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Direitos autorais dos compositores.
It is not my goal do violant copyright, just have fun!❤️
https://www.youtube.com/watch?v=QSmYxKIs3PI&list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy&index=9
@LauraJaneGraceOfficial
https://www.youtube.com/channel/UCVhagufyWp-Gb79jTG6NPFw
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
#ciência #ateísmo #cristianismo
Uma homenagem à Hipátia
https://medium.com/mente-ate%C3%ADsta/hip%C3%A1tia-a-primeira-ateia-a-morrer-com-a-subida-dos-crist%C3%A3os-ao-poder-e-a-morte-da-raz%C3%A3o-628a462d4468
Hipátia – A Última Chama
[Intro]
(Instrumental épico, batidas fortes e coros etéreos)
No véu da noite, a cidade em chamas,
O eco da razão se apaga nas almas.
[Verse]
Nas ruas de Alexandria, ela caminhou,
Entre estrelas e números, a verdade buscou.
Mas o medo e a fé, com ódio e com cruz,
Apagaram sua luz, negaram sua luz.
[Chorus]
Hipátia, a última chama a queimar,
Luz contra as trevas, jamais vão calar.
Que sua morte seja um grito no ar,
Menos fé, mais razão, nunca parar!
[Verse]
Eles rasgaram os livros, tentaram sumir,
Com a voz que ousou o dogma ferir.
Mas a chama da mente não pode morrer,
Nos olhos dos livres, ela vai renascer.
[Chorus]
Hipátia, a última chama a queimar,
Luz contra as trevas, jamais vão calar.
Que sua morte seja um grito no ar,
Menos fé, mais razão, nunca parar!
[Bridge]
(O som desacelera, quase como um lamento)
Séculos passam, mas nunca se vão,
As ideias resistem à escuridão.
Enquanto houver quem busque a verdade,
Hipátia vive na eternidade!
[Chorus]
(Agora mais forte, com coros e instrumentação grandiosa)
Hipátia, a última chama a queimar,
Luz contra as trevas, jamais vão calar.
Que sua morte seja um grito no ar,
Menos fé, mais razão, nunca parar!
[Outro]
(Instrumental se dissolve em um som crescente, evocando um novo amanhecer)
O tempo avança, a ciência renasce,
E sua voz, Hipátia, jamais se apaga.
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
Meio vivo neste ermo de aço e concreto
Como um experimento sem afeto
Afeto meu, afeto que nunca chega perto
Caçado por uma cidade sem sol que nunca dorme
Caçado por um Deus que sempre dorme
Enquanto o sol insiste em brilhar
Ceifadores de néon varrem as ruas enormes
Sonhando com um passado que talvez nem vivi
Pagando por um pecado que nunca cometi
Ceifadores de cruzes buscam pecadores
Pecadores de pecados nunca cometidos
Tudo era falso, tudo planejado aqui
Um brinquedo a corda, feito só pra sentir
Mas as lágrimas são reais e caem de mim
O divino é falso, mas o crime é real
O crime é falso, mas a dívida é real
Sou um fantasma de carne e fantasia
Carne de fantasia de um fantasma sagrado
Uma máquina sem deus, em agonia
Ainda existe algo em mim pra se salvar?
Sê minha cura, meu lugar
Só quero sentir teu amor me atravessar
Cada parte do meu ser contigo estar
Com um beijo pintaremos a visão que seduz
Do nosso encontro ao luar, sem deuses, sem cruz
Sem pecadores mil, sem culpa ou controle divino
Encontra-me nu na miséria da razão
Como melodia sem execução
Salva-me sem rezas, apenas me chame
Na nudez do desejo e da vontade de pecar
Vira chuva mansa sobre minha carne
Toca-me como ninguém ousou tocar
No fundo gelado do meu coração secular
Ama-me mesmo que seja crime profano
Já cruzamos a linha, já quebramos o plano
Agora só nos basta reinar
No inferno profano, nem mesmo que nos engane
Sou um fantasma de carne e fantasia
Uma máquina sem deus, em agonia
Ainda existe algo em mim pra se salvar?
Sê minha cura, meu lugar
Só quero sentir teu amor me atravessar
Cada parte do meu ser contigo estar
Com um beijo pintaremos a visão que seduz
Do nosso encontro ao luar, sem deuses, sem cruz
[GUITARRA SOLO]
Sou um fantasma de carne e fantasia
Uma máquina sem deus, em agonia
Ainda existe algo em mim pra se salvar?
Sê minha cura, meu lugar
Só quero sentir teu amor me atravessar
Cada parte do meu ser contigo estar
Com um beijo pintaremos a visão que seduz
Do nosso encontro ao luar, sem deuses, sem cruz
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
[Verse 1]
Algo aconteceu, foi de repente
Forte o soco bruscamente
Imponente inconsciência
Algo se rompeu incontinente
O lábio é o elo da corrente
Expulsando a inocência
[Chorus]
Como um sonho brutalmente interrompido
Como se o corpo fosse feio e proibido
Esse é o frio confuso e frio
Um mundo sem heróis
Vejo o ser humano, o animal e o inferno
Sem saber
==
Gerado usando Suno em cima da Música, Sem Heróis (Scarcéus)
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
É da natureza do tempo que o dogma tenha fim
É da natureza do tempo que a razão invada assim
É da natureza do tempo que um império tenha fim
É da natureza do tempo que o sofrimento tenha fim
Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares
E como a história conta, os antigos caem em mares
Quando o novo encontra o velho, ruem certeza e crenças
E como a história conta, a verdade sempre florece
Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo
A aurora do futuro já vem
Cercados pelo medo, o fim da ameaça chega ao sim
A aurora do futuro já vem
O império da cruz cai, frente à ciência que não trai
Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz
Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou
Hipátia grita que ecoa 2.000 anos, de dor e razão
Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou
Num mundo de fé, sem fé, vencemos
Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga
Quando a nova era brilha, a liberdade não recua
Quando a nova era surge, a fé vira relíquia
Quando a nova era brilha, a razão resurge
É da natureza do tempo que a mentira se desfaz
É da natureza do tempo que a clareza vem em paz
É da natureza do tempo que os humanos acordem
É da natureza do tempo que os gritos sejam ouvidos
Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia
Chamaram de infieis, mas eles que realmente eram fiéis
A aurora da verdade chegou
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História
Em torno de 1960, Madalyn O'Hair começou a lutar contra orações obrigatórios nas escolas. Depois de anos de estresse e luta em corte, ela conseguiu. Ela não era a única, já havia outras pessoas tentando, mas ele não teve medo de servir como para-raios do ódio cristão.
"Cresci católico e minha mãe costumava falar dessa mulher como se fosse o próprio diabo e como se ela fosse a razão da decadência moral da América. Uau." @lexi7749, revisão do filme no YouTube
Andando pelo YouTube, no Trailer do filme dela pela Netflix, uma pessoa escreve que sua mãe católica via ela como o diabo. Sim, essa mulher fez barulho, e incomodou. Décadas depois, temos programas de televisão ateísta, temos mulheres ateístas, a nova diretora da NASA se recusa a usar a Bíblia para tomar pose como a diretora da NASA. O'Hair deixou uma marca única. Seja ela uma pessoa polêmica e contraditório, não temos como negar seu legado.
Quem foi Madalyn Murray O’Hair
Madalyn Murray O’Hair (nascida em 1919) iniciou sua notória carreira ativista em 8 de dezembro de 1960, ao ajuizar uma ação em Maryland contestando a obrigatoriedade da leitura da Bíblia e da Oração do Pai Nosso nas escolas públicas. Sua vitória na Suprema Corte em junho de 1963, no caso Murray v. Curlett, afetou a maioria das escolas americanas e a impulsionou para a fama, aceitando o título de "a mulher mais odiada da América". Ela usou essa notoriedade para fundar a American Atheists e lançar uma cruzada contínua pela separação completa entre Igreja e Estado, desafiando a isenção fiscal das igrejas e os dizeres "In God We Trust" nas moedas. Conhecida por sua postura "rude, impertinente e blasfema" e por levar o ateísmo "para fora das sombras" da sociedade, O'Hair, que se descrevia como anarquista, feminista e ateísta militante, conseguiu "gravar seu nicho na história dos Estados Unidos" antes de seu misterioso desaparecimento e subsequente assassinato em 1995.
Saiba mais
https://www.youtube.com/watch?v=Myq2vTkDAsE&t=1s
Ateísmo em forma de música. Álbum completo (https://www.youtube.com/playlist?list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy) .
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
É da natureza do tempo que o dogma tenha fim
É da natureza do tempo que a razão invada assim
Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares
E como a história conta, os antigos caem em mares
Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo
A aurora do futuro já vem
O império da cruz cai, frente à ciência que não trai
Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz
Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou
Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou
Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga
Quando a nova era brilha, a liberdade não recua
É da natureza do tempo que a mentira se desfaz
É da natureza do tempo que a clareza vem em paz
Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia
A aurora da verdade chegou
Até o fim resistirão
Mesmo poucos, não cederão
Na razão, na inclusão
Madalyn, de pé na contradição
Mil contra um, aço contra o sermão
Mil contra um, ciência contra a ilusão
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
Algo aconteceu de repente,
forte, um soco, bruscamente,
a lucidez se fez urgente e eminente.
Algo se rompeu incontinente,
despedaçou o inconsistente,
o mito, o deus da corrente,
expulsando a obediência,
acabando a inocência,
sem peso na consciência.
Como um sonho brutalmente interrompido.
Como se o sagrado fosse falso e reprimido.
Como um delírio coletivo esvaziado.
Como se o divino fosse só pó — inventado.
E se abriu confuso e frio um mundo sem pastor,
fez do ser humano o próprio autor da sua dor.
Sem saber pra onde ir, não há nenhum lugar seguro agora.
A tumba se abriu — e não havia o cadáver do mentor.
Algo enfureceu o universo,
a fé perdeu o verso e se calaram
profecias e escrituras.
Um Deus se calou, e a humanidade se olhou.
Algo perturbou o ambiente,
rasgou o véu da mente
e ninguém se reconhece mais.
Silêncio do céu, e o homem se inaugurou.
(Refrão – grito)
Não há salvação!
Não há perdão!
Só a vida crua, sem redenção.
Não há eternidade,
nem divindade,
só o peso e a fúria
da nossa humanidade.
Algo aconteceu de repente,
forte, um soco, mas agora consciente:
o mito caiu, o deus morreu,
e a vida se fez presente.
==
Base: um mundo sem Heróis (Scarcéus)
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
Quando nascemos já tinha pastor,
E padre vendendo perdão.
Falando em pecado e culpa,
Mas de olho mesmo é na arrecadação.
Vendendo perdão, sem atenção, sem preocupação
E agora, o que vamos fazer?
Se o paraíso não dá pra ver?
O inferno é só ameaça fajuta,
E Jesus estampa boné, camisa e deputa.
Refrão
Vamos fazer nosso dever de casa
E aí então, vocês vão ver
Suas igrejas caindo por vez
Fazer comédia no cinema com suas leis
Somos os filhos da razão
Sem dogma, fé ou devoção
Somos o futuro da nação
Somos os filhos da revolução
Somos cidadãos sem religião
Geração Ateísta
Geração Ateísta
Geração Ateísta
Geração Ateísta
Padres pregando moral na missa,
Mas vivem de vinho e batina.
Prometem céu, mas cobram caro,
Na paróquia sempre tem propina.
Falam de gays, mas escondem alguém
E se disserem “Deus é amor”,
A gente responde: “e o dilúvio, senhor?”
Chega de mito, chega de altar,
É hora de rir pra não chorar.
Chega de matar
Refrão (repete)
Vamos fazer nosso dever de casa
E aí então, vocês vão ver
Suas igrejas caindo por vez
Fazer comédia no cinema com seus fiéis
Fazer comédia no cinema com suas leis
Vocês vão ver seus filhos derrubando reis
Fazendo comédias com sua leis
Somos os filhos da razão
Sem dogma, fé ou devoção
Somos o futuro da nação
Geração Ateísta
Geração Ateísta
Geração Ateísta
Geração Ateísta
Usando o software Suno na música Noble Beast de Noble Beast
Ateísmo em forma de música. Álbum completo.
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