“Marine le Pen está bastante à frente de Macron” na caminhada para as eleições parlamentares europeias, e isso é tudo o que o atual presidente não quer. O ‘abanão’ da escolha do novo primeiro-ministro é uma tentativa de regressar a uma liderança que será obrigatória que, dentro de três anos, Macron se confrontar com a reforma – que não vai querer.