
Sign up to save your podcasts
Or


Autogestão é um termo que provoca. Aos gestores, impõe abdicar de funções tradicionais para transferi-las aos colaboradores, como a responsabilidade dos atos. No mundo corporativo, imprime estratégias pautadas em solidariedade e cooperação, além do respeito às individualidades, à emancipação humana e aos princípios democráticos.
Após grandes alterações na maneira como as empresas se estruturam e planejam o atendimento ao cliente devido à pandemia, o momento de retomada tem trazido questões sobre o que deve ser mantido e onde inovações precisam ser implantadas. Sabe-se que o consumidor não é mais o mesmo, ele se relaciona de forma diferente com as empresas e deseja uma experiência mais cômoda, rápida e fluída. Então, qual caminho seguir?
O estudo “Tendências de Atendimento ao Cliente”, realizado pela Accenture, traz os principais impactos do isolamento físico e do aumento na digitalização para as operações de atendimento. Com olhar para 2025 em diante, são elencadas as principais tendências que devem guiar o setor, mas que as empresas precisam levar em consideração desde já. Confira quais são elas.
Depois do forte impacto causado pela pandemia e um período cheio de incertezas, o mercado começa a dar sinais de como serão os negócios daqui para frente. O Sebrae-PR fez um levantamento do que deve ser tendência neste e no próximo ano.
O Guia de Tendências 2022- 2023 é uma ferramenta de grande utilidade para os empreendedores planejarem suas ações adaptadas às novas realidades.
O conceito de “futuro” está, muitas vezes, alinhado a algo que ainda está distante. Quem assistiu o segundo filme da trilogia De Volta Para o Futuro (Back to the Future Part II), por exemplo, notou o quanto os realizadores da icônica obra esperavam, em 2015, um mundo completamente diferente da década de 80, especialmente por conta do upgrade tecnológico – e vale dizer que eles mais acertaram do que erraram em suas previsões, trazendo a tona biometria, casa inteligente, tela plana e até mesmo os carros voadores que, embora não tenham preenchidos nossos céus há seis anos, ao menos já estão com protótipos em desenvolvimento. Porém, enquanto na ficção há um “tempo de espera” de quase 30 anos entre a realidade da época e o futuro desenhado, quando falamos em mercado de trabalho, o intervalo é consideravelmente menor.
Quando inicia uma negociação, você precisa entender algumas técnicas para facilitar a venda ou fechamento do negócio. Por isso, surgem as seguintes questões: Como convencer clientes a comprar seus produtos? De que forma persuadir outra pessoa em uma negociação?
Para ajudar quem está na linha de frente com o cliente, trazemos aqui algumas técnicas de persuasão para você começar a aplicar agora mesmo.
Nos últimos anos, a expressão ESG (Environmental, Social and Governance) tem se tornado um tema frequente nos noticiários, nas pesquisas na internet e pautas de investidores e diretores das empresas.
Do ano passado para cá, há um assunto que ocupou a mídia e as reuniões internas realizadas pelas equipes focadas em inovação das empresas: o metaverso. Segundo levantamento da Bloomberg Intelligence, a previsão é que essa tecnologia movimente cerca de US$ 800 bilhões até 2024, o que a coloca como uma das principais tendências para os próximos anos.
Uma das principais ferramentas para buscar inovação nas empresas que temos hoje é o design thinking, uma metodologia que parte do pensamento criativo que os designers usam para desenvolver projetos e aplicam-na para o desenvolvimento de novas ideias de produtos e serviços que estejam alinhadas com necessidades reais de pessoas reais.
O que é um “Ideal Customer Profile”? (Perfil de Cliente Ideal em português)
Enquanto uma persona é uma versão generalizada do seu público, o Ideal Customer Profile é uma versão idealizada dos clientes que mais se identificam com o propósito da sua empresa e que dão o maior retorno, basicamente o cliente dos sonhos.
O conceito de ICP costuma ser usado para B2B, levando em conta o segmento de atuação, ciclo de vendas e o ticket médio, porém, também pode ser aplicado em contexto B2C, considerando a frequência de compra, o potencial de recomendação, entre outros.
Atração e retenção de talentos são desafios da área de recursos humanos, afinal, a incapacidade de gerar ações que motive e engaje os colaboradores causa impactos negativos, como os aumentos de custos de contratação, diminuição da produtividade e desmotivação da equipe.
É sabido que uma remuneração justa é um divisor de águas, mas não é o bastante para manter o funcionário ou colaborador na empresa. Principalmente nos dias de hoje em que a perspectiva do tal plano de carreira mudou muito.
É preciso lembrar que existem diversas questões mais importantes que a remuneração, e cabe ao líder observar todos os fatores que mantém os profissionais motivados. O primeiro passo é promover o engajamento das equipes, já o segundo é desenvolver métodos que ofereçam suporte para o sucesso de todos os envolvidos. Em grande parte, é papel do gestor desenvolver maneiras eficientes para garantir a retenção de talentos dentro da empresa, descobrindo quais são os motivos que os incentivam a “vestir a camisa” da organização.
From the publisher's feed