
Sign up to save your podcasts
Or


A desconstrução étnica das três matrizes formadoras dá lugar a um “povo ninguém”, uma vez que ele não é mais índio, não é mais europeu e não é mais africano.
Diferentemente do que é dito, aqui houve muita resistência, muita luta e nossa formação enquanto um novo gênero humano foi lavado em de sangue índio, sangue europeu e sangue africano.
A desconstrução étnica das três matrizes formadoras dá lugar a um “povo ninguém”, uma vez que ele não é mais índio, não é mais europeu e não é mais africano.
As três matrizes que compõem a formação do povo Brasileiro originam o começo da miscigenação em nosso país e a geração de conflitos entre suas culturas e visões de mundo, dentre elas a fé. Nasce a luta de classes em nosso país.
Na matriz africana encontraremos as influências que ajudaram a construir o Brasil, enquanto nação, com as origens da sua desconstrução étnica e a perversidade da escravidão.
Portugal, uma das nações mais antigas do mundo, nesta aula aqui veremos as influências dos diversos povos que construíram a nação portuguesa e sua disposição de ser a nova cruzada.
Nesta primeira aula vamos conhecer a cultura indígena, sua fé e seus costumes.
Darcy Ribeiro apresenta a primeira matriz da formação do Brasil e debate a sua desconstrução.
Em homenagem ao companheiro dirigente político-militar da ALN, guerrilheiro e signatário da Carta de Lisboa, Domingos Fernandes, publicamos aqui, uma entrevista concedida, este ano, ao Centro de Memória Trabalhista.
Domingos, que completaria 75 anos no próximo dia 13 de dezembro, faleceu ontem (1/12/20) em Guarulhos-SP, onde estava hospitalizado decorrente de um AVC.
Nossa homenagem a este lutador das grandes causas para um Brasil mais justo e soberano.
No PDT, Doutel de Andrade pronunciou um discurso na Câmara dos Deputados, em 30 de março de 1989 sobre o golpe de 964 e a emoção de retornar à Casa 23 anos depois.
UM DIA APÓS AURO DE MOURA ANDRADE, PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL, PRONUNCIAR A VACÂNCIA DO CARGO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA, EM 02/4/1964, QUE CULMINOU COM O GOLPE CIVIL-MILITAR QUE DEPÔS JOÃO GOULART.
From the publisher's feed