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Tem gente entregando os primeiros minutos da própria consciência para qualquer coisa que apareça na tela e depois passa o restante do dia tentando recuperar uma paz que perdeu logo pela manhã.
Por isso esse versículo é tão poderoso e falamos isso nessa manhã.
Neste episódio de A mente do Risco, eu quero conversar rapidamente sobre um tipo de cansaço que não fica apenas no corpo.
Por muito tempo associamos ser forte com aguentar tudo, mas e pouco menos de 2 minutos te ajudo a quebrar esse estigma.
Neste episódio do Live In Cast, converso com Heloisa sobre comunicação, comportamento humano e percepção e por que uma mensagem aparentemente clara pode ser interpretada de uma forma completamente diferente por quem a recebe.
🧠 Você está vivendo no automático? Neste vídeo, você vai entender por que chega ao fim do dia mentalmente cansado, mesmo com a sensação de que não fez tudo o que precisava — e como recuperar o controle das suas escolhas.
Estamos banalizando a saúde mental? Neste episódio, faço um alerta sobre a confusão crescente entre saúde mental, sofrimento emocional e riscos psicossociais no trabalho.Nem todo desconforto é transtorno. Nem toda pressão é adoecimento. E nem todo problema dentro de uma empresa pode ser tratado como um risco psicossocial sem análise técnica, contexto e critério.O problema é que, quando começamos a chamar tudo de saúde mental, corremos o risco de esvaziar justamente aquilo que precisa ser levado a sério.Neste episódio, discuto a diferença entre saúde mental, fatores psicossociais, riscos psicossociais, estresse ocupacional, burnout e sofrimento emocional, além dos impactos que uma interpretação superficial desses conceitos pode gerar dentro das organizações.Também explico por que empresas, profissionais de SST, RH e lideranças precisam ter cuidado para não transformar o tema em diagnóstico improvisado, modismo corporativo ou simples preenchimento documental.A gestão dos riscos psicossociais exige método, avaliação, contexto organizacional e responsabilidade técnica.Saúde mental é um assunto sério demais para ser tratado de forma rasa.Assista até o final e me diga nos comentários: estamos finalmente falando mais sobre saúde mental ou começamos a banalizar o tema?#SaudeMental #RiscosPsicossociais #NR01 #SST #Burnout #ComportamentoHumano #SaudeNoTrabalho #SegurancaDoTrabalho
A inveja é um projeto cultural? Tallis Gomes tem razão? Entenda a inveja no Brasil, a mentalidade de soma zero e como comparação social, sucesso e prosperidade influenciam o comportamento humano.00:00 A inveja é um projeto cultural?00:35 Tallis Gomes tem razão?01:28 A inveja no Brasil03:12 Mentalidade de soma zero05:05 Por que o sucesso incomoda?07:10 A neurociência da inveja09:15 Comparação social e prosperidade11:20 Como sair dessa mentalidadeTallis Gomes exagerou ou acertou em cheio?#TallisGomes #ComportamentoHumano #Neurociência #Mentalidade #Inveja #Sucesso #Prosperidade #DesenvolvimentoPessoal
Minha tia adiou uma cirurgia para poder ficar com o nosso filho.Talvez pareça apenas uma mudança de data. Para mim, foi uma das demonstrações mais bonitas de amor que recebi nos últimos tempos.
Entenda como pais trabalhadores criam filhos resilientes e os efeitos reais dessa criação no futuro da família a longo prazo.Este vídeo analisa a dinâmica entre pais trabalhadores e o desenvolvimento dos filhos. Discutimos como o esforço dos pais gera filhos resilientes, permitindo que as novas gerações alcancem patamares mais altos e garantindo conforto para os netos. É um conteúdo essencial para quem reflete sobre o legado familiar e os impactos da prosperidade na formação do caráter.No entanto, focamos também no outro lado da moeda: como esse ambiente pode deixar a juventude menos preparada para enfrentar adversidades. Analisamos se o excesso de conforto pode limitar o preparo para desafios reais, oferecendo uma visão crítica sobre como criar filhos fortes em um mundo em constante mudança. O objetivo é equilibrar o sucesso financeiro com a necessidade de resiliência emocional.
A gente cresce acreditando que a pessoa mais forte é aquela que sente menos.
Durante muito tempo, eu também enxerguei a força dessa maneira. Mas quanto mais estudei neurociência e comportamento humano, mais percebi que essa ideia não se sustenta.
Neste episódio, compartilho a minha visão sobre por que sentir não é sinal de fraqueza, mas uma das características mais humanas que existem.
Falo sobre como o cérebro processa as emoções, por que tantas pessoas tentam escondê-las e como isso pode afetar nossos relacionamentos, nossas decisões e nossa saúde mental.
Se você quer entender melhor a mente humana e desenvolver uma forma mais consciente de lidar com as emoções, este episódio é um convite para refletirmos juntos.
O Brasil pode ter sido eliminado da Copa do Mundo.
Mas será que a tristeza coletiva tem realmente relação apenas com o futebol?
Neste episódio do Live in Cast, eu proponho uma reflexão diferente.
Em vez de analisar escalações, erros da arbitragem ou decisões táticas, convido você a entender o que acontece dentro do cérebro humano quando milhões de pessoas compartilham a mesma expectativa, a mesma esperança e, posteriormente, a mesma frustração.
A partir dos princípios da neurociência do comportamento, da psicologia social e da ciência do pertencimento, explico por que eventos como a Copa do Mundo conseguem mobilizar emoções tão intensas e por que sentimos que perdemos muito mais do que uma partida.
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