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devocional gálatas
Meus irmãos, se alguém for apanhado nalguma falta, aqueles que têm o Espírito de Deus levem-no com mansidão ao bom caminho. Mas ao fazer isto cada um deve ter cuidado para não se deixar tentar. Ajudem-se uns aos outros a suportar as dificuldades, pois assim cumprem a lei de Cristo. Se alguém julga ser alguma coisa, quando não é nada, engana-se a si mesmo. Cada um deve julgar as suas ações. E se tiver motivo de orgulho, que seja apenas consigo mesmo, sem se comparar com os outros. Pois cada um tem as suas próprias dificuldades para suportar.
Ninguém está livre de tropeçar. Basta caminhar para se escorregar. Cuidado, pois, com a postura de nariz empinado para com aqueles que se distraíram e caíram. Haja humildade para reconhecer que a falha actual do outro foi a nossa no passado ou até a que no futuro possamos vir a cometer. Veja-se, pois, onde colocamos os pés para não resvalarmos também. Estenda-se a mão para oferecer auxílio e não para apontar o dedo. Ao invés de julgar o pecado alheio, vise-se a recuperação do prevaricador. Coloque-se a tónica na emenda e não na reprimenda. Opte-se por uma cultura de perdão e encorajamento em vez da descompostura pura e dura. Escancarem-se portas de diálogo, em detrimento de muros depreciativos. Escolha-se a abordagem franca e amorosa, deixando cair a murmuração e as pedras guardadas nos bolsos do coração. Ajude-se a corrigir a trajectória, sem desprestigiar a pessoa que se desorientou. Toca a rechaçar laivos de vaidade que nos levem a equacionar alguma espécie de superioridade moral face a terceiros. A termos de nos comparar com alguém que seja com Aquele que nos criou. Aí, estamos todos em pé de igualdade: Carentes da Sua graça. Não nos enganemos, precisamos desesperadamente de Deus. Avancemos debaixo da sombra do Seu amor e amparemo-nos mutuamente, assumindo individualmente as nossas responsabilidades.
By Meeting Pointdevocional gálatas
Meus irmãos, se alguém for apanhado nalguma falta, aqueles que têm o Espírito de Deus levem-no com mansidão ao bom caminho. Mas ao fazer isto cada um deve ter cuidado para não se deixar tentar. Ajudem-se uns aos outros a suportar as dificuldades, pois assim cumprem a lei de Cristo. Se alguém julga ser alguma coisa, quando não é nada, engana-se a si mesmo. Cada um deve julgar as suas ações. E se tiver motivo de orgulho, que seja apenas consigo mesmo, sem se comparar com os outros. Pois cada um tem as suas próprias dificuldades para suportar.
Ninguém está livre de tropeçar. Basta caminhar para se escorregar. Cuidado, pois, com a postura de nariz empinado para com aqueles que se distraíram e caíram. Haja humildade para reconhecer que a falha actual do outro foi a nossa no passado ou até a que no futuro possamos vir a cometer. Veja-se, pois, onde colocamos os pés para não resvalarmos também. Estenda-se a mão para oferecer auxílio e não para apontar o dedo. Ao invés de julgar o pecado alheio, vise-se a recuperação do prevaricador. Coloque-se a tónica na emenda e não na reprimenda. Opte-se por uma cultura de perdão e encorajamento em vez da descompostura pura e dura. Escancarem-se portas de diálogo, em detrimento de muros depreciativos. Escolha-se a abordagem franca e amorosa, deixando cair a murmuração e as pedras guardadas nos bolsos do coração. Ajude-se a corrigir a trajectória, sem desprestigiar a pessoa que se desorientou. Toca a rechaçar laivos de vaidade que nos levem a equacionar alguma espécie de superioridade moral face a terceiros. A termos de nos comparar com alguém que seja com Aquele que nos criou. Aí, estamos todos em pé de igualdade: Carentes da Sua graça. Não nos enganemos, precisamos desesperadamente de Deus. Avancemos debaixo da sombra do Seu amor e amparemo-nos mutuamente, assumindo individualmente as nossas responsabilidades.

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