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Quero felicitar-vos, porque se recordam de mim em tudo e seguem à risca as normas que vos deixei. Mas quero que saibam que é Cristo quem tem autoridade sobre todos os homens, tal como o homem tem autoridade sobre a mulher e Deus sobre Cristo. O homem que ora ou declara a palavra de Deus com a cabeça coberta ofende a dignidade de Cristo. E a mulher que ora ou declara a palavra de Deus de cabeça descoberta, ofende a dignidade do marido. É como se ela se apresentasse de cabeça rapada. Se não quer estar de cabeça coberta, é melhor que corte o cabelo. Mas se é uma vergonha para uma mulher andar de cabelo cortado ou rapado, então ela deve andar de cabeça coberta. O homem não deve cobrir a cabeça, pois ele é imagem e reflexo de Deus. E a mulher é reflexo do homem. Pois não foi o homem que foi tirado da mulher. A mulher é que foi tirada do homem. Nem o homem foi feito por causa da mulher, mas sim a mulher por causa do homem. Portanto, a mulher deve levar sobre a cabeça o sinal de autoridade, por causa dos anjos. Contudo, para o Senhor, nem a mulher existe sem o homem nem o homem sem a mulher. Pois se a mulher foi feita do homem, também o homem nasce da mulher. Afinal tudo vem de Deus. Julguem por vós mesmos. Acham decente que uma mulher vá fazer oração de cabeça descoberta? Não ensina a natureza que usar cabelos compridos é uma vergonha para o homem, enquanto os cabelos compridos dão beleza à mulher? É que eles foram-lhe dados para servirem de véu. Mas se alguém quiser ainda pôr isto em discussão, saiba que nem eu nem as igrejas de Deus temos outra maneira de proceder.
Há práticas litúrgicas que são declaradamente culturais, logo locais e, consequentemente, transitórias. Muitas tensões levantadas no passado não fazem qualquer sentido no presente. Discutir se a mulher ou o homem devem ter a cabeça coberta enquanto oram não tem nenhum cabimento nos tempos que correm. Um simples e informal levantamento de opiniões sobre essa questão provocaria um mar de sorrisos. Definir o tamanho adequado do cabelo, consoante o género, é um perfeito absurdo. Não há fita métrica que expresse a sinceridade na adoração de um homem de farta cabeleira ou de uma mulher de corte curto. Tenha-se em conta a compreensão das dinâmicas sociais que vigoraram outrora, o que não faz delas, actualmente, regra. Pelo contrário, preservando-se o decoro e o respeito mútuo, sublinhe-se que a compreensão de um papel subalterno da mulher foi denunciado e restaurado por Jesus. Sim, “nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor. Porque, como a mulher provém do homem, assim também o homem provém da mulher, mas tudo vem de Deus.” Resumindo, existem, de facto, aspectos nos quais as comunidades cristãs divergem, mas nem por isso deve erguer-se uma contenda entre elas. Esse não é, de todo, um costume a ser abraçado pelas igrejas de Deus.
By Meeting PointQuero felicitar-vos, porque se recordam de mim em tudo e seguem à risca as normas que vos deixei. Mas quero que saibam que é Cristo quem tem autoridade sobre todos os homens, tal como o homem tem autoridade sobre a mulher e Deus sobre Cristo. O homem que ora ou declara a palavra de Deus com a cabeça coberta ofende a dignidade de Cristo. E a mulher que ora ou declara a palavra de Deus de cabeça descoberta, ofende a dignidade do marido. É como se ela se apresentasse de cabeça rapada. Se não quer estar de cabeça coberta, é melhor que corte o cabelo. Mas se é uma vergonha para uma mulher andar de cabelo cortado ou rapado, então ela deve andar de cabeça coberta. O homem não deve cobrir a cabeça, pois ele é imagem e reflexo de Deus. E a mulher é reflexo do homem. Pois não foi o homem que foi tirado da mulher. A mulher é que foi tirada do homem. Nem o homem foi feito por causa da mulher, mas sim a mulher por causa do homem. Portanto, a mulher deve levar sobre a cabeça o sinal de autoridade, por causa dos anjos. Contudo, para o Senhor, nem a mulher existe sem o homem nem o homem sem a mulher. Pois se a mulher foi feita do homem, também o homem nasce da mulher. Afinal tudo vem de Deus. Julguem por vós mesmos. Acham decente que uma mulher vá fazer oração de cabeça descoberta? Não ensina a natureza que usar cabelos compridos é uma vergonha para o homem, enquanto os cabelos compridos dão beleza à mulher? É que eles foram-lhe dados para servirem de véu. Mas se alguém quiser ainda pôr isto em discussão, saiba que nem eu nem as igrejas de Deus temos outra maneira de proceder.
Há práticas litúrgicas que são declaradamente culturais, logo locais e, consequentemente, transitórias. Muitas tensões levantadas no passado não fazem qualquer sentido no presente. Discutir se a mulher ou o homem devem ter a cabeça coberta enquanto oram não tem nenhum cabimento nos tempos que correm. Um simples e informal levantamento de opiniões sobre essa questão provocaria um mar de sorrisos. Definir o tamanho adequado do cabelo, consoante o género, é um perfeito absurdo. Não há fita métrica que expresse a sinceridade na adoração de um homem de farta cabeleira ou de uma mulher de corte curto. Tenha-se em conta a compreensão das dinâmicas sociais que vigoraram outrora, o que não faz delas, actualmente, regra. Pelo contrário, preservando-se o decoro e o respeito mútuo, sublinhe-se que a compreensão de um papel subalterno da mulher foi denunciado e restaurado por Jesus. Sim, “nem o homem é sem a mulher, nem a mulher sem o homem, no Senhor. Porque, como a mulher provém do homem, assim também o homem provém da mulher, mas tudo vem de Deus.” Resumindo, existem, de facto, aspectos nos quais as comunidades cristãs divergem, mas nem por isso deve erguer-se uma contenda entre elas. Esse não é, de todo, um costume a ser abraçado pelas igrejas de Deus.

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