A Revolução Ateísta | músicas ateístas

A Revolução Ateísta | músicas ateístas

By Jorge Guerra PiresMusic
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A Revolução Ateísta | músicas ateístas episodes

  • Laura Jane Grace - Your God (God's Dick) | O pau de Deus


    Direitos autorais dos compositores.

    It is not my goal do violant copyright, just have fun!❤️


    Laura Jane Grace - Your God (God's Dick)

    https://www.youtube.com/watch?v=QSmYxKIs3PI&list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy&index=9

    @LauraJaneGraceOfficial

    https://www.youtube.com/channel/UCVhagufyWp-Gb79jTG6NPFw

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    3 min
  • Hipátia – A Última Chama (filme Ágora)

    #ciência #ateísmo #cristianismo 

    Uma homenagem à Hipátia 
    https://medium.com/mente-ate%C3%ADsta/hip%C3%A1tia-a-primeira-ateia-a-morrer-com-a-subida-dos-crist%C3%A3os-ao-poder-e-a-morte-da-raz%C3%A3o-628a462d4468

    Hipátia – A Última Chama
    [Intro]
    (Instrumental épico, batidas fortes e coros etéreos)
    No véu da noite, a cidade em chamas,
    O eco da razão se apaga nas almas.

    [Verse]
    Nas ruas de Alexandria, ela caminhou,
    Entre estrelas e números, a verdade buscou.
    Mas o medo e a fé, com ódio e com cruz,
    Apagaram sua luz, negaram sua luz.

    [Chorus]
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Verse]
    Eles rasgaram os livros, tentaram sumir,
    Com a voz que ousou o dogma ferir.
    Mas a chama da mente não pode morrer,
    Nos olhos dos livres, ela vai renascer.

    [Chorus]
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Bridge]
    (O som desacelera, quase como um lamento)
    Séculos passam, mas nunca se vão,
    As ideias resistem à escuridão.
    Enquanto houver quem busque a verdade,
    Hipátia vive na eternidade!

    [Chorus]
    (Agora mais forte, com coros e instrumentação grandiosa)
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Outro]
    (Instrumental se dissolve em um som crescente, evocando um novo amanhecer)
    O tempo avança, a ciência renasce,
    E sua voz, Hipátia, jamais se apaga.

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    3 min
  • Encontro ao Luar – Sem Deuses

    Meio vivo neste ermo de aço e concreto
    Como um experimento sem afeto
    Afeto meu, afeto que nunca chega perto

    Caçado por uma cidade sem sol que nunca dorme
    Caçado por um Deus que sempre dorme
    Enquanto o sol insiste em brilhar

    Ceifadores de néon varrem as ruas enormes
    Sonhando com um passado que talvez nem vivi
    Pagando por um pecado que nunca cometi
    Ceifadores de cruzes buscam pecadores
    Pecadores de pecados nunca cometidos

    Tudo era falso, tudo planejado aqui
    Um brinquedo a corda, feito só pra sentir
    Mas as lágrimas são reais e caem de mim
    O divino é falso, mas o crime é real
    O crime é falso, mas a dívida é real

    Sou um fantasma de carne e fantasia
    Carne de fantasia de um fantasma sagrado
    Uma máquina sem deus, em agonia
    Ainda existe algo em mim pra se salvar?

    Sê minha cura, meu lugar
    Só quero sentir teu amor me atravessar
    Cada parte do meu ser contigo estar
    Com um beijo pintaremos a visão que seduz
    Do nosso encontro ao luar, sem deuses, sem cruz
    Sem pecadores mil, sem culpa ou controle divino

    Encontra-me nu na miséria da razão
    Como melodia sem execução
    Salva-me sem rezas, apenas me chame
    Na nudez do desejo e da vontade de pecar

    Vira chuva mansa sobre minha carne
    Toca-me como ninguém ousou tocar
    No fundo gelado do meu coração secular
    Ama-me mesmo que seja crime profano
    Já cruzamos a linha, já quebramos o plano
    Agora só nos basta reinar
    No inferno profano, nem mesmo que nos engane

    Sou um fantasma de carne e fantasia
    Uma máquina sem deus, em agonia
    Ainda existe algo em mim pra se salvar?
    Sê minha cura, meu lugar
    Só quero sentir teu amor me atravessar
    Cada parte do meu ser contigo estar
    Com um beijo pintaremos a visão que seduz
    Do nosso encontro ao luar, sem deuses, sem cruz

    [GUITARRA SOLO]

    Sou um fantasma de carne e fantasia
    Uma máquina sem deus, em agonia
    Ainda existe algo em mim pra se salvar?
    Sê minha cura, meu lugar
    Só quero sentir teu amor me atravessar
    Cada parte do meu ser contigo estar
    Com um beijo pintaremos a visão que seduz
    Do nosso encontro ao luar, sem deuses, sem cruz

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    4 min
  • Um mundo sem Deus | com Henrique Papatella (Scarcéus)

    [Verse 1]
    Algo aconteceu, foi de repente
    Forte o soco bruscamente
    Imponente inconsciência
    Algo se rompeu incontinente
    O lábio é o elo da corrente
    Expulsando a inocência

    [Chorus]
    Como um sonho brutalmente interrompido
    Como se o corpo fosse feio e proibido
    Esse é o frio confuso e frio
    Um mundo sem heróis
    Vejo o ser humano, o animal e o inferno
    Sem saber 

    ==

    Gerado usando Suno em cima da Música, Sem Heróis (Scarcéus)

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    3 min
  • Última Resistência

    É da natureza do tempo que o dogma tenha fim
    É da natureza do tempo que a razão invada assim
    É da natureza do tempo que um império tenha fim
    É da natureza do tempo que o sofrimento tenha fim


    Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares
    E como a história conta, os antigos caem em mares
    Quando o novo encontra o velho, ruem certeza e crenças
    E como a história conta, a verdade sempre florece

    Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo
    A aurora do futuro já vem
    Cercados pelo medo, o fim da ameaça chega ao sim
    A aurora do futuro já vem

    O império da cruz cai, frente à ciência que não trai
    Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz
    Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou
    Hipátia grita que ecoa 2.000 anos, de dor e razão
    Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou
    Num mundo de fé, sem fé, vencemos

    Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga
    Quando a nova era brilha, a liberdade não recua
    Quando a nova era surge, a fé vira relíquia
    Quando a nova era brilha, a razão resurge 

    É da natureza do tempo que a mentira se desfaz
    É da natureza do tempo que a clareza vem em paz
    É da natureza do tempo que os humanos acordem
    É da natureza do tempo que os gritos sejam ouvidos

    Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia
    Chamaram de infieis, mas eles que realmente eram fiéis   
    A aurora da verdade chegou

    ==
    História 

    Em torno de 1960, Madalyn O'Hair começou a lutar contra orações obrigatórios nas escolas. Depois de anos de estresse e luta em corte, ela conseguiu. Ela não era a única, já havia outras pessoas tentando, mas ele não teve medo de servir como para-raios do ódio cristão. 

    "Cresci católico e minha mãe costumava falar dessa mulher como se fosse o próprio diabo e como se ela fosse a razão da decadência moral da América. Uau." @lexi7749, revisão do filme no YouTube 

    Andando pelo YouTube, no Trailer do filme dela pela Netflix, uma pessoa escreve que sua mãe católica via ela como o diabo. Sim, essa mulher fez barulho, e incomodou. Décadas depois, temos programas de televisão ateísta, temos mulheres ateístas, a nova diretora da NASA se recusa a usar a Bíblia para tomar pose como a diretora da NASA. O'Hair deixou uma marca única. Seja ela uma pessoa polêmica e contraditório, não temos como negar seu legado.

    Quem foi  Madalyn Murray O’Hair

    Madalyn Murray O’Hair (nascida em 1919) iniciou sua notória carreira ativista em 8 de dezembro de 1960, ao ajuizar uma ação em Maryland contestando a obrigatoriedade da leitura da Bíblia e da Oração do Pai Nosso nas escolas públicas. Sua vitória na Suprema Corte em junho de 1963, no caso Murray v. Curlett, afetou a maioria das escolas americanas e a impulsionou para a fama, aceitando o título de "a mulher mais odiada da América". Ela usou essa notoriedade para fundar a American Atheists e lançar uma cruzada contínua pela separação completa entre Igreja e Estado, desafiando a isenção fiscal das igrejas e os dizeres "In God We Trust" nas moedas. Conhecida por sua postura "rude, impertinente e blasfema" e por levar o ateísmo "para fora das sombras" da sociedade, O'Hair, que se descrevia como anarquista, feminista e ateísta militante, conseguiu "gravar seu nicho na história dos Estados Unidos" antes de seu misterioso desaparecimento e subsequente assassinato em 1995.

    Saiba mais
    https://www.youtube.com/watch?v=Myq2vTkDAsE&t=1s

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo (https://www.youtube.com/playlist?list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy) .

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    4 min
  • Última Resistência – Hino Ateísta

    É da natureza do tempo que o dogma tenha fim
    É da natureza do tempo que a razão invada assim
    Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares
    E como a história conta, os antigos caem em mares

    Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo
    A aurora do futuro já vem

    O império da cruz cai, frente à ciência que não trai
    Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz
    Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou
    Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou

    Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga
    Quando a nova era brilha, a liberdade não recua
    É da natureza do tempo que a mentira se desfaz
    É da natureza do tempo que a clareza vem em paz

    Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia
    A aurora da verdade chegou

    Até o fim resistirão
    Mesmo poucos, não cederão
    Na razão, na inclusão
    Madalyn, de pé na contradição

    Mil contra um, aço contra o sermão
    Mil contra um, ciência contra a ilusão

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    4 min
  • Um mundo sem Deus

    Algo aconteceu de repente,
    forte, um soco, bruscamente,
    a lucidez se fez urgente e eminente.
    Algo se rompeu incontinente,
    despedaçou o inconsistente,
    o mito, o deus da corrente,
    expulsando a obediência,
    acabando a inocência,
    sem peso na consciência.

    Como um sonho brutalmente interrompido.
    Como se o sagrado fosse falso e reprimido.
    Como um delírio coletivo esvaziado.
    Como se o divino fosse só pó — inventado.

    E se abriu confuso e frio um mundo sem pastor,
    fez do ser humano o próprio autor da sua dor.
    Sem saber pra onde ir, não há nenhum lugar seguro agora.
    A tumba se abriu — e não havia o cadáver do mentor.

    Algo enfureceu o universo,
    a fé perdeu o verso e se calaram
    profecias e escrituras.
    Um Deus se calou, e a humanidade se olhou.
    Algo perturbou o ambiente,
    rasgou o véu da mente
    e ninguém se reconhece mais.
    Silêncio do céu, e o homem se inaugurou.

    (Refrão – grito)
    Não há salvação!
    Não há perdão!
    Só a vida crua, sem redenção.
    Não há eternidade,
    nem divindade,
    só o peso e a fúria
    da nossa humanidade.

    Algo aconteceu de repente,
    forte, um soco, mas agora consciente:
    o mito caiu, o deus morreu,
    e a vida se fez presente.

    ==

    Base: um mundo sem Heróis (Scarcéus)


    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    4 min
  • Nobel Beast canta "Geração Ateísta" ❤️❤️❤️❤️

    Quando nascemos já tinha pastor,
    E padre vendendo perdão.
    Falando em pecado e culpa,
    Mas de olho mesmo é na arrecadação.
    Vendendo perdão, sem atenção, sem preocupação

    E agora, o que vamos fazer?
    Se o paraíso não dá pra ver?
    O inferno é só ameaça fajuta,
    E Jesus estampa boné, camisa e deputa.

    Refrão

    Vamos fazer nosso dever de casa
    E aí então, vocês vão ver
    Suas igrejas caindo por vez
    Fazer comédia no cinema com suas leis

    Somos os filhos da razão
    Sem dogma, fé ou devoção
    Somos o futuro da nação
    Somos os filhos da revolução
    Somos cidadãos sem religião

    Geração Ateísta
    Geração Ateísta
    Geração Ateísta
    Geração Ateísta

    Padres pregando moral na missa,
    Mas vivem de vinho e batina.
    Prometem céu, mas cobram caro,
    Na paróquia sempre tem propina.
    Falam de gays, mas escondem alguém

    E se disserem “Deus é amor”,
    A gente responde: “e o dilúvio, senhor?”
    Chega de mito, chega de altar,
    É hora de rir pra não chorar.
    Chega de matar

    Refrão (repete)

    Vamos fazer nosso dever de casa
    E aí então, vocês vão ver
    Suas igrejas caindo por vez
    Fazer comédia no cinema com seus fiéis
    Fazer comédia no cinema com suas leis
    Vocês vão ver seus filhos derrubando reis
    Fazendo comédias com sua leis

    Somos os filhos da razão
    Sem dogma, fé ou devoção
    Somos o futuro da nação

    Geração Ateísta
    Geração Ateísta
    Geração Ateísta
    Geração Ateísta

    Usando o software Suno na música Noble Beast de Noble Beast

    Ateísmo em forma de música. Álbum completo.

    4 min

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