para o fim da vida. Ela vira um novo centro de decisões, de identidade e de consumo, porque a vida ficou mais longa e o mercado ainda não atualizou o jeito de enxergar a meia-idade.
Com dados da Edelman Longevity Lab e da OMS, eu explico por que o crescimento da população 60+ e a expansão da longevidade criam uma janela maior de relacionamento com marcas, produtos e experiências. E mostro como middlescence redefine a lógica de segmentação: não é só idade cronológica, é uma fase com mais autonomia, repertório e intenção de escolha. Isso muda o que as pessoas valorizam (clareza, consistência, qualidade, confiança), muda como elas decidem (menos impulso, mais confirmação) e muda o tipo de marca que ganha espaço (a que respeita o ritmo da vida real, sem estereótipos).
A gente também conversa sobre o principal descompasso apontado pela Edelman: o mercado ainda subestima esse público na comunicação, mesmo quando ele tem grande peso econômico e influencia categorias inteiras. Ou seja: middlescence não é nicho. É uma lente nova para entender o consumo contemporâneo.
Fontes:
Edelman Longevity Lab – The 100-Year Life: https://www.edelman.com/expertise/longevity-lab/100-year-life
OMS – Ageing and health: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/ageing-and-health

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