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O consumidor de 2026 não é rico nem pobre. Ele é estrategista.
Ele compra o arroz mais barato do supermercado e coloca o azeite mais caro no carrinho. Paga o iPhone à vista e compartilha senha de streaming. Viaja em classe econômica e escolhe um jantar especial ao chegar.
Esse comportamento tem nome — e ele está derrubando décadas de modelos de segmentação por renda. No episódio de hoje, eu exploro a Premiumização Seletiva: o fenômeno em que o consumidor decide, com intenção, onde vai pagar mais e onde vai economizar — e o critério não é quanto ele ganha, mas o que ele valoriza.
Discuto por que isso está acontecendo agora, quais categorias revelam esse comportamento com mais clareza (alimentação, saúde, tecnologia, viagens e pet economy), e o que isso muda de forma concreta para marcas, times de produto e estratégia comercial. Tem um bloco dedicado ao Brasil, porque o fenômeno aqui tem uma camada cultural que nenhum relatório internacional consegue capturar sozinho. E tem um bloco de riscos — porque premiumização seletiva também tem armadilhas que o mercado ainda não está discutindo com profundidade.
By Célia LinsingenO consumidor de 2026 não é rico nem pobre. Ele é estrategista.
Ele compra o arroz mais barato do supermercado e coloca o azeite mais caro no carrinho. Paga o iPhone à vista e compartilha senha de streaming. Viaja em classe econômica e escolhe um jantar especial ao chegar.
Esse comportamento tem nome — e ele está derrubando décadas de modelos de segmentação por renda. No episódio de hoje, eu exploro a Premiumização Seletiva: o fenômeno em que o consumidor decide, com intenção, onde vai pagar mais e onde vai economizar — e o critério não é quanto ele ganha, mas o que ele valoriza.
Discuto por que isso está acontecendo agora, quais categorias revelam esse comportamento com mais clareza (alimentação, saúde, tecnologia, viagens e pet economy), e o que isso muda de forma concreta para marcas, times de produto e estratégia comercial. Tem um bloco dedicado ao Brasil, porque o fenômeno aqui tem uma camada cultural que nenhum relatório internacional consegue capturar sozinho. E tem um bloco de riscos — porque premiumização seletiva também tem armadilhas que o mercado ainda não está discutindo com profundidade.

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