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Ao contrário do que vai sendo afirmado como verdadeiro, Francisco Seixas da Costa considera que os Estados Unidos estão a fazer, em Israel, o mesmo de sempre: defender o governo contra os
Da escalada do conflito na Faixa de Gaza ao insuficiente apoio de Bruxelas quanto à adesão da Ucrânia à União Europeia, sem esquecer o actual contexto político de Espanha.
Uma guerra que parece esquecida, o mundo está a resvalar para os extremos do antissemitismo e da islamofobia e um país que importa acompanhar para perceber o desenvolvimento do conflito no Médio Oriente.
“Israel considera que as suas fronteiras são lidas à luz dos seus interesses”, diz Francisco Seixas da Costa – para quem o terror imposto pelo Hamas não tem explicação. Mas, como afirmou António Guterres, cujas declarações defende, o Embaixador diz que as culpas de Israel são extensas, antigas e vão manter-se, sempre ao arrepio das decisões (que deviam ser soberanas mas para Israel não são) das Nações Unidas.
O embaixador Francisco Seixas da Costa dá um ênfase especial à presença do presidente norte-americano em território israelita. Resta saber qual é a leitura certa dessa visita: apoio a toda e qualquer iniciativa do governo de Benjamin Netanyahu, ou sugestão para que a resposta seja contida e proporcionada.
Numa semana em que o mundo foi surpreendido pela incursão do Hamas em Israel, Francisco Seixas da Costa fornece um quadro completo da guerra: os antecedentes, a envolvente e os possíveis desenvolvimentos – que são todos a evitar. Mas o mundo continua, mesmo que com visualização cortada, como sucede com a guerra na Ucrânia – por muito que Zelensky argumente, sem razão, que encontra por baixo do Hamas a ‘mão de Moscovo’.
“A Ucrânia quer transformar-se num grande polo de indústrias militares europeias”, destacou o embaixador Francisco Seixas da Costa. Além das expectativas para a economia da Ucrânia no futuro, destaque ainda para a análise do desfecho das eleições
Polónia e Estados Unidos colocaram por estes dias algumas questões difíceis à Ucrânia. Sinais de ‘deslace’ do apoio a Kiev ou simplesmente hora de prestar contas? Francisco Seixas da Costa opta pela segunda. Prestar contas foi o que fez o PP nas Cortes
António Guterres "está refém das decisões unilaterais dos membros do Conselho de Segurança" e por isso, este é um momento muito ingrato para o português. Ouça a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa a este e outros temas da atualidade internacional.
Da aproximação de Vladimir Putin a Kim Jong-un às conclusões da reunião do G20 passando pelos tão distantes (no tempo e nas intenções) Acordos de Oslo, esta será a rota do programa desta semana que conta com a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
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