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Neste episódio, vamos conhecer mais sobre a figura de Orfeu.
Algumas fontes dizem que ele foi uma pessoa real, vinda da região da Trácia ou de Creta.
Mas é na mitologia grega que Orfeu tornou-se realmente conhecido.
O mito de Orfeu conta da paixão do herói grego por Eurídice, e da sua jornada ao reino de Hades após a morte de sua amada.
No que tange a filosofia, há a possibilidade deste mito estar relacionado com o culto de Orfeu, religião que influenciou profundamente a filosofia ocidental.
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Episódios relacionados com este episódio
#36 - Platão | Sócrates
https://youtu.be/5KB4e4d2P50
Playlist (Os Pré-Socráticos)
https://youtube.com/playlist?list=PLRM6QlscnE4cQFiP-rbXE7RDkVMVA3E-3
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Bibliografia
António Estanqueiro, Mário Vidigal e Alberto Antunes. Dicionario Breve de Filosofia. Editorial Presença, 2000.
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Homero. Ilíada e Odisseia.
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Hesíodo. Teogonia.
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Maria Helena da Rocha Pereira, Estudos de História da Cultura Clássica. Cultura Grega - Volume 1, Edição: 11ª (Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2012).
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Russell, Bertrand, e Hugo Langone. História da filosofia ocidental - Livro 1. Nova Fronteira, 2016.
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Neste episódio, continuaremos a refletir sobre o clássico de Platão: A República.
Vamos abordar algumas características da utopia política de Platão, como a censura cultural, o governo dos reis filósofos e as críticas à democracia, vista pelo filósofo como uma forma de governo injusta e degenerada.
Ademais, será exposta a alegoria do navio, comparando a necessidade de um navio ser conduzido por um capitão experiente, com a necessidade do governo da cidade estar a cargo de pessoas aptas e preparadas para a função política.
Na parte final, vamos debater a tese do filósofo Karl Popper sobre a conexão conceitual entre "reis filósofos" e líderes totalitaristas (stalinismo e nazismo).
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📕 Bibliografia
Abbagnano, Nicola. Dicionário de Filosofia. Traduzido por Alfredo Bosi. Martins Fontes, 2007.
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BOBBIO, NORBERTO, NICOLA MATTEUCCI, e GIANFRANCO PASQUINO. Dicionário de Política. 11ª. Vol. I. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998.
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Russell, Bertrand, e Hugo Langone. História da filosofia ocidental - Livro 1. Nova Fronteira, 2016.
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Platão. A República. Traduzido por Leonel Vallandro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
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Neste episódio, será exposta a primeira parte do clássico de Platão: A República.
O livro propõe-se em responder a seguinte questão: o que é a justiça?
No decorrer da obra, Sócrates (incorporando as ideias de Platão) revela ao leitor diversas concepções equivocadas de justiça.
Na sequência, Platão delineia as virtudes de uma cidade justa e perfeita, baseada numa organização social e política semelhante ao regime totalitarista comunista, batizada de Calípolis.
Com críticas à Democracia, defesa do sistema de eugenia, censura às artes e do governo dos reis filósofos, Platão desafia-nos a refletir sobre os nossos tão caros valores contemporâneos ocidentais.
Independente do juízo subjetivo atribuído ao conteúdo, a obra traz diversas provocações e reflexões que ultrapassam o projeto de Calípolis e colocam-se, ainda hoje, como uma fonte valiosa de reflexão política e social.
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Russell, Bertrand, e Hugo Langone. História da filosofia ocidental - Livro 1. Nova Fronteira, 2016.
Platão, e André Malta. Apologia de Sócrates, 2008.
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Platão. A República. Traduzido por Leonel Vallandro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
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Neste episódio, vamos estudar uma teoria contrária às ideias universais de Platão: o nominalismo.
A corrente nominalista defende a tese de que os universais são sons (Roscelino de Compiègne) ou signos semânticos (Pedro Abelardo), e não ideias (Platão) ou formas (Aristóteles) universais.
O problema formulado na idade média traz novas lentes para problemas contemporâneos como o famigerado tema: "ideologia de gênero".
O termo foi elaborado pelo Papa Bento XVI e cunhado devido à preocupação com as teses referentes às "questões de gênero" - termo tecnicamente correto.
Ao pensar os gêneros masculino e feminino sob as lentes do problema dos universais, podemos defini-los como "ideias universais", além do sujeito; ou "palavras universais", resultado de produção social/cultural as quais podem, em diversos graus, oprimir e constranger os indivíduos.
Seja como for, encontramos novas perspectivas e mais complexas além daquelas simplórias expostas nas redes sociais, pautadas em preconceitos e vieses de toda ordem.
No final do episódio, apresento outras possíveis abordagens às questões de gênero: o princípio de gênero da filosofia hermética e a perspectiva da natureza humana do psicólogo Steven Pinker.
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📕 Bibliografia
Abbagnano, Nicola. Dicionário de Filosofia. Traduzido por Alfredo Bosi. Martins Fontes, 2007.
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António Estanqueiro, Mário Vidigal e Alberto Antunes. Dicionario Breve de Filosofia. Editorial Presença, 2000.
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Mikkola, Mari, "Feminist Perspectives on Sex and Gender", The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Fall 2019 Edition), Edward N. Zalta (ed.), URL = .
Pinker, Steven, e Laura Teixeira Motta. Tábula rasa. 1ª edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Russell, Bertrand, e Hugo Langone. História da filosofia ocidental - Livro 1. Nova Fronteira, 2016.
Tiro, Porfirio de. Isagoge. Attar, 2015.
Três Iniciados. O Caibalion: Estudo da Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia. Traduzido por Camaysar Rosabis. São Paulo: Editora Pensamento, 2017.
Como podemos abordar filosoficamente o conceito de espírito?
Espírito é um elemento constituinte de um indivíduo. Na antiguidade, o espírito era identificado ou intimamente relacionado com a respiração. As palavras «espírito» e «sopro» eram as mesmas em grego «pneuma» e em hebreu «ruash».
"Então o SENHOR modelou o ser humano do pó da terra, feito argila, e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente."
(Gênesis 2:7)
Outra forma de defini-lo é como um ser não material, o qual tem existência independente da matéria. Antigamente, a palavra inglesa «Ghost» abrangia ambos sentidos: respiração e ser não material.
Ademais, é comum a associação de espírito com Mente. A confusão parece ter origem na língua francesa, já que a mesma não possui um substantivo para o termo «mental». Por este motivo, os filósofos foram obrigados a usar a palavra «esprit», a qual é desadequada devido à sua óbvia conotação espiritualista.Portanto, «esprit» abrange significados como «Souffle de Dieu» (respiração de Deus) e mente.
Todavia, René Descartes usava o termos latino «mens» para falar da sede do pensamento e não o termo latino «spiritus», o qual no cartersianismo caracteriza o princípio do pensamento e da reflexão. Por sua vez, Santo Agostinho usa «mens» para falar da sede do pensamento e «spiritus» para falar do aspecto espiritual do ser humano.
Para aqueles que defendem a tese dualista, a mente poderá ser idêntica à alma e poderá ser uma substância espiritual. A corrente contrária, a materialista, assume a posição de que a mente é igual ao cérebro e suas operações, como pensamento e consciência, são produtos funcionais dele.
A partir destas perspectivas, a mente, sede do «eu», sujeito que percebe, recorda, imagina, deseja e que está funcionalmente relacionado com o corpo individual, poderá ser:
1) resultado de processos neuroquímicos, nos quais o «eu» é percebido equivocadamente pela mente como um espírito ou um «eu» imaterial;
2) sinônimo de alma, ou seja, da substância espiritual, princípio de unidade, vida e pensamento.
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Bibliografia
Abbagnano, Nicola. Dicionário de Filosofia. Traduzido por Alfredo Bosi. Martins Fontes, 2007.
António Estanqueiro, Mário Vidigal e Alberto Antunes. Dicionario Breve de Filosofia. Editorial Presença, 2000.
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Neste episódio, vamos refletir sobre a alegoria mais famosa da história da filosofia: O Mito da Caverna de Platão.
A partir desta imagem, Platão tece o caminho do filósofo da prisão do mundo sensível à contemplação e revelação da realidade do mundo suprasensível.
A libertação dos ignorantes imersos nas sombras do mundo das experiências sensitivas, dá-se pela ascensão dialética da alma em direção às verdades das ideias, as quais são em última instância, a razão das coisas "belas e retas": o bem.
Em paralelo à explicação do Mito, traçaremos conexões com o filme Matrix, o livro Alice no País das Maravilhas, e por fim, dos perigos inerentes ao mito da caverna.
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▶️ Episódios da playlist Platão:
#36 - Platão | Sócrates
https://youtu.be/5KB4e4d2P50
#39 - Platão | O Que é o Filósofo?
https://youtu.be/exniKKkm-Ak
#40 - Platão | A Teoria das Ideias
https://youtu.be/WJG-3JA1dl8
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📕 Bibliografia
António Estanqueiro, Mário Vidigal e Alberto Antunes. Dicionario Breve de Filosofia. Editorial Presença, 2000.
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Carroll, Lewis, e Maria Luiza X. de A. Borges. Alice: edição bolso de luxo (Clássicos Zahar): Aventuras de Alice no País das Maravilhas & Através do Espelho e o que Alice encontrou por lá. Edição bolso de luxo. Rio de Janeiro: Clássicos Zahar, 2010.
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Garcia, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. Edição: 20. Rio de Janeiro: FGV, 2006.
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Mautner, Thomas. Dicionário de Filosofia. Edição: 1ª. Edições 70, 2010.
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Platão. A República. Traduzido por Leonel Vallandro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
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De acordo com Platão existem três tipos de camas:
A primeira é a ideia universal e perfeita de cama criada por Deus.
A segunda é a aparência (cópia fabricada) da ideia original, como por exemplo, as camas criadas pelos marceneiros.
O terceiro tipo de cama é a imitação, a qual se encontra mais distante da verdade, por imitar a aparência da ideia original da cama.
A teoria da ideias é o ponto nevrálgico da filosofia platônica e tida como um dos principais cismas da filosofia ocidental.
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O que é o Filósofo?
Em Platão, o filósofo é aquele que ama "a visão da verdade".
Ver o belo é diferente de ver a beleza, a qual só pode ser compreendida pelo intelecto e não pela visão.
O conhecimento, objeto a ser perseguido pelo filósofo, decorre da apreensão racional das verdades imutáveis e atemporais.
Em contrapartida, a opinião é resultante da experiência sensível, e por isto, contraditória em essência, já que o mundo físico é real e também não o é.
Sob as lentes da filosofia platônica, não devemos opinar se alguém é injusto ou corrupto (casos particulares) , mas refletir sobre o que é a justiça e a corrupção (ideias universais).
Estes são os fundamentos da filosofia Platônica os quais explicam o que é o filósofo, e desta forma, escapar da caverna da ignorância e da ilusão da experiência sensível.
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📖 Bibliografia
Abbagnano, Nicola. Dicionário de Filosofia. Traduzido por Alfredo Bosi. Martins Fontes, 2007.
António Estanqueiro, Mário Vidigal e Alberto Antunes. Dicionario Breve de Filosofia. Editorial Presença, 2000.
Platão. A República. Traduzido por Leonel Vallandro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
Russell, Bertrand, e Hugo Langone. História da filosofia ocidental - Livro 1. Nova Fronteira, 2016.
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Episódios da playlist Platão:
#36 - Platão | Sócrates
https://youtu.be/5KB4e4d2P50
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Episódios relacionados com este:
#21 - Investigação sobre o Entendimento Humano | David Hume
https://youtu.be/oYXPIiTeSmw
#29 - Intuição Racional
https://youtu.be/k2uFtFqevEw
#35 - Os Pré-Socráticos | Pitágoras
https://youtu.be/8sz4UgVh76U
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A Vida Intelectual foi escrita pelo frade dominicano Antonin Dalmace Sertillanges.
O livro é um manual para a vida intelectual e está fundamentada em três pilares: O Espírito, as condições e os métodos.
Em relação aos métodos, Sertillanges dá dicas práticas; por exemplo, a conciliação entre os deveres da vida familiar e o trabalho intelectual.
As condições abrangem valores como honestidade e sinceridade, imprescindíveis à qualidade da produção intelectual.
O Espírito, o qual Sertillanges cita como "O Espírito da Verdade", é a própria voz do "Verbo Criador".
Esta voz clama pela atenção daqueles tocados pela vocação intelectual, ou seja, os intelectuais.
Os consagrados por este chamado, trazem ao mundo luz e ajudam a sinalizar o caminho dos homens no eterno devir.
Mais do que um guia, a obra de Sertillanges permite-nos refletir sobre as atribuições de um intelectual e como a qualidade do seu trabalho pode impactar no pensamento da sociedade, e consequentemente, nas mudanças no mundo.
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Episódios da playlist Literatura:
#37 - Literatura | O Profeta (Kahlil Gibran)
https://youtu.be/uUHkqqER9_g
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Outros epísódios relacionados com A Vida Intelectual:
#29 - Intuição Racional
https://youtu.be/k2uFtFqevEw
#31 - Os Pré-Socráticos | O Culto a Orfeu
https://youtu.be/Xcq-aFdY_hg
#35 - Os Pré-Socráticos | Pitágoras
https://youtu.be/8sz4UgVh76U
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Bibliografia
Sertillanges, Antonin-Gilbert. A Vida Intelectual: seu espírito, suas condições, seus métodos. Traduzido por Lilia Ledon Da Silva. É Realizações, 2010.
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Gilbert, Elizabeth, e Renata Telles. Grande magia. 1ª edição. Objetiva, 2015.
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O espírito da Verdade, segundo o filósofo e teólogo Antonin-Gilbert Sertillanges passa por nós clamando por atenção. Trata-se das palavras expressas pelo "Verbo criador e animador imanente a sua criação". (1)
É preciso estar atento, pois o Espírito poderá não passar novamente pelo mesmo intelectual. Isto lembrou-me do caso contado pela escritora Elizabeth Gilbert no livro A Grande Magia. (2)
Gilbert teve uma inspiração de enredo para um novo livro. Por motivos pessoais, acabou adiando o projeto. Anos mais tarde, uma colega da escritora escreveu uma obra com enredo muito similar ao que Gilbert tinha idealizado.
A inspiração é uma forma de apreensão intelectual, um sussurro do Espírito da Verdade, e fica o mistério do porquê de algumas mentes conseguirem ouvi-lo melhor.
Para o filósofo José Ortega Y Gasset, estas mentes são como poros, e por elas "vazam" as verdades atemporais, que sempre estiveram fora de qualquer relação temporal e do querer subjetivo.(3)
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Bibliografia
(1) Antonin-Gilbert Sertillanges, “Prefácio”, in A Vida Intelectual: seu espírito, suas condições, seus métodos, trad. Lilia Ledon Da Silva (É Realizações, 2010), par. 6, 12.
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(2) Gilbert, Elizabeth, e Renata Telles. Grande magia. 1a edição. Objetiva, 2015.
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(3) Gasset, José Ortega y, e Felipe Denardi. O que É Filosofia? Edição: 1a. Vide, 2016.
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