“Quando os inimigos de Judá e de Benjamim souberam que os exilados estavam reconstruindo o templo do Senhor, o Deus de Israel, foram falar com Zorobabel e com os chefes das famílias: Vamos ajudá-los nessa obra porque, como vocês, nós buscamos o Deus de vocês e temos sacrificado a ele desde a época de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos trouxe para cá. Contudo, Zorobabel, Jesua e os demais líderes das famílias de Israel responderam: Não compete a vocês a reconstrução do templo de nosso Deus. Somente nós o construiremos para o Senhor, o Deus de Israel, conforme Ciro, o rei da Pérsia, nos ordenou.” Esdras, 4.1-3
O tempo do cativeiro acabou e Deus usa Ciro, rei da Pérsia, para estimular os judeus a retornar e reconstruir o Templo em Jerusalém. Os judeus recebem ofertas diversas, recebem de volta os utensílios que Nabucodonosor levara para a Babilônia e muitos do povo também ofertam. Ao voltar, restauram o altar e retomam os sacrifícios, as festas e celebrações ao Senhor. Tudo ia bem, mas então os inimigos se levantam, não para atacar, mas com uma proposta de ajudar na reconstrução do Templo, alegando que eles também serviam ao Senhor. Mas, era válida tal alegação? Poderiam eles participar do projeto?