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A longevidade deixou de ser um tema restrito à saúde, à estética ou à chamada “terceira idade”. Ela começou a atravessar mercados muito diferentes: beleza, alimentação, farmácias, construção civil, tecnologia, turismo, trabalho, dinheiro e cidades.
Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, Célia Linsingen fala sobre a economia da longevidade como uma nova lógica de consumo e estratégia. Não estamos falando apenas de viver mais, nem daquela promessa meio fantasiosa de juventude eterna. A conversa aqui é sobre como as pessoas querem atravessar melhor o tempo: com autonomia, saúde, segurança financeira, mobilidade, prazer, vínculos e relevância.
O episódio passa por mudanças na beleza, que sai do discurso “anti-idade” e começa a falar mais de saúde da pele; pela farmácia e pelos suplementos, que deixam de ser compras isoladas e entram na lógica de protocolos de cuidado; pela casa e pela cidade, que precisam acompanhar corpos e rotinas em transformação; e pelo dinheiro, porque viver mais também muda a forma como pensamos trabalho, aposentadoria, cuidado e planejamento.
No fundo, a pergunta para as marcas muda bastante: não é só como vender para pessoas mais velhas, mas como continuar fazendo sentido ao longo das diferentes fases da vida.
Um episódio sobre envelhecer, sim, mas principalmente sobre mercado, comportamento e os negócios que vão precisar aprender a acompanhar uma vida mais longa.
By Célia LinsingenA longevidade deixou de ser um tema restrito à saúde, à estética ou à chamada “terceira idade”. Ela começou a atravessar mercados muito diferentes: beleza, alimentação, farmácias, construção civil, tecnologia, turismo, trabalho, dinheiro e cidades.
Neste episódio do Tendências de Mercado e Consumo, Célia Linsingen fala sobre a economia da longevidade como uma nova lógica de consumo e estratégia. Não estamos falando apenas de viver mais, nem daquela promessa meio fantasiosa de juventude eterna. A conversa aqui é sobre como as pessoas querem atravessar melhor o tempo: com autonomia, saúde, segurança financeira, mobilidade, prazer, vínculos e relevância.
O episódio passa por mudanças na beleza, que sai do discurso “anti-idade” e começa a falar mais de saúde da pele; pela farmácia e pelos suplementos, que deixam de ser compras isoladas e entram na lógica de protocolos de cuidado; pela casa e pela cidade, que precisam acompanhar corpos e rotinas em transformação; e pelo dinheiro, porque viver mais também muda a forma como pensamos trabalho, aposentadoria, cuidado e planejamento.
No fundo, a pergunta para as marcas muda bastante: não é só como vender para pessoas mais velhas, mas como continuar fazendo sentido ao longo das diferentes fases da vida.
Um episódio sobre envelhecer, sim, mas principalmente sobre mercado, comportamento e os negócios que vão precisar aprender a acompanhar uma vida mais longa.

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