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Ouvindo isto, alguém que estava à mesa com Jesus exclamou: “Feliz aquele que tiver o privilégio de cear no reino de Deus!” Ao que Jesus respondeu com a seguinte parábola: “Um homem preparou uma grande festa e enviou muitos convites. Chegada a hora do banquete, mandou o seu servo dizer aos convidados: ‘Venham, pois já está pronto.’ Todos, porém, começaram com desculpas: um porque acabara de comprar um campo e queria vê-lo, pedindo, portanto, que dispensasse a sua presença. Outro porque tinha acabado de comprar cinco juntas de bois e queria experimentá-los. Outro ainda, porque acabara de casar-se, não podia ir. O servo voltou e transmitiu ao seu senhor as respostas. Este, indignado, disse ao seu servo que fosse depressa pelas ruas e becos da cidade e convidasse os mendigos, paralíticos, coxos e cegos. Ele foi e, mesmo assim, ainda havia lugar. Então disse o senhor ao servo: ‘Vai por aí fora, pelos caminhos e por todos esses lugares; insiste para que venham, de modo que a casa fique cheia. Quanto aos que primeiro convidei, ninguém provará dos manjares que eu tinha preparado!’”
É fantástico ter uma compreensão festiva do reino de Deus. O Seu domínio no coração de cada pessoa é mesmo algo para celebrar dia a dia. Acontece que o perigo está em presumir que se está lá com os dois pés por tradição ou mérito próprio. É um erro descomunal pensar que a comunhão com o Pai é um dado adquirido por atacado, assim como desfasar a lufa-lufa diária da amizade com Deus. Quem recusa celebrar com Ele os seus negócios, as últimas novidades e até os encantos familiares bem pode tirar o cavalinho da chuva que vai esperar em pé e do lado de fora o banquete celestial. Contudo, ninguém se pode queixar pois todos foram convidados para essa enormíssima festa. É verdade que alguns com enorme antecedência, enquanto outros, sem sequer estar à espera, mesmo em cima da hora. Acontece que cada um é responsável pela resposta que dá a tão honroso, quanto imerecido, convite. Eu cá vou dando pulinhos de contentamento deste lado da eternidade pela desmedida graça que me foi estendida.
Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire.
By Meeting PointOuvindo isto, alguém que estava à mesa com Jesus exclamou: “Feliz aquele que tiver o privilégio de cear no reino de Deus!” Ao que Jesus respondeu com a seguinte parábola: “Um homem preparou uma grande festa e enviou muitos convites. Chegada a hora do banquete, mandou o seu servo dizer aos convidados: ‘Venham, pois já está pronto.’ Todos, porém, começaram com desculpas: um porque acabara de comprar um campo e queria vê-lo, pedindo, portanto, que dispensasse a sua presença. Outro porque tinha acabado de comprar cinco juntas de bois e queria experimentá-los. Outro ainda, porque acabara de casar-se, não podia ir. O servo voltou e transmitiu ao seu senhor as respostas. Este, indignado, disse ao seu servo que fosse depressa pelas ruas e becos da cidade e convidasse os mendigos, paralíticos, coxos e cegos. Ele foi e, mesmo assim, ainda havia lugar. Então disse o senhor ao servo: ‘Vai por aí fora, pelos caminhos e por todos esses lugares; insiste para que venham, de modo que a casa fique cheia. Quanto aos que primeiro convidei, ninguém provará dos manjares que eu tinha preparado!’”
É fantástico ter uma compreensão festiva do reino de Deus. O Seu domínio no coração de cada pessoa é mesmo algo para celebrar dia a dia. Acontece que o perigo está em presumir que se está lá com os dois pés por tradição ou mérito próprio. É um erro descomunal pensar que a comunhão com o Pai é um dado adquirido por atacado, assim como desfasar a lufa-lufa diária da amizade com Deus. Quem recusa celebrar com Ele os seus negócios, as últimas novidades e até os encantos familiares bem pode tirar o cavalinho da chuva que vai esperar em pé e do lado de fora o banquete celestial. Contudo, ninguém se pode queixar pois todos foram convidados para essa enormíssima festa. É verdade que alguns com enorme antecedência, enquanto outros, sem sequer estar à espera, mesmo em cima da hora. Acontece que cada um é responsável pela resposta que dá a tão honroso, quanto imerecido, convite. Eu cá vou dando pulinhos de contentamento deste lado da eternidade pela desmedida graça que me foi estendida.
Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire.

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