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Talvez possamos ver a vida como um filme onde cada cena é composta por uma sucessão de imagens às quais adicionamos trilhas sonoras e diálogos.
Como será que o amor conecta todas estas imagens, músicas e diálogos?
Quando as coisas não fazem sentido você se sente desamparado e desprotegido?
Talvez este podcast também seja para você!
Onde buscar força para seguir em frente?
Como um propósito pode nos ajudar?
O amor está presente em todas as construções humanas ou é uma escolha incluí-lo nas relações?
Hoje percebo que uma das características das relações duradouras é a presença do amor. Mas será que nos preocupamos em desenvolvê-lo ou é algo que surge por acaso, de maneira não intencional?
Você sabe a origem da palavra investimento?
Investment em inglês surge na idade média quando as pessoas literalmente costuravam suas riquezas em suas roupas. Colocavam o dinheiro "in vestment" para poder transitar com ele e guardá-lo de forma segura e ainda assim com certa fluidez.
Criamos o hábito de acumular valores importantes para nós pensando nos tempos futuros.
Mas você já se deu conta de que talvez o maior valor que temos hoje é o nosso tempo?
Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai nos diz que o salário que recebemos é uma compensação pelo tempo de nossas vidas que dedicamos à realização de tarefas para outras pessoas.
Compramos nossos bens de consumo e contratamos os serviços de que precisamos com tempo de vida!
Isto me leva a pensar sobre a qualidade do tempo que estou vivendo e sobre o investimento que estou fazendo. Você já pensou sobre isso?
Será que somos devoradores de gente?
Talvez o canibalismo seja uma prática em extinção em nosso planeta.
Mas há algum tempo está na moda pensarmos em zumbis e vampiros comedores de gente. Muitas séries, livros e filmes sobre estes temas, alguns nos falam sobre distopias apocalípticas para a humanidade.
Mais recentemente ampliamos o cenário para pensarmos em pessoas contaminadas por virus, fungos ou doenças altamente contagiosas que as transformam em comedores compulsivos de gente.
Mesmo considerando que não seja possível comer gente no sentido absoluto, talvez estejamos devorando pessoas quando colonizamos seus pensamentos, quando restringimos espaços de fala e de construção criativa.
Você sente que já foi alvo de colonização de seu pensamento? Já teve escolhas pessoais dirigidas por outras pessoas? Comprou alguma coisa e depois ficou se perguntando porque havia realizado a compra? Já cancelou ou foi cancelado nas redes sociais?
Talvez este episódio seja para todos nós.
Você também costuma inferir sobre o jeito de ser, de pensar e de sentir das pessoas a partir de como ela se apresenta para você?
Será que a recomendação popular de que não se deve julgar um livro pela capa faz sentido no mundo de relações que estabelecemos com o outro?
Será que nosso julgamento sobre a capa do livro pode nos dizer alguma coisa?
Como mergulharmos na essência? Para que?
Estes foram alguns dos questionamentos que nasceram para mim durante o exercício de construção deste episódio.
E você? O que pensa sobre o tema? Capa ou essência do livro. O que é mais importante?
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