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Neste episódio do Clube de Leitura 30:MIN, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon analisam "Contra Fogo" (Ed. Todavia), romance de estreia de Pablo L.C. Casella.
A discussão aborda as escolhas narrativas do autor: a oralidade da prosa, o desenvolvimento da trama e a construção dos personagens. Os participantes examinam como o livro articula a trama e os personagens.
Por fim, refletem sobre as questões ecológicas apresentadas na obra e suas conexões com o contexto brasileiro.
Aviso para o próximo mês: em junho, o Clube debate "Floresta é o Nome do Mundo", de Ursula K. Le Guin (Ed. Morro Branco).
Aperta o play e contra pra gente: quais outros livros você conhece que dialoga com a crise ambiental?
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No novo episódio escolhido pelos apoiadores no sorteio da pauta fura-fila, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon contam sobre os livros que fizeram eles questionarem… a própria vontade de ler.
De clássicos a contemporâneos, a dupla expõe várias decepções, mas, claro, com os motivos das leituras falharem. Será que algum "monstro sagrado" entra na lista? Será que seu livro preferido está aqui? Quem sobreviveu ao martírio de ler até o fim?
Aperta o play e conta pra gente: já leu algum livro que você só recomendaria para quem já está em um caixão?
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Em mais um episódio da série "Por que ler...", Arthur Marchetto e Cecília Garcia Marcon recebem o professor, pesquisador e escritor Bruno Anselmi Matangrano para discutir o pensamento de Ailton Krenak.
Os três conversam sobre seu pensamento filosófico, as contribuições e otimismos nas discussões sobre o capitalismo, colapso climático e o possível fim de um mundo.
Além disso, é possível descobrir algumas coisas sobre suas particularidades de escrita e descobrir outros livros que aprofundam os pensamentos e imaginários de varias tradições indígenas.
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Bruno Anselmi Matangrano - Academia.edu
Bruno Anselmi Matangrano - Research Gate
Fantástico brasileiro: O insólito literário do romantismo ao fantasismo, de Bruno Anselmi Matangrano e Eneias Tavares
Contos para uma noite fria, de Bruno Anselmi Matangrano
Os ebálidas de pseudo-outis, de Bruno Anselmi Matangrano
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Livros citados no episódio
A vida não é útil, de Ailton Krenak
Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak
Futuro ancestral, de Ailton Krenak
O amanhã não está à venda, de Ailton Krenak
Cada remada uma história, de Tiago Hakiy, Daniel Munduruku, Cristino Wapichana, Roni Wasiry e Mauricio Negro
Originárias: uma antologia feminina de literatura indígena, organizado por Trudruá Drorrico e Maurício Negro
Nós: uma antologia de literatura indígena, organizado por Maurício Negro
Kuján e os meninos sabidos, de Ailton Krenak e Rita Carelli
Um rio um pássaro, de Ailton Krenak
Encontros: Ailton Krenak, organizado por Sergio Cohn
Terrapreta, de Rita Carelli
A morte e o meteoro, de Joca Reiners Terron
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Outras citações
Roda Viva com Ailton Krenak
Playlist Conversas na rede com Ailton Krenak
Algumas doem. Outras libertam. Umas duram uma página, outras ecoam por séculos. Neste episódio especial do 30:MIN, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e Vilto Reis revisitam as cenas de despedida mais memoráveis da literatura — e compartilham um anúncio.
De Ariano Suassuna a Sally Rooney, de J.R.R. Tolkien a Júlio Cortázar, o trio celebra o adeus em várias formas e as despedidas que ficaram gravadas na memória: amores que se esvaem, amigos que partem, saídas de lugares de conforto e até rituais de passagem.
Então aperta o play e vem se despedir conosco, mas conta pra gente: qual livro tem uma despedida que te marcou?
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Vilto Reis (Instagram)
Clube de Literatura Fantástica do Vilto Reis
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Livros citados no episódio
1º Bloco
Manuscrito achado num Bolso, de Cortázar
Mrs. Dalloway, de Virginia Woolf
Dois Irmãos, de Milton Hatoum
2º Bloco
Hamnet, de Maggie O'Farrell
Campo Geral, de João Guimarães Rosa
Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna
3º Bloco
Dias de abandono, de Elena Ferrante
Senhor dos Anéis: A sociedade do anel, de J.R.R. Tolkien
Pessoas normais, de Sally Rooney
Encerramento
Oração para desaparecer, de Socorro Acioli
Cabeça de Santo, de Socorro Acioli
Flores para Algernon de Daniel Keyes
Reparação, de Ian McEwan
Na Trilogia de Copenhagen, escrita pela dinamarquesa Tove Ditlevsen, publicada no Brasil pela Companhia das Letras (tradução de Heloisa Kahn e Kristin Lie Garrubo), memórias de infância pobre, vícios, amores desastrosos e a luta pela arte se misturam na prosa da autora que narra a própria vida.
Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e Juliana Leuenroth (uma das coordenadoras do projeto Leia Mulheres) discutem como Ditlevsen influenciou a escrita autobiográfica que ecoa hoje em Annie Ernaux e Edouard Louis e a construção de narradoras que influenciaram a escrita da Tetralogia Napolitana, de Elena Ferrante.
Então aperta o play e vem conhecer a vida de Tove Ditlevsen!
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Juliana Leuenroth
Espanadores (IG)
Leia Mulheres (IG)
De greves históricas a escritórios claustrofóbicos, de herdeiros perdidos a entregadores de aplicativo: o trabalho é um dos temas mais universais (e explosivos) da literatura. Neste episódio especial do 30:MIN, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon mergulham em livros que retratam o suor, a revolta e o estranhamento daqueles que precisam ganhar a vida — ou dos tontos que acabam por herdá-la.
Passando por clássicos, como Kafka ou Zola, e por contemporâneos, como Oyamada e Falero, a dupla analisa como a literatura representa o trabalho em diversas frentes: o absurdo, a opressão, mas também a resistência e os conflitos pessoais.
Então aperta o play e conta pra gente: qual livro fez você ver seu trabalho com outros olhos?
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Livros citados no episódio
Germinal - Émile Zola
Os Miseráveis - Victor Hugo
Norte e Sul - Elizabeth Gaskell
Perguntas de um trabalhador que lê - Bertolt Brecht
Trabalho e os dias - Hesíodo
Cidadão - Zé Geral
Cotidiano - Chico Buarque
Construção - Chico Buarque
Fama e Anonimato - Gay Talese
A Fábrica - Hiroko Oyamada
Eles não usam black-tie - Gianfrancesco Guarnieri
Billy Elliot - Melvin Burgess
Memórias póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
Quincas Borba - Machado de Assis
Angústia - Graciliano Ramos
São Bernardo - Graciliano Ramos
Superação - Stephanie Land
Cidadã de Segunda Classe - Buchi Emecheta
Quarto de Despejo - Carolina Maria de Jesus
Os Supridores - José Falero
Vera - José Falero
Mas em que mundo tu vive - José Falero
O amante de Lady Chatterley - D.H. Lawrence
É a hora de mergulhar no livro do Clube de Leitura 30:MIN de abril de 2025! Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e AJ Oliveira discutem Onde vivem as monstras, da autora japonesa Aoko Matsuda (ed. Gutenberg, trad. Rita Kohl).
A coletânea de contos reconta histórias tradicionais do Japão, dando voz a mulheres que das narrativas originais. Matsuda escreve a partir das narrativas populares e histórias narrativas que refletem sobre papéis de gênero. No papo, o trio analisa a estrutura da coletânea, a habilidade da autora ao ressignificar o folclore e a roupagem adotada pelo elemento fantástico nessa leitura.
Então, aperta o play e já se prepara para o próximo livro: Contra Fogo, de Pablo L. C. Casella (ed. Todavia)! 🔥
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A cada dia que passa, temos a sensação de que o colapso climático é cada vez mais iminente e inevitável. Mas a arte sem propõe novas ideias de estar no mundo e torna o tema mais próximo e comovente. Para isso, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e Ana Rüsche discutem como livros clássicos e contemporâneos tratam do tema, do desespero à esperança.
Além disso, o trio debate como a ecocrítica mostra que a discussão sobre o tema está presente mesmo em clássicos antigos e visível para quem se interessar em procurar.
Então aperta o play e conta pra gente: qual livro fez você enxergar as questões climáticas?
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Conheça o Filamentos, grupo de pesquisa da Ana Rüsche
Conheça a Anacronista, newsletter de Ana Rüsche
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Livros citados
Carga Viva, de Ana Rüsche
Quimeras do Agora, de Ana Rüsche
Ficar com o problema: fazer parentes no chthluceno, de Donna Haraway
O manifesto das espécies companheiras, de Donna Haraway
Quando as espécies se encontram, de Donna Haraway
Frankenstein, de Mary Shelley
Vidas Secas, de Graciliano Ramos
A guerra não tem rosto de mulher, de Svetlana Aleksiévitch
Vozes de tchernóbil, de Svetlana Aleksiévitch
Ideias para adiar o fim do mundo, de Ailton Krenak
A vida não é útil, de Ailton Krenak
Futuro ancestral, de Ailton Krenak
A inteligência das aves, de Jennifer Ackerman
Arqueologias do futuro, de Frederic Jameson
O quinze, de Rachel de Queiroz
Fazedores de desertos, de Euclides da Cunha
O século nômade, de Gaia Vince
A Quinta Estação, de N.K. Jemisin
Aniquilação, de Jeff VanderMeer
A trama das árvores, de Richard Powers
O deus das avencas, de Daniel Galera
A extinção das abelhas, de Natalia Borges Polesso
A morte de um personagem pode ser um momento de profunda comoção, uma reviravolta genial ou... só mais umacena brega. Quem nunca passou por isso?
Neste episódio, Arthur Marchetto, Cecilia Garcia Marcon e Gustavo Magnani se reúnem para discutir quando matar um personagem é uma escolha narrativa poderosa — e quando é preguiça ou truque barato.
De clássicos como Shakespeare e Machado de Assis até Guimarães Rosa, Jorge Amado e os contemporâneos Carla Madeira, Itamar Vieira Júnior e George R. R. Martin, a turma analisa mortes (nem tanto) memoráveis.
Será que algumas histórias subestimam o leitor? Quando a morte é trágica, quando é só choque gratuito, e quando vira até piada?
Então aperta o play e conta pra gente: qual foi a morte na literatura que mais te marcou — para o bem ou para o mal?
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Para a discussão do livro do Clube de Leitura 30:MIN de 2025, Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon se reúnem para falar do primeiro volume de Aya de Yopougon, escrito por Marguerite Abouet e desenhado por Clément Oubrerie (publicado pela ed. L&PM e traduzido por Julia da Rosa Simões).
A HQ conta a primeira parte da história de três amigas que vivem no bairro de Yopougon, na Costa do Marfim, e vai trazer discussões sobre juventude, amores, profissão e futuro numa comunidade de pessoas próximas, com bailes, flertes e muitos homens questionáveis. Preparados?
Então, aperta o play, e se prepare para o próximo livro: Onde vivem as monstras?, de Aoko Matsuda.
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