
Sign up to save your podcasts
Or


Tancredo Neves (PSD) e San Tiago Dantas (PTB).
O show do voto livre com apresentação de artistas famosos da época.
O jingle Vamos Jangar!
Candidato a presidente da república em 1960.
Retrato do Velho foi um jingle em prol da vitória de Getúlio Vargas na eleição presidencial de 1950.
A letra da marchinha, composta por Haroldo Lobo e Marino Pinto, fazia referência ao fato de Getúlio ter determinado que as repartições públicas tivessem o retrato do Presidente na parede, que então voltariam a ter seu retrato caso houvesse sucesso dele no pleito, como de fato aconteceu.
Foi interpretada por Francisco Alves.
Letra
Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar
Eu já botei o meu
E tu, não vais botar?
Já enfeitei o meu
E tu, vais enfeitar?
O sorriso do velhinho faz a gente se animar
O sorriso do velhinho faz a gente se animar
Leonel Brizola candidato a presidente da república em 1989.
Autor: Lamartine Babo
Intérprete: Almirante, com o Bando de Tangaras.
A marchinha "Gê-Gê", apelido carinhoso usado pelos partidários de Getúlio Vargas, canta com bom humor e talento as esperanças desatadas pela Revolução de 30.
Só mesmo com revolução
Graças ao rádio e ao parabélum
Nós vamos ter transformação
Neste Brasil verde-amarelo
Getúlio
Certa menina do Encantado
Cujo papai foi senador
Ao ver o povo de encarnado
Sem se pintar mudou de cor
Getúlio
*Parabélum é o nome de uma pistola automática muito usada na época;
*Encantado é um bairro da Zona Norte do Rio;
*Encarnado (vermelho) era a cor dos lenços dos revolucionários de 1930.
Getúlio Dias, deputado federal pelo PDT-RS, faz um pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados, em 1980, sobre os 50 anos da Revolução de 1930 liderada por Getúlio Vargas.
Com aparte dos deputados Odacir Klein, Carlos Sant´anna e Djalma Bessa, Getúlio descorre sobre o movimento tenentista da República Velha (Primeira República), o fim da política café com leite (alternância de poder entre SP e MG), a plataforma da Aliança Liberal e a deposição de Washington Luiz com finalmente a posse de Vargas como Chefe do Governo Provisório.
Partido que não tem história não tem presente. Muito menos futuro.
Alberto Pasqualini foi candidato do Partido Trabalhista Brasileiro para governador do Rio Grande do Sul.
Neste episódio ele faz um agradecimento pela escolha do seu nome pela legenda trabalhista.
Campanha a prefeito do Rio de Janeiro, em setembro de 2000.
From the publisher's feed