“Israel considera que as suas fronteiras são lidas à luz dos seus interesses”, diz Francisco Seixas da Costa – para quem o terror imposto pelo Hamas não tem explicação. Mas, como afirmou António Guterres, cujas declarações defende, o Embaixador diz que as culpas de Israel são extensas, antigas e vão manter-se, sempre ao arrepio das decisões (que deviam ser soberanas mas para Israel não são) das Nações Unidas.